Alunos organizam impressora colaborativa em Medianeira

00642_impressorafeliz_final_final_3977896805138860745Porque os desafios acadêmicos podem ser facilitados através da criatividade.

A galera do DCE do Câmpus Medianeira da UTFPR, com o apoio da diretoria do Câmpus, criou o “Cópia Honesta”, que é um espaço com impressoras comunitárias onde os alunos fazem impressões e cópias por apenas cinco centavos. Incrível, não é?!

A ideia surgiu após a empresa que disponibilizava o serviço de cópias e impressões aos estudantes não poder mais atender, fazendo com que os alunos pensassem na solução ideal para o problema. Então, resolveram entrar em contato com a diretoria do Câmpus para apoiar um projeto que, além de ser de livre uso, requer honestidade e o cuidado com os equipamentos de todos os alunos.

E o mais legal de tudo isso, é que a iniciativa tem dado certo! Os alunos têm contribuído corretamente na caixinha das moedas e levado suas próprias folhas de sulfite. Além disso, outro ponto super legal é que o Cópia Honesta despertou o senso de sustentabilidade nos alunos, que agora usam os dois lados da folha e reutilizam folhas de rascunho para imprimir.

O presidente do DCE, Vinicius Welter Goulart, conta que o foco do projeto não é somente suprir a necessidade dos alunos, mas também fomentar e incentivar a honestidade: “Se não forem honestos, todos os alunos vão ficar sem xerox pois as moedinhas servem para manter o projeto”.

Flávio Feix, diretor-geral do Câmpus Medianeira, apoiou a iniciativa desde o início e conta que o retorno tem sido positivo e gratificante. “[Os alunos] sabem da importância social deste projeto e respeitam as regras sociais impostas por eles mesmos; isto é, o projeto tem vida até que ele consiga se manter com as contribuições voluntárias. O que se percebe são alunos muito motivados com a iniciativa e dispostos a colaborar para que a proposta tenha êxito e continuidade”, conta.

E você, que tal levar essa inciativa criativa para o seu câmpus?

Câmpus Dois Vizinhos coquista prêmio de sustentabilidade do Sesi-PR

Aqui na UTF logo a gente aprende que todo conhecimento deve ser compartilhado. É assim com galera do Câmpus Dois Vizinhos envolvida  no “Dois Vizinhos mais verde: programa de arborização participativa para a sustentabilidade urbana de Dois Vizinhos/PR”, que reúne experiências desenvolvidas para promoção da sustentabilidade socioambiental urbana.

Segundo a professora Flávia Brun, uma das coordenadoras do projeto, o objetivo era aplicar concretamente conhecimentos adquiridos as disciplinas de arborização urbana. “Com base em todo o arcabouço teórico recebido em sala de aula, os alunos realizam diagnósticos na área selecionada, reuniões com os empresários e entidades parceiras, bem como ouvem a população em geral que também é usuária dos espaços públicos e, posteriormente, desenvolvem todas as etapas de um projeto de arborização, contemplando os anseios e percepções dos diversos atores envolvidos no processo”, comenta.

Solenidade de entrega do prêmio na Fiep, em Curitiba (Foto: Divulgação/Fiep)

Solenidade de entrega do prêmio na Fiep, em Curitiba (Foto: Divulgação/Fiep)

O resultado é que galera levou para o Câmpus Prêmio SESI Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 2016 na área de Prosperidade e cuidados com o Planeta, categoria instituição pública. A solenidade de premiação foi realizada no último dia 23 de novembro na sede da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), em Curitiba.

Também participam do projeto a Associação Empresarial de Dois Vizinhos (ACEDV) e a Prefeitura Municipal.

UTF Games desenvolve projeto de inclusão digital em Cornélio Procópio

Tecnologia a serviço da inclusão social. É com esse objetivo que o Laboratório de Games do Câmpus Cornélio Procópio, UTF Games, realiza um projeto que utiliza ferramentas e tecnologias digitais para auxiliar na inclusão social de adolescentes em situação de vulnerabilidade.

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O “Game Cidadão”, nome oficial do projeto, já teve, inclusive, financiamento aprovado pelo Criança Esperança em 2014 – com execução em 2015. E tudo começou com a ONG Espaço Jovem Evolução, por conta de uma preocupação com o futuro de jovens em situação de vulnerabilidade social ou pessoal, vítimas de negligência familiar ou em conflito com a lei. Assim, em maio de 2014, a ONG realizou uma visita ao Câmpus Cornélio Procópio, e este foi o primeiro contato entre a Universidade e os adolescentes. A partir disso, a UTFPR passou a ser a parceira executora do projeto. Com os recursos investidos, foi possível realizar a compra de livros, celulares, tablets, e até uma impressora 3D.

O coordenador do projeto, professor Alexandre Paschoal, conta que a execução do projeto só foi possível graças à colaboração de alunos e professores que trabalharam de forma voluntária. Foram mais de 15 alunos do Campus Cornélio Procópio envolvidos durante um ano, além de professores e empresários da região.

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Criação de personagens para games ainda no papel

Segundo Paschoal, as habilidades desenvolvidas durante o processo foram desde planejar aulas e conteúdos até aprender técnicas de ensino e aplicá-las em sala de aula. “Os alunos participaram efetivamente no desenvolvimento do conteúdo e aulas do projeto como monitores, o que foi um grande aprendizado, dado que o público atendido foi totalmente diferente do público universitário”, ressalta o professor.

Após as férias de 2015, o projeto volta com tudo já neste mês de abril. Legal, né? Uma ótima oportunidade para os alunos aplicarem e disseminarem os conhecimentos adquiridos.

Alunos da Engenharia Ambiental implantam coleta seletiva em escola infantil

Porque todo conhecimento tem que circular!

Estudantes de Engenharia Ambiental do Câmpus Londrina implementaram um projeto de coleta seletiva em uma das escolas públicas da cidade, o Centro de Educação Infantil Eurípedes Barsanulfo.

O projeto vem desde o início do segundo semestre letivo, quando os alunos começaram a disciplina de Gerenciamento e Tratamento de Resíduos Sólidos. Após estudarem a teoria, os alunos foram desafiados a realizar na prática o que haviam aprendido. Iniciaram, assim, as atividades a partir de um diagnóstico da situação do gerenciamento de resíduos na instituição (in loco) e, em seguida, partiram para o planejamento e execução da ação:

  • confecção de lixeiras;
  • transformação de uma caixa d’água em abrigo para os resíduos recicláveis até o momento da coleta;
  • confecção de adesivos para a identificação das lixeiras;
  • produção e impressão de cartilhas para as crianças e apostilas para a orientação dos professores.

“Todo o processo de concepção e realização do trabalho foi muito interessante, engrandecedor e gratificante, principalmente porque sabemos que o resultado de nossos esforços irá acrescentar na formação das crianças da Casa do Caminho e ensiná-las um pouco da cidadania que lhes será cobrada no futuro. Fico muito feliz e satisfeita por ter aprendido o conteúdo da disciplina de forma tão maravilhosa e generosa”, comenta a acadêmica Isabela Moreira.

Alguns registros da atividade 😉

 

 

Tecnologia e inclusão

 

A vida das pessoas com deficiência é repleta de desafios. Em muitos, a tecnologia pode ser uma importante aliada. É o caso, por exemplo, do relógio desenvolvido pelos alunos Felipe Gonsalez Honório e Jean Michel Wolf e apresentado como Trabalho de Conclusão do Curso (TCC) de Engenharia Elétrica (Câmpus Curitiba).

Protótipo do modelo apresentado como TCC de Engenharia Elétrica (Imagem: Reprodução/Ascom-CT)

Protótipo do modelo apresentado como TCC de Engenharia Elétrica (Imagem: Reprodução/Ascom-CT)

Destinado especificamente a deficientes auditivos, o dispositivo (foto ao lado) funciona por meio da comunicação bluetooth com um smartphone e, através de vibrações e alertas visuais, auxilia o usuário em diversas tarefas do cotidiano como, por exemplo, atender a um telefonema, enviar/receber mensagens SMS, acordar no horário com o alarme do aparelho celular ou se programar através de uma agenda eletrônica.

Tudo é gerenciado por um aplicativo próprio, o Lepee, que permite configurar as atividades a serem acionadas no relógio. O produto conta ainda com uma bateria recarregável via micro USB.

Segundo os estudantes, existem outros modelos no mercado que buscam atender as mesmas necessidades, entretanto, o mais simples disponível não é encontrado por menos de R$ 500. A pretensão é que o custo total do produto não ultrapasse os R$ 250.

Um bom exemplo de como o conhecimento pode ser voltado para os que mais necessitam! 😉