Equipe da UTFPR conquista 3° lugar no Hackathon Sesi 2017

A UTFPR foi um dos destaques da edição 2017 do Hackathon Sesi, com o 3° lugar da competição \o/

A equipe composta pelo servidor Pedro Monteiro e pelo aluno Cleiton, do Câmpus Curitiba, trouxe indicadores de 2016 para criar um software de inteligência que identifica se o trabalhador está com alguma situação ergonômica inadequada, falta de EPI ou próximo a alguma estrutura que indique perigo. A notificação é em tempo real.

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Cleiton e Pedro, membros da equipe que conquistou o 3° lugar na competição (Foto: Divulgação)

Após 36 horas ininterruptas de competição, os jurados elegeram os melhores projetos de acordo com os seguintes critérios: impacto, viabilidade da implementação, inovação para o mercado, qualidade do produto, criatividade da ideia e aplicação na indústria, sendo este último o critério com maior peso.

Confira os dois primeiros colocados:

1° lugar –  aplicativo que permite ao trabalhador solicitar auxílio caso seja vítima de um acidente de trabalho. A plataforma serve para coleta de dados, aumento da produtividade e aproximação entre empresa e trabalhador.

2° lugar – aplicativo que libera ou proíbe o acesso do trabalhador no ambiente laboral de acordo com o uso de EPIs. Com isso, eles esperam que as empresas diminuam os gastos com indenizações ou processos trabalhistas. O software funciona com um sensor que emite um alerta.

Hackathon Sesi

A maratona de inovações tecnológicas foi realizada nos 24, 25 e 26 de março e reuniu estudantes e profissionais de diversas áreas com um mesmo objetivo: propor soluções para os principais desafios em segurança e saúde nas empresas.

 

Projeto possibilita estudo de topografia por meio de realidade aumentada

Sim, a tecnologia é um dos grandes aliados da educação!

Um exemplo é o projeto SARndbox, realizado no Câmpus Campo Mourão, que faz uso de ferramentas tecnológicas para criar uma simulação de realidade aumentada de relevos topográficos.

“A ideia é integrar um sistema de realidade aumentada com modelos topográficos criados fisicamente, que têm sua superfície escaneada em tempo real. Esses modelos são usados como plano de fundo para uma variedade de efeitos gráficos e simulações”, explica a professora Maristela Mezzomo, orientadora do projeto. O sistema de simulação conta com um computador, um projetor, um sensor de profundidade e uma caixa contendo areia. Tudo bem simples e o legal é que o simulador pode ser manuseado mesmo sem a supervisão de um especialista.

SARndbox simulando um relevo de montanha (Imagem: divulgação)

SARndbox simulando um relevo de montanha (Imagem: divulgação)

A iniciativa do projeto partiu de um grupo de alunos do Curso Técnico Integrado em Informática. “Montamos a SARndbox e apresentamos em uma ação de extensão junto à Diretoria de Relações Empresariais e Comunitárias para a Feira de Ciências e ExpoUT de 2015. Em 2016, a ação virou um Projeto de Recurso Educacional Aberto ligado à Diretoria de Graduação do Câmpus”, comenta Maristela.

Atualmente, a SARndbox é utilizada como ferramenta de apoio didático para aulas que trabalham com a temática ambiental, como nas disciplinas de Geomorfologia (Engenharia Ambiental) e de Geografia I e II (Técnico Integrado em Informática).

“Os resultados têm demonstrado que a SARndbox é uma ferramenta didática interessante, que aproxima o uso de interfaces não-convencionais no ensino, permitindo que alunos, professores e profissionais tenham a oportunidade de interagir a partir da escolha e elaboração de estratégias para agir de modo autônomo. Além disso, a interface permite que o aprendiz explore de forma mais ampla o material educacional, através de uma interatividade ativa e sensorial”, avalia a professora.

SARndbox

Criada originariamente na Universidade da Califórnia (EUA), a SARndbox se popularizou por ser uma proposta interativa que facilita o ensino de temas relacionados à topografia. No Paraná, apenas o projeto do Câmpus Campo Mourão está credenciado junto à coordenação internacional da SARndbox.

Câmpus Cornélio Procópio desenvolve aplicativo com glossário de biologia para alunos surdos

Tecnologia e acessibilidade. O Grupo de Pesquisa em Estudos sobre a Pequena Empresa e o Empreendedorismo do Câmpus Cornélio Procópio desenvolveu um aplicativo com o objetivo de atender a necessidade de acesso aos conteúdos científico-biológicos para alunos surdos do ensino médio, o Glossário de Biologia em Libras (GlossLibras).

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Elaborado a partir de uma pesquisa de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências, Sociais e da Natureza (Câmpus Londrina), de autoria do aluno Julio César Correia, o aplicativo disponibiliza uma série de termos da área das ciências biológicas com as respectivas representações na Língua Brasileira de Sinais (Libras).

A opção de difusão do glossário via aplicativo visa atender um número maior de interessados e contribuir para a assimilação dos sinais. Segundo o professor Jair de Oliveira, coordenador-geral do projeto, o acesso móvel facilita o processo de aprendizado dos alunos, a transmissão dos conhecimentos por parte dos professores e também a tradução dos sinais pelos interpretes. “Espera-se, com esta ação, atender uma demanda latente de mecanismos de apoio para o ensino de biologia no ambiente escolar”, comenta Jair.

O projeto também contou com apoio do Programa de Bolsas para o Desenvolvimento de Recursos Educacionais Aberto, do Programa de Bolsas de Fomento às Ações de Graduação da UTFPR.

O aplicativo está disponível para aparelhos com sistema android e o download pode ser feito gratuitamente.

Estudantes da UTFPR conquistam segundo lugar no Hackathon Paraná 2016

Os estudantes de engenharia do Câmpus Curitiba Diogo Knop e Leonardo de Angelis conquistaram o segundo lugar na Hackathon Paraná 2016, maratona de programação voltada para o desenvolvimento de soluções tecnológicas de interesse público. O evento foi realizado no último dia 9 e reuniu mais de 50 participantes durante as 36 horas ininterruptas de competição.

Diogo e Leonardo desenvolveram um aplicativo capaz de substituir o sistema de bilhetagem eletrônica do transporte público utilizado atualmente. Também faziam parte da equipe os acadêmicos Willian Teleginski (PUC-PR) e Igor Koubetch (UTP).

Os alunos Diogo Knop e Leonardo de Angelis, integrantes da equipe Mobi Dataminer (Foto: Cristiano Sousa)

Os alunos Diogo Knop e Leonardo de Angelis, integrantes da equipe Mobi Dataminer (Foto: Cristiano Sousa)

Segundo Diogo, o projeto também contribui mapear deslocamentos e demandas do transporte público, comparando-se à metodologia de pesquisas “origem-destino”, aplicada atualmente pelas prefeituras municipais. “Esses dados permitem segurança na definição de estratégias de mobilidade urbana e no planejamento do transporte para os anos seguintes”, afirma o estudante de Engenharia Eletrônica.

Outra funcionalidade é poder auxiliar no planejamento de políticas públicas para o setor. É o que destaca o Leonado, acadêmico de Engenharia Civil: “o aplicativo poderá fornecer informações precisas, para que os gestores públicos adequem o transporte de maneira eficiente, direcionando recursos para as linhas de ônibus com maior demanda, ou seja, proporcionando mais investimentos no setor e redução de custos”.

Hackathon Paraná

Lançado no mês de setembro no Câmpus Curitiba, o Hackathon Paraná 2016 tem como objetivo incentivar a criação de soluções inovadoras voltadas à gestão pública. A iniciativa do Governo do Estado do Paraná, por meio da Secretaria Estadual do Desenvolvimento Urbano (Sedu), enfocou nas áreas de “Obras Públicas” e de “Transporte Público”.

 

Alunos da UTF criam sistema para monitorar a qualidade do ambiente de trabalho

Mesmo com todo o cuidado que as empresas têm para não oferecer riscos a seus funcionários, elas ainda estão, eventualmente, sujeitas a isso. E foi pensando nesse quesito que os alunos do Câmpus Curitiba Allan Souza, Tomas Abril, de Engenharia de Computação, e Derick Assunção, de Sistemas de Informação, desenvolveram um software para monitorar a qualidade do local de trabalho. O objetivo é tornar o ambiente coorporativo mais saudável e agradável para seus colaboradores.

O protótipo tem quatro sensores: temperatura, umidade, intensidade sonora e monóxido de carbono. Os sensores são integrados a uma placa principal que envia os dados de leitura dos sensores a um servidor; então, os dados são tratados e podem ser visualizados graficamente. Dessa forma, é possível avaliar diferentes componentes do ambiente de trabalho.

Todo o interesse começou por causa do concurso da Telit Cup Brasil, que premia projetos de tecnologia e startups de inovação desenvolvidos por estudantes. O tema desse ano foi ‘Internet of Things’, e a equipe teve um mês para elaborar um plano de negócio e desenvolver a ideia. Os alunos utilizaram um ambiente de escritório como partida. Apesar de não terem levado o prêmio, a equipe conta que receberá apoio total da Telit para suporte técnico e publicidade quando finalizarem o protótipo, que está sendo aperfeiçoado.

Aluno do sexto período, Allan Souza garante que o projeto já trouxe muitas experiências boas para o grupo e oportunidades para o futuro. “Tivemos a oportunidade de conhecer outros grupos que participaram e seus projetos, além do ótimo retorno que tivemos após apresentarmos o projeto a uma banca avaliadora com empresários de sucesso na área de tecnologia. Tudo isso fez aumentar nossa rede de contatos”, afirma o estudante. A proposta a partir de agora é pensar em formas de adaptar o sistema para diversos ambientes e torná-lo comercialmente viável.