Inscrições para o Hotel Tecnológico

Porque é na Universidade que surgem e amadurecem grandes ideias 😉

Três câmpus da UTFPR estão com editais abertos para a seleção de projetos para o Hotel Tecnológico. A ideia é estimular e fomentar a criação de empresas a partir de um ambiente que possibilite a concretização de ideias em negócios, caracterizados pela aplicação tecnológica.

No Câmpus Francisco Beltrão, são ofertadas duas vagas para pré-incubação, cujas propostas se enquadrem em uma das seguintes áreas: Informática, Engenharia Ambiental, Engenharia de Alimentos e Engenharia Química. As inscrições devem ser feitas até 17 de agosto. Os projetos selecionados poderão usufruir da infraestrutura do Hotel Tecnológico por até 12 meses, além de receberem consultorias em empreendedorismo, capital, mercado, tecnologia e gestão. Para conferir todas as regras, é só dá um confere no Edital de Seleção e no Edital de Chamada Pública.

Já no Câmpus Toledo, a chamada pública visa selecionar uma proposta de negócio que trabalhe em uma das seguintes áreas: Engenharia Eletrônica, Engenharia Civil, Engenharia de Computação, Engenharia de Bioprocessos e Biotecnologia, Tecnologia em Sistemas para Internet, Tecnologia em Processos Químicos e Licenciatura em Matemática. As inscrições devem ser feitas até 11 de agosto. A equipe poderá conter no mínimo um e no máximo cinco pessoas, não necessariamente do mesmo curso, sob orientação de um servidor da UTFPR. As demais regras estão disponíveis aqui.

O Câmpus Pato Branco, por sua vez, realiza sua seleção no formato de fluxo contínuo. As vagas são limitadas em até 10 projetos em regime pré-incubação no Hotel Tecnológico e até 10 para empresas incubadas na modalidade residente e não residente na Incubadora de Inovações Tecnológica (IUT). Tanto no Hotel quanto na Incubadora, são disponibilizadas infraestrutura e consultoria. Para saber mais, é só acessar o edital normativo da seleção.

 

 

 

O edital visa selecionar as propostas de estudantes da UTFPR e da comunidade externa, com cunho inovador para a pré-incubação no Hotel Tecnológico e para incubação na Incubadora de Inovações Tecnológica. É a oportunidade perfeita dos empreendedores que possuem uma ideia transformá-la em um negócio.

Segundo o Professor Marcio Gazolla, “no Hotel Tecnológico a ideia é selecionar projetos para pré-incubação que possuam ideias empreendedoras da comunidade acadêmica da UTFPR, por exemplo, um aluno que está desenvolvendo um projeto de pesquisa junto ao seu orientador que gera um produto ou serviço diferenciado ou mesmo um trabalho de conclusão de curso que possua alguma inovação embutida que possa se tornar uma empresa no futuro,” destaca o professor, também Chefe Responsável pelo Departamento de Apoio a Projetos Tecnológicos.

As vagas são limitadas em até dez projetos em regime pré-incubação no HT e até 10 para empresas incubadas na modalidade residente e não residente na Incubadora de Inovações Tecnológica (IUT). Tanto no HT quanto na IUT, é oferecida infraestrutura de uso compartilhado, mas que os empreendedores desenvolvam individualmente e trabalhando em conjunto.

Quem deseja submeter seu projeto deve entregar a documentação física necessária, conforme edital, na Diretoria de Relações Empresariais e Comunitárias do Câmpus! Tire seu projeto do papel e aplique o seu negócio!

Empresa incubada realiza entrega de prótese de braço feita em impressora 3D

Linda iniciativa da galera do Câmpus Guarapuava!

A Anatolab, empresa incubada do Hotel Tecnológico do Câmpus Guarapuava, produziu e entregou uma prótese de braço feita em impressora 3D para uma adolescente com deficiência da cidade de Vitória, no Espírito Santo.

A prótese foi produzida em uma impressora 3D a partir do modelo RIT ARM, que apresenta todos os parâmetros necessários para a construção da prótese. Além disso, o modelo é um projeto open source, ou seja, está disponível gratuitamente na internet.

André Luis de Abreu e Fernanda Virtuozo, membros da equipe que desenvolveu o projeto (Foto: Divulgação)

André Luis de Abreu e Fernanda Virtuozo, integrantes da equipe que desenvolveu o projeto (Foto: Divulgação)

“Na construção da prótese, são passados fios internamente, presos no encaixe do braço próximo ao bíceps, e vão até a ponta de todos os dedos, responsáveis por fazer o movimento. Os dedos são articulados para que possam se movimentar quando o usuário dobrar o cotovelo, que é quando os fios se tensionam e fecham os dedos. O movimento realizado pela prótese é o de ‘pegada’, considerado o movimento mais importante da mão humana”, explica André Abreu, aluno de Engenharia Mecânica e um dos responsáveis pelo projeto.

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Prótese em fase de teste (Foto: Divulgação)

Mas até a entrega da prótese, o caminho foi longo…

“Tínhamos começado a trabalhar com a impressora havia pouco tempo e tivemos alguns problemas com os parâmetros de impressão como, por exemplo, a adesão da peça na base da impressora, o preenchimento interno das peças etc. Perdemos muito tempo e material no início, sem contar que a primeira prótese ficou muito frágil e tivemos que descartá-la. Na hora da montagem, também tivemos dificuldades com a passagem dos fios internamente, além que alguns estavam arrebentando quando tensionados. A solução foi usar linha de pesca, que funcionou perfeitamente”, acrescenta Abreu.

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Impressora 3D utilizada para a fabricação da prótese (Foto: Divulgação)

A usuária da prótese realizará acompanhamento fisioterápico para se adaptar ao mecanismo e poder usá-lo normalmente.

A equipe, também composta pelos alunos Fernanda Virtuozo e Leonardo Janiszevski, recebeu auxílio técnico do Laboratório de Idéias da Prefeitura Municipal de Guarapuava para o desenvolvimento da prótese.

Jogo desenvolvido em Cornélio Procópio é destaque no Brasil Game Show

Você, que gosta de games para celular, já jogou ‘A Treta dos Irmãos Piologo’? Pois bem, o jogo foi desenvolvido por estudantes de engenharia da computação da UTFPR. Eles ganharam destaque no Brasil Game Show, a maior feira de games da América Latina, que rolou em São Paulo no começo do mês.

A ‘Treta dos Irmãos Piologo’ é um jogo de ação onde o personagem principal é Rodrigo Piologo, que teve seus preciosos consoles roubados pelo seu irmão, Ricardo Piologo. Ricardo levou os consoles de Rodrigo para dentro de um mundo virtual, cheio de referências a jogos clássicos. Cabe, então, a Rodrigo enfrentar os mais diversos inimigos, derrotar bosses, coletar tesouros e chegar ao desafio final, seu irmão. O jogo foi destaque em matéria publicada no site da Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

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Aluno do quarto período de Engenharia da Computação e um dos responsáveis pelo jogo, Wagner Tamborin comenta que a participação no Brasil Game Show foi importante porque possibilitou que a equipe tivesse contato com investidores, destaque na mídia e, principalmente, estabelecesse contato com outas empresas do ramo.

Todo o projeto do jogo foi desenvolvido e executado pela empresa incubada 2Dverse Studio, startup que iniciou suas atividades no Hotel Tecnológico do Câmpus Cornélio Procópio. “Temos uma ótima infraestrutura, apoio de diversas formas, consultorias e tudo o que uma startup precisa. Ao passar no processo de seleção para a Incubadora, pudemos perceber que o que viemos construindo no tempo em que estávamos pré-incubados tinha valido a pena e nos encaminhado corretamente. Agora, em processo de amadurecimento e atuação no mercado, vemos o quão importante foi nossa passagem pelo Hotel Tecnológico e nossa atual estadia na Incubadora”, destaca Tamborin.

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Game ‘Mouth Defende’, novo jogo da 2Dverse (Imagem: Divulgação)

E é claro que essa galera quer mais. Atualmente, a equipe está trabalhando no jogo ‘Mouth Defender’, fruto de uma parceria com o projeto social  ‘Sorriso Bom de Boca’. No jogo, o personagem principal é um dente que defende a boca dos causadores de danos bucais. A previsão de lançamento é para o começo do próximo ano.

A ‘Treta dos Irmãos Piologo’ pode ser baixado gratuitamente no Google Play.

Francisco Beltrão e Ponta Grossa abrem seleção para o Hotel Tecnológico

Sim, a UTF respira empreendedorismo!

Estão disponíveis dois editais de seleção para os hotéis tecnológicos dos Câmpus Francisco BeltrãoPato Branco Ponta Grossa. O objetivo do projeto é fomentar o espírito empreendedor, subsidiando e apoiando inovações, e é voltado aos alunos e egressos que desejam desenvolver um produto, processo ou serviço moderno de base tecnológica.

O Hotel Tecnológico oferece por até dois anos infraestrutura física bacana e benefícios como: treinamento para os hóspedes, orientação para abertura da empresa, assessoria, participação em eventos para inserção mercadológica e consultoria técnica especializada.

Para participar, as equipes precisam ter de três a quatro integrantes, com pelo menos um aluno regularmente matriculado ou egresso da UTF sob a orientação de um professor permanente. Dependendo do câmpus, há algumas regras específicas. Em Francisco Beltrão, os alunos podem admitir sócios investidores desde que estes não tenham participação majoritária. As inscrições vão até esta quinta-feira, dia 19, para o Ponta Grossa, e até o próximo dia 25 para Francisco Beltrão. Para Pato Branco, as inscrições estão abertas desde 17 de junho.

Incubadora de Inovações

Agora, se você ainda não possui um plano de negócios maduro, uma boa oportunidade é buscar a Incubadora de Inovações dos câmpus. Em Curitiba, por exemplo, a admissão de novos projetos é contínua, sendo limitada apenas à capacidade física da IUT, a Incubadora de Inovações. O lance, então, é ficar de olho nas vagas ofertadas nas chamadas públicas no site do Câmpus. Assim como no HT, o tempo do projeto na Incubadora é de dois anos, renovável por até outros dois.

Hotel Tecnológico: uma oportunidade para começar seu próprio negócio

Ao ingressar na universidade, o aluno nutre diversos sonhos para a sua vida profissional: ser um pesquisador, seguir a carreira acadêmica, trabalhar em uma grande empresa ou ser um empreendedor; criando e mantendo a sua própria empresa. Para esses últimos, além de muita criatividade e determinação, uma pequena “dose” de oportunidade pode ser a chave para que a ideia empreendedora prospere.

Nas universidades, essa “dose” vem com a ajuda dos hotéis tecnológicos, locais que providenciam a estrutura logística necessária para o início de uma empresa. No Hotel Tecnológico, os jovens empreendedores recebem assessoria financeira, jurídica, de marketing e também um plano de negócios, para assim desenvolverem a base do seu empreendimento, sem que seja necessário abrir a empresa juridicamente. O período de pré-incubação pode durar até dois anos.

Após a conclusão dessa fase, a Incubadora de Inovações da Universidade Tecnológica dá continuidade à consolidação do projeto. Durante um período que pode chegar até três anos e com o auxílio de consultores, a recém-criada empresa “põe as mãos e os pés na massa”.

Um dos projetos que passaram por essas incubadoras foi a produtora Brasil Oikos, criada em 2002 pelo então aluno de Eletrônica da UTFPR Marcos Böhler. “O empreendedorismo começava no Cefet [antigo nome da Universidade Tecnológica] quando estava no último ano do técnico; já abria a minha cabeça para ser empresário e criar o meu próprio caminho no mundo, sem medo! Hoje nossa produtora, apesar de pequena tem contratos com grandes empresas nacionais”, comenta Böhler em uma conversa com o Blog do Aluno.

Alfredo, Doca e suas inusitadas reflexões. (Imagem: Reprodução/CanalOperárioPatrão)

Entre os trabalhos de maior destaque da produtora, está o Canal “Operário Patrão”, veiculado ao YouTube. A série, uma adaptação do teatro para a internet/TV, mostra dois operários, que na verdade queriam ser patrões, debatendo dilemas da existência enquanto realizam suas atividades de operário. Com um tipico humor brasileiro e reflexões inusitadas, os personagens Alfredo e Doca trazem conclusões pertinentes à dura realidade do indivíduo em busca pela sobrevivência e ascensão social.

Clique aqui para conferir os vídeos da série.

E você, já pensou em seguir o caminho do empreendedorismo? Atualmente, a UTFPR possui mais de 16 projetos no Hotel Tecnológico e na Incubadora de Inovações.