Programa Paulo Freire de Mobilidade Acadêmica

Você estuda alguma licenciatura na UTFPR?

Olha só: a Pró-Reitoria de Graduação e Educação Profissional (Prograd) está com edital publicado para a seleção de um estudante de licenciatura para o Programa Paulo Freire de Mobilidade Acadêmica.

Programa de Mobilidade Academica - Colombia-Inscricoes ate 8-01

A seleção é destinada aos estudantes regularmente matriculados nos cursos de licenciatura da UTFPR. No momento da candidatura, é exigido que o aluno tenha cumprido entre 25% e 75% da carga horária necessária para integralização curricular; e comprove coeficiente de rendimento mínimo de 0,6.

As inscrições devem ser feitas no período de 1° a 8 de março mediante o envio da documentação exigida em envelope lacrado para a Prograd, via Sedex, para o endereço descrito no edital. A seleção do bolsista se dará pela análise do Curriculum Lattes e do Coeficiente de Rendimento.

O estudante selecionado cursará o segundo semestre letivo de 2017 na Universidad Pedagógica Nacional, na Colômbia, e receberá como benefício uma bolsa de auxílio transporte, paga pela UTFPR, no valor de até R$ 2.900; e US$ 4 mil para despesas com alojamento e alimentação, pagos pelo próprio Programa.

Sobre o Programa

Coordenado pela Organização de Estados Ibero-Americanos (OEI), o Programa de Mobilidade Paulo Freire tem por objetivo promover o intercâmbio de estudantes universitários em cursos de formação de professores, por meio de acordos de cooperação entre governos ibero-americanos e instituições de educação superior dos seus países.

Mobilidade Estudantil Nacional 2016.1

Oportunidade para a galera de outras universidade que está a fim de fazer parte da graduação na UTFPR!

Estão abertas, até 18 de dezembro, as inscrições para o programa de Mobilidade Estudantil Nacional. Ao todo, são 223 vagas em cursos de 12 câmpus da Instituição.

Podem participar da seleção, estudantes regularmente matriculados em cursos de graduação em Instituições Federais de Ensino Superior no Brasil ou em Instituições de Ensino Superior paranaenses, conveniadas com a UTFPR, e que já tenham cursado e concluído, no mínimo, 20% da carga horária de integralização do curso de origem, bem como tenham, no máximo, duas reprovações acumuladas nos dois períodos letivos que antecedem o pedido de mobilidade.

Os interessados devem enviar a documentação listada no item 6 do edital, via Sedex com “Aviso de Recebimento” (AR), à Direotoria de Relações Interinstitucionais da UTFPR, Av. Desembargador Westphalen, 637 – Bloco J1. CEP: 80010-110 – Curitiba (PR). Para validar a inscrição, o estudante deve ainda enviar e-mail para dirinter@utfpr.edu.br, informando seu nome completo, o código de localização do SEDEX, a data da postagem nos Correios, o câmpus e o curso escolhidos.

No caso do número de pedidos de inscrição superar o número de vagas ofertadas, a seleção adotará como critério o menor número de reprovações em disciplinas do curso. O desempate será feito como base nos seguintes critérios, em ordem sequencial: maior percentual cursado da carga horária obrigatória total do curso na instituição de origem; maior idade; maior coeficiente de rendimento do aluno, incluindo-se as reprovações.

Para mais informações, não deixe de consultar os documentos do processo seletivo:

Edital de Mobilidade Estudantil Nacional
Anexo I
Anexo II
Anexo III

 

Programa de mobilidade estudantil publica editais para o 2° semestre de 2015

Atenção, futuros intercambistas! A UTFPR acaba de publicar dois editais de mobilidade para o segundo semestre de 2015: o primeiro para o Programa de Mobilidade Estudantil Nacional e o segundo para o Programa de Mobilidade Acadêmica Nacional Andifes – Santander.

Programa de Mobilidade Estudantil Nacional (PMEN)

O programa  possibilita ao estudante da UTFPR cursar disciplinas, por um período pré-determinado, em outras instituições brasileiras de ensino superior, federais e estaduais do Paraná.

Pode se inscrever o aluno regularmente matriculados na UTFPR que tenha cursado, no mínimo, 20% da carga horária do curso e possua, no máximo, duas reprovações acumuladas nos dois períodos letivos que antecedem o pedido de mobilidade. Confira os cursos que participam desse edital.

As inscrições vão de 10 a 20 de julho. Os custos do intercâmbio são de responsabilidade do estudante.

Programa de Mobilidade Acadêmica Nacional Andifes – Santander

Este programa abre as portas para o intercâmbio entre as universidade federais oferecendo cinco bolsas no valor de R$ 3 mil.

Entre as exigências para candidatura, estão:
– Não ser provável formando no período de realização da mobilidade.
– Não ter sido beneficiado por qualquer bolsa do Programa Santander Universidades.
– Já ter feito a solicitação de mobilidade acadêmica e obtido o aceite para o 2º semestre de 2015, conforme período estabelecido.

O período de inscrições está aberto e vai até 24 de julho. O candidato deve encaminhar a documentação pedida no edital  por e-mail para a Diretoria de Relações Interinstitucionais.

Ficou interessado? Então, leia direitinho os editais e caso haja dúvida, entre em contato com o Derint do seu câmpus. Boa sorte. 😉

Inscrições abertas para o Programa de Mobilidade Estudantil 2015

Está a fim de uma aventura acadêmica em próprio território nacional? É isso que o Programa de Mobilidade Estudantil pode lhe oferecer :D. O programa, que é um convênio entre instituições federais de ensino superior paranaenses e nacionais (através do Programa Andifes) está com matrículas abertas até o dia 13 de Março. Ou seja, corra que ainda dá tempo de aproveitar a oportunidade.

São 199 vagas, disponibilizadas por curso, para o estudante que pretende cursar algumas disciplinas em outra instituição para ~agregar~ no currículo 😉 Poderão participar alunos regularmente matriculados que tenham cursado, no mínimo, 20% da carga horaria do curso e que tenham, no máximo, duas reprovações acumuladas em períodos letivos que antecedem o período de inscrição.

Para isso, basta levar a documentação exigida (histórico escolar, cópias de RG e CPF, atestado de matrícula etc) ao Departamento de Relações Internacionais (Derint) do câmpus* onde o curso é ofertado.

Para saber mais sobre o programa, confira o edital.

Já para saber as instituições cadastradas, clique aqui.

*Apenas os Câmpus Guarapuava e Santa Helena não participam desta edição do Programa.

 

Experiência sem fronteiras

 

Conhecer outras culturas, aprender um novo idioma, aperfeiçoar a formação profissional, viver longe da família e amigos… Ufa! Sem dúvidas, o intercâmbio é uma das experiências mais desafiadoras na vida dos jovens universitários.

No câmpus da UTFPR em Toledo, por exemplo, vários alunos já participaram dessa experiência a partir do programa Ciência sem Fronteiras e, ao retornar, compartilharam um pouco da vivência que tiveram durante o período que estiveram no exterior.

Quer conferir?! :)

Ana Claudia Bergmann, acadêmica do 7º período de Engenharia Civil, ficou 16 meses em Ontário, no Canadá, tempo em que estudou na Algonquin College. A aluna conta que nos primeiros meses focou seus estudos no aprendizado do idioma, até se sentir preparada para cursar oito disciplinas da sua graduação. Um dos diferenciais, segundo Ana Claudia, era o grande o número de atividades extraclasse solicitadas pelos professores.

“A Algonquin College possui uma excelente estrutura física, principalmente para a área de engenharia civil, com edificação projetada para ressaltar a importância com os cuidados com meio ambiente e sustentabilidade. Também possui uma admirável estrutura para o desenvolvimento de prática esportiva e isto é bem visível no espaço acadêmico. Além dos times compostos por diversas modalidades esportivas, tinha academia de ginástica e aulas de yoga para os alunos, comenta a estudante que, inicialmente, dividiu uma casa com outros intercambistas do Ciência sem Fronteiras, mas depois foi morar em uma casa de família, oportunidade que proporcionou uma maior imersão na cultura local.

Ana Claudia Bergmann, estudante de Engenharia Civil do Câmpus Toledo em Toronto, no Canadá. (Foto: Arquivo Pessoal)

Algonquin College, universidade em que Ana Claudia estudou em Toronto, no Canadá, através do Ciência Sem Fronteiras. (Foto: Reprodução/Web)

Outro aluno a participar do Programa foi o Guilherme Barbosa Leite, estudante de Engenharia Elétrica e que, por 18 meses, estudou na University of Sydney, na Austrália. Em relação às diferenças didáticas entre professores australianos e brasileiros, Guilherme compara que “lá, os professores iniciam suas aulas e disponibilizam todo o material online, e, a partir desse momento, o aluno é que tem responsabilidade de seguir todo o conteúdo e estudar antecipadamente para as aulas. O professor conta com isso, e em nenhum momento espera aqueles que não estão estudando”.

O aluno também destaca o bom desempenhos dos alunos brasileiros nas universidades estrangeiras: “Há brasileiros que já receberam propostas de mestrado e de emprego em universidades do programa, como é o caso de um amigo meu da área de Engenharia Elétrica que está no Canadá”,

University of Sydney, na Austrália, onde Guilherme estudou durante 18 meses. (Foto: Reprodução/Web)

Já a aluna Kellyn Maressa Pufal, do 5ª período do curso de Engenharia Civil, comenta o quão intenso foi o intercâmbio que fez na Loyola Marymount University, localiza em Los Angeles, Estados Unidos. “O nível de dificuldade das disciplinas cursadas em Marymount era similar ao nível da UTFPR. A única diferença foi a quantidade de ‘homework’ – tarefa de casa – que a universidade norte-americana solicitava. Eu ficava a maior parte do tempo estudando! Foram poucas vezes que consegui fazer viagens a passeio. Durante o verão norte-americano, fiz uma disciplina de férias, chamada Summer Class e, somente ao seu término, consegui tirar uns dias de folga para conhecer algumas cidades nos estados de Kentucky, Illinois e Wisconsin”, conta a estudante que cursou dez disciplinas e obteve conceito ‘A’ em sua maioria.

“Outra questão que marcou foram os laboratórios do curso que, além de serem disponibilizados para as aulas teóricas, também eram utilizados para o estudo extraclasse. Os laboratórios eram equipados com computadores, sofás e mesas para estudarmos. Também contávamos com a ajuda de monitores. Muitas vezes, os professores das disciplinas passavam nestes laboratórios para observarem se os alunos estavam estudando, se estavam desenvolvendo as atividades solicitadas durante as aulas e nos auxiliavam com outros assuntos acadêmicos”, completa.

Kellyn Maressa Pufal em frente ao teatro da Loyola Marymount University, em Los Angeles, onde estudou por 16 meses através do Ciência sem Fronteiras. (Foto: Arquivo Pessoal)

Gostou? Pois veja só que notícia legal: o Câmpus da UTFPR em Campo Mourão acabou de firmar parceria com Instituto Politécnico de Bragança, em Portugal, para a dupla diplomação dos alunos de Engenharia Ambiental. A iniciativa possibilita o intercâmbio de até quatro alunos e também a cooperação técnico-científica entre professores das instituições. O edital de seleção deve ser publicado ainda neste semestre.