Compute você mesm@: inclusão e informática

Alunos do Câmpus Curitiba participam de um projeto que tem por objetivo valorizar o saber na área de computação através da inclusão social. A ideia é aproximar grupos de minorias sociais, como mulheres e imigrantes, aos trabalhos de computação e proporcionar inclusão social por meio das Tecnologias de Informação e Comunicação.

A iniciativa do Compute Você Mesm@ é da professora Marília Amaral, do Departamento Acadêmico de Informática, e conta com a participação do doutorando Leander Oliveira e dos graduandos Caroline Alves, Lucas Fogaça e Pedro Henrique Auceli, do curso de Bacharelado em Sistemas de Informação. O projeto teve início em 2013 e, até o momento, já foram realizadas 20 oficinas e workshops, seis recursos educacionais abertos e dois trabalhos publicados em anais de evento.

Pedro Henrique conta que começou a participar do projeto por querer entender mais sobre o curso fora da sala de aula: “o projeto ampliou minha visão, me mostrou como o curso funciona além das aulas. Eu acreditava que o futuro no curso seria só programação, mas graças ao projeto percebi que a programação é apenas uma parte”.

O projeto envolve a qualificação de escolas para a capacitação de minorias em áreas de computação e aproxima as Instituições de Ensino Superior às escolas estaduais, criando assim um laço com os alunos desde o ensino médio até a graduação. Afinal, inclusão é tudo.

UTF Games desenvolve projeto de inclusão digital em Cornélio Procópio

Tecnologia a serviço da inclusão social. É com esse objetivo que o Laboratório de Games do Câmpus Cornélio Procópio, UTF Games, realiza um projeto que utiliza ferramentas e tecnologias digitais para auxiliar na inclusão social de adolescentes em situação de vulnerabilidade.

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O “Game Cidadão”, nome oficial do projeto, já teve, inclusive, financiamento aprovado pelo Criança Esperança em 2014 – com execução em 2015. E tudo começou com a ONG Espaço Jovem Evolução, por conta de uma preocupação com o futuro de jovens em situação de vulnerabilidade social ou pessoal, vítimas de negligência familiar ou em conflito com a lei. Assim, em maio de 2014, a ONG realizou uma visita ao Câmpus Cornélio Procópio, e este foi o primeiro contato entre a Universidade e os adolescentes. A partir disso, a UTFPR passou a ser a parceira executora do projeto. Com os recursos investidos, foi possível realizar a compra de livros, celulares, tablets, e até uma impressora 3D.

O coordenador do projeto, professor Alexandre Paschoal, conta que a execução do projeto só foi possível graças à colaboração de alunos e professores que trabalharam de forma voluntária. Foram mais de 15 alunos do Campus Cornélio Procópio envolvidos durante um ano, além de professores e empresários da região.

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Criação de personagens para games ainda no papel

Segundo Paschoal, as habilidades desenvolvidas durante o processo foram desde planejar aulas e conteúdos até aprender técnicas de ensino e aplicá-las em sala de aula. “Os alunos participaram efetivamente no desenvolvimento do conteúdo e aulas do projeto como monitores, o que foi um grande aprendizado, dado que o público atendido foi totalmente diferente do público universitário”, ressalta o professor.

Após as férias de 2015, o projeto volta com tudo já neste mês de abril. Legal, né? Uma ótima oportunidade para os alunos aplicarem e disseminarem os conhecimentos adquiridos.

Estudantes do Câmpus Pato Branco desenvolvem projeto para inclusão digital

Porque todo conhecimento deve ser compartilhado, não é mesmo? 😉

A galera do Câmpus Pato Branco, em parceria com a Prefeitura do Município, lançou no último dia 25 o programa Escola Pato Branco Digital. A iniciativa consiste na oferta de 1.500 vagas gratuitas, no período de dois anos, para capacitação e qualificação profissional de alunos de instituições públicas de ensino, de entidades assistenciais de Pato Branco que possam ter a inclusão digital como uma oportunidade de trabalho e cidadania, e de mulheres e idosos.

escola_pato_branco_digitalA ideia foi elaborada pelos professores Beatriz Terezinha Borsoi e Fábio Favarim, do Departamento Acadêmico de Informática, mas será tocada pelos alunos dos cursos de Engenharia de Computação e de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistema.

O projeto contempla cursos nas áreas de: sistemas operacionais, navegadores web e email, editores de texto e planilhas eletrônicas, Arduino, Lego Mindstorms, desenvolvimento de páginas web e introdução à programação.

Para o professor Fábio Favarim, “a execução do projeto é uma forma de o DAINF possibilitar o acesso da comunidade às instalações da UTFPR, contribuir para reduzir lacunas de acesso à informação e conhecimento do uso de meios que permitam esse acesso, despertar interesse por cursos de áreas técnicas; e colaborar para melhoria do seu entorno social”, destacou.

“A participação dos alunos nessas atividades é uma forma deles retribuírem à sociedade a contribuição que recebem da mesma para estudar em uma Universidade Pública”, completa a professora Beatriz.

Parabéns, galera, pela iniciativa! 😀

Ah, e se você mora em Pato Branco e ficou interessado no curso, fique ligado aqui no Blog do Aluno para saber o início das inscrições.

Câmpus Londrina desenvolve projetos para inclusão digital da terceira idade

Foram retomadas, em Londrina, as atividades dos projetos de extensão “Vivenciando a Inclusão Digital” e “Alfabetização Digital e Internet na Terceira Idade”. Iniciativa da UTF em parceria com a Secretaria Municipal do Idoso, os dois projetos têm como propósito capacitar idosos com noções básicas de informática, comunicação digital e utilização da internet.

Os cursos, realizados desde 2013, contam com 15 alunos voluntários em cada turma, que se prontificam ao auxílio individual de cada idoso, além de servidores da UTF. O projeto “Vivenciando a Inclusão Digital” está em sua segunda turma, e é ministrado pela professora da UTF Regina Sayuri Kainuma Yamada. Já o “Alfabetização Digital e Internet na Terceira Idade”, está finalizando o curso com a sua primeira turma e é liderado pela professora Nazira Hanna Harb.

A ideia do projeto nasceu da necessidade de responder as demandas da sociedade em que o câmpus está inserido, explica a professora Andréa Maria Baroneza, coordenadora do projeto. Segundo ela, o vínculo com o Centro de Convivência do Idoso da Zona Leste de Londrina trouxe a visão da necessidade de ações por parte de servidores e alunos que pudessem oferecer apoio à inclusão digital dos idosos atendidos pelo Centro de Convivência.

A professora conta que os projetos proporcionam uma excelente atividade mental para os idosos, por auxiliar na manutenção da memória, proporcionar a apreensão de algo novo, valorizar a vida, suas experiências e interesses. “Meu sentimento e de todo grupo envolvido, professores e alunos voluntários, é de que estamos tornando a vida dessas pessoas mais significativas. Estamos contribuindo para a sua inserção no ambiente familiar e social”, completa.

A intenção dos envolvidos é dar continuidade aos projetos após o término das duas turmas atuais. Assim, se você é ou conhece idosos que queiram ficar por dentro das novas tecnologias, fique ligado na abertura de novos grupos! Ah, e os projetos também estão de portas abertas para o pessoal que quiser trabalhar como voluntário. 😉

Câmpus Ponta Grossa desenvolve Programa de Inclusão Digital

Tornar o acesso às tecnologias democrático é o foco do Programa de Inclusão Digital do Câmpus Ponta Grossa. Nele, crianças e adolescentes das comunidades carentes aprendem sobre tecnologias da informação e comunicação, para que assim desenvolvam habilidades e tenham melhor integração social e econômica e fortaleçam a cidadania. O Programa é composto por três projetos de extensão:

  • Projeto de Letramento Digital Infantil: destinado às crianças carentes entre 4 e 6 anos. Através de estratégias lúdicas, desenvolve as habilidades no uso do computador e acesso à internet. Neste ano, está atuando na Creche Matinho Lutero.
  • Projeto de Inclusão Informacional: para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos de escolas estaduais, instituições filantrópicas e da comunidade em geral. Visa diminuir o analfabetismo digital através de aulas de informática básica e avançada, dessa forma os alunos desenvolvem suas habilidades em um formato de aprendizagem situação-problema.
  • Projeto Agentes Multiplicadores da Informação: dedicado a adolescentes entre 15 e 18 anos. Oferece o curso de Programação WEB, passando aos alunos um aprendizado mais técnico, facilitando a inserção no mercado de trabalho. Além disso, os instrutores e alunos dos cursos do Departamento de Informática do Câmpus Ponta Grossa podem repassar seus conhecimentos, atuando como multiplicador da informação.

As inscrições para os cursos geralmente ocorrem no início do mês de fevereiro e são selecionados os alunos com menor renda familiar. As aulas iniciam em março e duram até dezembro. São dois encontros semanais com duas horas de duração cada. Já o curso de Programação WEB possui três aulas semanais com duas horas cada e ocorrem somente no período noturno.

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