Estudantes da UTFPR conquistam segundo lugar no Hackathon Paraná 2016

Os estudantes de engenharia do Câmpus Curitiba Diogo Knop e Leonardo de Angelis conquistaram o segundo lugar na Hackathon Paraná 2016, maratona de programação voltada para o desenvolvimento de soluções tecnológicas de interesse público. O evento foi realizado no último dia 9 e reuniu mais de 50 participantes durante as 36 horas ininterruptas de competição.

Diogo e Leonardo desenvolveram um aplicativo capaz de substituir o sistema de bilhetagem eletrônica do transporte público utilizado atualmente. Também faziam parte da equipe os acadêmicos Willian Teleginski (PUC-PR) e Igor Koubetch (UTP).

Os alunos Diogo Knop e Leonardo de Angelis, integrantes da equipe Mobi Dataminer (Foto: Cristiano Sousa)

Os alunos Diogo Knop e Leonardo de Angelis, integrantes da equipe Mobi Dataminer (Foto: Cristiano Sousa)

Segundo Diogo, o projeto também contribui mapear deslocamentos e demandas do transporte público, comparando-se à metodologia de pesquisas “origem-destino”, aplicada atualmente pelas prefeituras municipais. “Esses dados permitem segurança na definição de estratégias de mobilidade urbana e no planejamento do transporte para os anos seguintes”, afirma o estudante de Engenharia Eletrônica.

Outra funcionalidade é poder auxiliar no planejamento de políticas públicas para o setor. É o que destaca o Leonado, acadêmico de Engenharia Civil: “o aplicativo poderá fornecer informações precisas, para que os gestores públicos adequem o transporte de maneira eficiente, direcionando recursos para as linhas de ônibus com maior demanda, ou seja, proporcionando mais investimentos no setor e redução de custos”.

Hackathon Paraná

Lançado no mês de setembro no Câmpus Curitiba, o Hackathon Paraná 2016 tem como objetivo incentivar a criação de soluções inovadoras voltadas à gestão pública. A iniciativa do Governo do Estado do Paraná, por meio da Secretaria Estadual do Desenvolvimento Urbano (Sedu), enfocou nas áreas de “Obras Públicas” e de “Transporte Público”.

 

Alunos da UTF criam sistema para monitorar a qualidade do ambiente de trabalho

Mesmo com todo o cuidado que as empresas têm para não oferecer riscos a seus funcionários, elas ainda estão, eventualmente, sujeitas a isso. E foi pensando nesse quesito que os alunos do Câmpus Curitiba Allan Souza, Tomas Abril, de Engenharia de Computação, e Derick Assunção, de Sistemas de Informação, desenvolveram um software para monitorar a qualidade do local de trabalho. O objetivo é tornar o ambiente coorporativo mais saudável e agradável para seus colaboradores.

O protótipo tem quatro sensores: temperatura, umidade, intensidade sonora e monóxido de carbono. Os sensores são integrados a uma placa principal que envia os dados de leitura dos sensores a um servidor; então, os dados são tratados e podem ser visualizados graficamente. Dessa forma, é possível avaliar diferentes componentes do ambiente de trabalho.

Todo o interesse começou por causa do concurso da Telit Cup Brasil, que premia projetos de tecnologia e startups de inovação desenvolvidos por estudantes. O tema desse ano foi ‘Internet of Things’, e a equipe teve um mês para elaborar um plano de negócio e desenvolver a ideia. Os alunos utilizaram um ambiente de escritório como partida. Apesar de não terem levado o prêmio, a equipe conta que receberá apoio total da Telit para suporte técnico e publicidade quando finalizarem o protótipo, que está sendo aperfeiçoado.

Aluno do sexto período, Allan Souza garante que o projeto já trouxe muitas experiências boas para o grupo e oportunidades para o futuro. “Tivemos a oportunidade de conhecer outros grupos que participaram e seus projetos, além do ótimo retorno que tivemos após apresentarmos o projeto a uma banca avaliadora com empresários de sucesso na área de tecnologia. Tudo isso fez aumentar nossa rede de contatos”, afirma o estudante. A proposta a partir de agora é pensar em formas de adaptar o sistema para diversos ambientes e torná-lo comercialmente viável.

Inscrições abertas para o programa de intercâmbio Brafitec

Se você é aluno de engenharia, chegou sua hora de fazer intercâmbio na França!

Já estão abertas as inscrições para o Brafitec, um programa de intercâmbio universitário em engenharia com universidades francesas de tecnologia. Nesta seleção estão disponíveis dois editais: “Criação de um Ecossistema Franco-Brasileiro de Formação de Engenharia – PUC-PR/UTFPR” e “Programa de Cooperação Franco-Brasileira para Formação de Engenheiros com Ênfase em Inovação Tecnológica”.

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As seleções são bem parecidas e têm como objetivo fornecer bolsas de estudos, financiadas pela Capes, para intercâmbio para estudantes dos seguintes cursos de engenharia: Ambiental, Civil, de Alimentos, de Automação e Controle, de Computação, de Materiais, Mecatrônica, de Produção, Elétrica, Eletrônica, Mecânica, de Materiais, de Produção, Química e Têxtil.

Aqui vão alguns requisitos cobrados para o aluno que deseja se candidatar:

– Estar cursando entre o 6º e o 8° período no momento da inscrição;
– Possuir um coeficiente de rendimento escolar igual ou superior a 0,7;
– Não possuir mais de três DPs;
– Ter realizado teste do Enem, após 2009, com pontuação igual ou superior a 600 pontos;
– Comprovar conhecimento do idioma francês equivalente no mínimo nível B1.

Ah, os alunos também serão avaliados conforme as atividades já desenvolvidas dentro da faculdade, estágios etc.

E os selecionados terão direito aos seguintes benefícios:

• bolsa mensal de: € 870;
• auxílio instalação no valor de € 1.320;
• seguro saúde no valor de € 90/mês;
• auxílio deslocamento para passagens aéreas no valor de U$ 3.412 para período acima de seis meses de bolsa e U$ 1.706 para abaixo de seis meses de bolsa;
• auxílio material didático no valor de € 1 mil.

Os intercâmbios serão realizados no período de outubro deste ano a julho de 2017.

Eita, bateu aquela vontade de embarcar nessa? Fique de olho! As inscrições estão abertas até 22 de abril e devem ser realizadas através do envio da documentação exigida nos editais para o seguinte endereço de e-mail: brafitec@utfpr.edu.br.

Qualquer dúvida, é só consultar os editais!

 

 

Grupo da UTF disponibiliza impressora 3D aos alunos

Há alguns anos as impressoras 3D têm figurado entres as principais tendências tecnológicas. As expectativas sobre suas possibilidades são grandes e ganham corpo com apresentações surpreendentes, como a do motor de avião a jato criado por cientistas australianos, no último mês, utilizando uma dessas impressoras. Estamos falando de um mundo onde as pessoas terão meios para produzir em casa seus próprios objetos, a partir de poucos cliques.

Esse mundo não está tão distante. Pelo menos se depender do Grupo de Impressão 3D da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). O GIP3D, como é conhecido, está tornando a impressão 3D acessível aos alunos da universidade. Criado por dois professores – David Kretschek (DAMEC) e Carlos Vargas (DADIN) – e três alunos da instituição – Antonio Verguetz (na época Mecatrônica e atual mestrando PPGEM), Ciro Copetti Rodriguez (na época Engenharia Mecânica e hoje mestrando PPGEM) e Pedro Pacheco (Engenharia de Controle e Automação) -, o projeto quer ser a ponte entre os estudantes e uma tecnologia que ainda não é dominada pela maioria.

Uma das impressoras construidas pelo próprio grupo

Embora a UTFPR já possuísse impressoras desse tipo desde 1998, seu uso era restrito a algumas pesquisas e às empresas externas que tinham condições de pagar pela utilização. Com o desejo de popularizar a tecnologia, Vargas, professor de Design, abriu as portas de seu laboratório – que contava com duas máquinas. Foi o início da abertura para alunos e professores de toda a universidade.

Kretschek, coordenador do projeto, conta que o grupo ainda tem uma atuação restrita, por falta de máquinas e pessoas e que esse é o próximo passo a ser dado. Hoje, há abertura para alunos e interessados em ajudar – são bem vindos alunos desde as áreas de engenharia até design, administração e comunicação.

A médio prazo, o grupo planeja criar um curso de extensão sobre impressão 3D. E ainda adiante, projetar máquinas mais ‘user friendly’, com o máximo de fabricação interna, para que os alunos possam construir e operar em casa as suas próprias impressoras.

Gostou? Quer ajudar ou utilizar as impressoras? Entre em contato com o pessoal pelo facebook ou vá conversar pessoalmente. O GIP3D funciona no Bloco G da UTFPR, Câmpus Curitiba – Sede Centro. Ah, o acesso ao bloco é feito pelo portão ao lado do Banco do Brasil.

Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia

Estão abertas, até 10 de outubro, as inscrições para Prêmio Mercosul de Ciência e Tecnologia! O evento reconhece e premia os melhores trabalhos de estudantes, jovens pesquisadores e equipes de pesquisa que possam contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico dos países membros e associados ao Mercosul.

Nesta edição, o Prêmio será realizado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) do Brasil e terá o apoio institucional da Unesco. Ao todo, serão distribuídos mais de 20 mil dólares aos ganhadores, além de troféus, placas de menção honrosa e publicação em livro.

Certo. Mas como eu faço para participar? Para participar, o candidato deve apresentar um trabalho de pesquisa – já concluído – que aborde o tema “Popularização da Ciência” e estar dentro de uma das quatro categorias:

Iniciação Científica – estudantes do Ensino Médio, Técnico, com  no máximo 21 anos de idade.
Estudante Universitário – estudantes que estejam frequentando cursos de graduação.
Jovem pesquisador – graduados, mestrandos, mestres, doutorandos e doutores com até 35 anos.
Integração –  graduados, mestrandos, mestres, doutorandos e doutores, sem limite de idade.

O pesquisador ainda deve obedecer a certos requisitos, como: estar vinculados aos países membros e associados ao Mercosul, seja pela nacionalidade ou pela residência; apresentar o trabalho de pesquisa em português ou espanhol; e ter o foco do trabalho de pesquisa voltado aos interesses do Mercosul. Você pode conferir todas exigências, detalhes, e se inscrever no site do Prêmio.

Mas fique atento. Tanto os candidatos, como seus orientadores, devem cadastrar seus currículos na Plataforma Lattes do CNPq com antecedência de no mínimo de 72 horas antes do encerramento das inscrições. 😉