Semana UTForce promove palestras e minicursos na área de mobilidade elétrica

Evento para a galera apaixonada por automobilismo!

O Câmpus Ponta Grossa sedia, entre os dias 22 e 26 de maio, a Semana UTForce 2017, evento que tem como pauta de debates e oficinas a ‘Mobilidade Elétrica e Geração Distribuída’. O objetivo é trazer para o ambiente acadêmico a discussão desta que já está sendo considerada a maior revolução na indústria automobilística desde o século XX.

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A Semana promoverá palestras e minicursos das áreas relacionadas, além de disponibilizar certificado que pode ser utilizado como hora complementar.

A UTForce e-Racing é um projeto de extensão fundado em setembro de 2015 por acadêmicos do curso de Engenharia Eletrônica. Atualmente o projeto UTForce F-SAE e-Racing é composto por mais de 40 estudantes da UTFPR e integra alunos de Engenharia Eletrônica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Tecnologia em Automação Industrial.

A equipe também está inscrita na competição Fórmula F-SAE, uma competição que propicia aos estudantes de engenharia a oportunidade de aplicar na prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula, desenvolvendo um projeto completo.

Para mais informações, acesse a página da equipe.

Projeto de extensão utiliza jogos de tabuleiro como ferramenta de ensino

Nada como aprender se divertindo, não é mesmo?

Esse é o objetivo de um projeto extensão dos Câmpus Cornélio Procópio e Londrina que utiliza jogos de tabuleiro como ferramentas de ensino. O projeto é coordenado pelo Laboratório Universitário de Desenvolvimento de Inteligências e Cognições (Ludico).

Nos eventos do projeto, além de muitos jogos, rola também debates sobre como essa prática pode auxiliar o processo de ensino-aprendizagem, história dos jogos de tabuleiro, e desenvolvimento e criação de novos jogos.

Evento realizado no último dia 25 no Câmpus Londrina (Foto: Divulgação)

Evento do Ludico realizado no último dia 25 no Câmpus Londrina (Foto: Divulgação)

Segundo o professor Mauricio Iwama Takano, um dos coordenadores do projeto, muitos estudos já comprovam que o “brincar” é uma das atividades onde as pessoas mais conseguem desenvolver suas diversas inteligências. “Durante um simples jogo de tabuleiro, o participante pode desenvolver desde sua inteligência interpessoal até sua inteligência lógico-matemática. Cada jogo ajuda a desenvolver uma inteligência diferente”, comenta. Os eventos são sempre gratuitos e abertos aos públicos interno e externo.

Evento do último dia 25 reuniu mais de 140 participantes (Foto: Divulgação)

Evento do último dia 25 reuniu mais de 140 participantes (Foto: Divulgação)

Ficou a fim de participar? Marque na sua agenda: o próximo evento será realizado no dia 29 de abril, das 10h às 20h, no Câmpus Londrina, e fará parte do Dia Internacional do Jogo de Tabuleiro. Para esta próxima edição, também estão sendo planejadas algumas atrações diferenciadas como, por exemplo, jogos em tamanho gigante, onde os jogadores poderão fazer parte do jogo como se fossem peças do tabuleiro, e um escape room, uma espécie de sala temática que funciona como jogo de imersão onde o objetivo é encontrar uma ‘saída’ dentro de um tempo pré-determinado.

Para saber de outros eventos, basta colar na fan page do Ludico 😉

 

 

Onde está a química?

Uma universidade de portas abertas. O projeto de extensão Onde está a química? Uma investigação prática no cotidiano do aluno de ensino médio, desenvolvido no Câmpus Guarapuava, atraiu estudantes da rede pública de ensino da cidade para conhecerem mais de perto a UTFPR.

“O objetivo é dar a oportunidade a todos os alunos da escola, em um dos anos do ensino médio, a terem aulas experimentais em laboratório”, explica a professora Marilei de Fátima Oliveira, coordenadora da ação. Nesta edição do projeto já foram contemplados 45 alunos.

O curso também pretende auxiliar na formação dos alunos, desenvolvendo as suas competências e habilidades, para que eles possam avaliar a aplicabilidade de seus conhecimentos teóricos em situações práticas do cotidiano.

“O início do projeto foi muito satisfatório, pois se trata de adolescentes de um bairro carente da cidade, e o prédio da escola a qual frequentam é do município, e, portanto, dividem a mesma estrutura com o ensino fundamental. Desta forma, sem o auxílio de um projeto como esse, não teriam a oportunidade de acesso a aulas experimentais”, ressalta a professora Marilei.

O curso possui uma carga horária de 4 horas/mês e é desenvolvido com o auxílio dos monitores Estela Rosa Gomes Faroni e Danilo Rodrigues de Moura, do curso de Engenharia Mecânica.

Alunos do Câmpus Medianeira participam do Projeto Rondon 2015

Conhecimento a serviço da comunidade. O Câmpus Medianeira da UTFPR participou entre os dias 10 e 26 de julho da Operação Bororos, do Projeto Rondon, em Porto Estrela (MT), às margens do Rio Paraguai.

Na cidade, com um pouco mais de 3.900 habitantes, foram realizadas oficinas em diversas comunidades rurais. Ao final da operação, a equipe de rondonistas da UTFPR capacitou 31% da população do município, maior índice em termos percentual de toda operação. Também foram realizadas diversas consultorias para administração municipal, com temáticas relacionados ao planejamento ambiental, plano diretor e ações voltadas para o desenvolvimento de trabalho e renda.

Para que a equipe estivesse preparada para enfrentar os desafios que o Rondon proporciona, os professores trabalharam com atividades prévias ainda no mês de abril. Inicialmente, foi ensinado aos alunos o Inventário de Habilidades Sociais (IHSA-DelPrette), ferramenta que serviu de base para a capacitação dos estudantes, primeiro com um curso de oratória e comunicação e depois o planejamento da realização de diversas oficinas experimentais.

E quem disse que apenas a população de Porto Estrela saiu ganhando nessa história? A comunidade de Medianeira também se beneficiou com oficinas preparatórias realizadas pelos rondonistas. Entre as atividades, a equipe realizou um curso sobre a instalação e uso da lousa digital, onde foi possível capacitar os professores da rede municipal de educação de Medianeira.

“A nossa participação superou as expectativas e com certeza o sucesso da operação em Porto Estrela foram méritos da dedicação, profissionalismo, capacidade técnica e da superação de todas as limitações por parte de nossos alunos”, comenta o professor Marlos Wander.

“A sensação que fica foi a de que estávamos preparados para tudo, que iríamos transformar as pessoas do município atendido, e acreditamos que alcançamos esse objetivo.  A camiseta amarela do Projeto Rondon pode sair do nosso corpo, mas o Rondon nunca mais sairá da nossa pele”, finaliza o professor.

Fizeram parte da equipe dois professores, Carlos Aparecido Fernandes e Marlos Wander Grigoleto, e oito alunos: Aline Cavalli, Edward Seabra Junior, Flavia Kimi Miyamoto, Flavio Piekarzewicz da Silva, Ítala Maria Gouveia Marx, Maria Luiza Piaia, Mateus Mestriner Pituco e Zayra Aparecida Frassetto, Gabriel Taccolini Papp e Leonardo Elias Franco de Lima.

Sobre o projeto

O Projeto Rondon tem como objetivo fazer com que os estudantes participem dos processos de desenvolvimento local sustentável e de fortalecimento da cidadania, ou seja, o acadêmico repassa o conhecimento adquirido na universidade para a comunidade local. A coordenação geral da iniciativa é do Ministério da Defesa.

Dia do Meio Ambiente: um dia para celebrar trabalhando

Há 43 anos era realizada na Suécia a Primeira Conferência Mundial sobre o Homem e o Meio Ambiente. A data desse primeiro esforço em escala global para tratar de problemas ambientais e da importância da preservação dos recursos naturais, passou a ser considerada o Dia Internacional do Meio Ambiente. Voltando a 2015, o Blog do Aluno aproveita a ocasião para homenagear a todos os alunos e professores que se debruçam sobre o tema, mostrando três projetos de pesquisa relacionados à área e desenvolvidos na UTF.

No Câmpus Dois Vizinhos uma equipe de pesquisadores liderada pela professora Flávia Brun vem desenvolvendo o projeto “Avaliação do Potencial de Sequestro de Carbono por Espécies Arbóreas Empregadas na Arborização Urbana”. O propósito é avaliar o potencial e também indicar espécies para arborização urbana, com finalidade de “sequestrar” carbono atmosférico – um dos principais gases responsáveis pelas mudanças climáticas globais atuais. Em função das emissões de veículos motorizados e indústrias, os meios urbanos têm a concentração desse gás bastante elevada. As árvores, através da fotossíntese, são capazes de “sequestrar” o carbono, armazenando-o em seus tecidos – folhas, galhos, madeira e raízes -, e liberar o oxigênio novamente para atmosfera, melhorando a qualidade do ar das cidades.

A ideia é que, depois de determinado o potencial de sequestro de carbono das espécies atualmente estudadas –  11 ao total -, e outras que virão a ser pesquisadas futuramente, poderá construir-se protocolos técnicos voltados para gestores públicos municipais, indicando quais são as melhores espécies para ajudar a melhorar da qualidade do ar de nossas cidades. Além disso, o projeto prevê a possibilidade de gerar renda para municípios brasileiros com a venda de créditos de carbono, a exemplo do que já acontece em cidades referência para o estudo, como Santa Mônica na Califórnia (EUA). O lucro poderia ser reinvestido na melhoria da qualidade da arborização urbana da cidade e na qualidade de vida de sua população.

O projeto de pesquisa vem sendo desenvolvido na área urbanizada da cidade de Dois Vizinhos pelos acadêmicos do curso de engenharia florestal integrantes do Grupo de Pesquisa em Silvicultura e Ecologia Urbana: Charles Coelho, Bruna Pereira, Michel Kuhn, Welton Vieira, Keliani Carolino e Ruth Oliveira. Se você quer ir mais a fundo no projeto, pode acessar a página do grupo.

Equipe de pesquisa de Dois Vizinhos liderada pela professora Flávia Gizele König Brun

Vamos aO Câmpus Francisco Beltrão. É lá que, desde 2014, a professora Priscila da Conceição lidera um projeto de pesquisa “Desenvolvimento e Implementação de um Programa de Gerenciamento dos Resíduos Sólidos do Câmpus Francisco Beltrão”. O projeto tem por objetivo colaborar com o meio ambiente adequando às leis vigentes a destinação dos resíduos sólidos gerados no campus.

Os pesquisadores, além de levantamentos bibliográficos, realizam diagnósticos da situação atual da gestão dos resíduos, a organização dos coletores em recicláveis e não recicláveis, levantamentos quanto o conhecimento da comunidade acadêmica sobre o tema, divulgação do trabalho e, por fim, práticas de sensibilização ambiental – que podem ser acompanhadas no Face do projeto.

No programa, já trabalharam os alunos Douglas da Roza, Karen Rodrigues de Conto e Juliana Biluca, que deram lugar aos estudantes Bruno Tuchlinowicz, Juan Restrepo, Maico Chiarelotto, Thiago Badotti e Willian Do Prado. Todos do curso de engenharia ambiental.

Organização das lixeiras em resíduos recicláveis e não recicláveis: uma das ações do grupo liderado pela professora Priscila Soraia da Conceição

Em Curitiba, a professora Juliana Weber desenvolve o projeto de pesquisa “Materiais Poliméricos e o Meio Ambiente: Reciclagem e Biodegradação”. Realizado no Laboratório de Materiais Poliméricos do Departamento Acadêmico e de Química e Biologia da Sede Ecoville. O estudo é dividido em dois planos de trabalho.

O primeiro tem o nome de “Caracterização de resíduos de poli(cloreto de vinila) visando reciclagem química” e trabalha com o famoso PVC, um dos termoplásticos mais produzidos no mundo. Barato e versátil, usado desde construções civis até em áreas médicas, o PVC traz um grande desafio no seu pós-uso. A alternativa a esse problema é a reciclagem – seja mecânica, química ou energética -, e é aí que pesquisa entra. Os estudos têm como objetivo caracterizar diferentes resíduos de PVC pós-consumo (lonas e perfis), visando uma potencial reciclagem química destes materiais. Além da Juliana, o projeto também conta com o trabalho da aluna do curso de bacharelado em química Evelyn Marculino.

O segundo plano de trabalho tem a ajuda da aluna do curso de tecnologia em processos ambientais Fernanda Ferreira e do ex-aluno do curso de bacharelado em química Alfredo Leithold Neto, e recebe o título de “Materiais utilizados para proteção de equipamentos sensíveis: a importância da biodegradação em solo simulado”. Os pesquisadores estudam o poliestireno expandido (EPS), também conhecido como Isopor® . Ou melhor: estudam uma alternativa a ele.

O EPS é hoje amplamente utilizado em embalagens de proteção para transporte de equipamentos sensíveis em razão de suas qualidades – propriedade isolante e de resistência à compressão, por exemplo. Mas, a exemplo do PVC, ele pode ser um problema se descartado incorretamente, além de ser um material que requer o uso de fontes não renováveis. Em busca de materiais semelhantes ao EPS, mas biodegradáveis, o trabalho do grupo avalia a biodegradação, em solo simulado, de poliuretanos industriais, desenvolvidos para proteção de equipamentos sensíveis e comercialmente denominados bioespumas®, comparando com o EPS.

E aí, gostou? A UTF abriga diversas outras pesquisas que se relacionam ao meio ambiente. Para conhecê-las, basta acessar a página de Pesquisa e Inovação da Universidade. Feliz Dia do Meio Ambiente! :)