Equipes de Medianeira e Francisco Beltrão representam a UTFPR no Projeto Rondon

Você já ouviu falar do Projeto Rondon? Bom, essa é a hora para saber um pouquinho mais sobre as ações super legais que eles realizam. Coordenado pelo Ministério da Defesa, o projeto de cunho voluntário e de integração social envolve a participação de alunos universitários, que buscam atender as necessidades de desenvolvimento sustentável em comunidades carentes do País. Assim, os rondonistas executam ações que possam ajudar na qualidade de vida das populações locais.

Durante as férias de julho, a UTFPR conta com duas equipes representando a Instituição. A do Câmpus Medianeira faz parte da Operação Forte dos Reis Magos, no município de João Câmara, no Rio Grande do Norte (RN), e a de Francisco Beltrão irá atuar na Operação Itapemirim, no município de Vargem Alta, no Espírito Santo (ES).

A equipe de Medianeira está embarcando nesta quinta-feira (07) para Natal (RN) e de lá seguirá até seu destino final. Antes da viagem, o reitor Carlos Eduardo Cantarelli recebeu em seu gabinete o grupo, que é formado pelos professores Marlos Grigoleto e Carlos Fernandes e pelos alunos Alice Geniake (Engenharia de Alimentos), Diego Nogues (Engenharia de Alimentos), Heber Borges (Engenharia Elétrica), Jhenifer Bastos (Engenharia Ambiental), João Paulo Avelino (Engenharia de Produção), Micheli Ferreira (Engenharia Ambiental), Thais Minosso (Engenharia de Produção) e Tiago Reichert (Ciência da Computação).

projeto rondon

Equipe de Medianeira é recebida pelo reitor Carlos Eduardo Cantarelli

O professor Marlos explica que o plano é executar oficinas de multiplicadores nas áreas de economia solidária, meio ambiente, gestão e empreendedorismo e formação de professores. “O objetivo principal é levar os conhecimentos adquiridos na universidade para além dos portões, apresentando um pouco da UTFPR para esse Brasil”, conta.

Os alunos estão empolgados para começarem a agir. Alice, por exemplo, decidiu participar do projeto por se identificar com ações voluntárias e querer fazer parte dessa troca de conhecimentos que o grupo se propõe a fazer. “Eu me senti impactada pelo projeto. Espero poder agregar os conhecimentos adquiridos no projeto tanto na área acadêmica quanto na minha vida pessoal”, afirma. Já Jhenifer, que atuará na área de educação ambiental, acredita que além dos ganhos para a população, o projeto também será benéfico para o meio ambiente, uma vez que as pessoas da região terão uma nova perspectiva sobre preservação. A Operação Forte dos Reis Magos começará no dia 9 de julho e será finalizada no dia 25.

Na semana que vem, é a vez da equipe de Francisco Beltrão embarcar para o Espírito Santo. O grupo é composto pelos professores Flávio de Almeida e Andréa Badaró, pelos alunos Camila Grünwaldt, Cristina Belicanta, Daniela da Silva, Jaqueline de Moura, Luana de Mello, Luiz Carlos Santos, do curso de Engenharia Ambiental, e pela aluna Tatiane Batista, do curso de Tecnologia em Alimentos. A Operação Itapemirim terá início no dia 15 de julho e será finalizada no dia 31.

Cursos de férias: Inglês sem Fronteiras

O período de férias está chegando, mas que tal aproveitar esse tempo para aperfeiçoar seu inglês? 😀

O Núcleo de Idiomas da UTFPR (Nucli) realiza entre os meses de janeiro e fevereiro um curso de inglês, em nível de extensão, destinado a alunos e servidores da Universidade. As inscrições podem ser feitas de 4 a 12 de janeiro, na área azul (aulas presenciais) do próprio site do Idiomas sem Fronteiras

Para participar, é preciso ter obtido escore igual ou maior a 337 no exame de proficiência Toefl. As aulas, com início previsto para 25 de janeiro, serão ministradas nos Câmpus Cornélio Procópio, Curitiba e Pato Branco.

Ah, e haverá emissão de certificados para aqueles que tiverem 75% de frequência e nota mínima de 6,0 nas avaliações.

Lançamento em 3, 2, 1…

Quem acompanha aqui o Blog do Aluno sabe que o que não falta na UTF é talento. E aí vai mais um! 😀

A galera do Gravidade Zero está desenvolvendo no Câmpus Londrina modelos de minifoguetes, de médio alcance, que podem ser utilizados em sensoriamento remoto para medições atmosféricas de umidade, altitude, temperatura, gravidade etc. Os objetos, do tamanho de brinquedos, são criados na própria Universidade e os dados coletados podem fundamentar as mais variadas pesquisas.

Integrantes do Gravidade Zero manuseiam minifoguetes (Foto: Gilberto Abelha/Jornal de Londrina)

Integrantes do Gravidade Zero manuseiam minifoguetes (Foto: Gilberto Abelha/Jornal de Londrina)

O Projeto também visa criar alternativas sustentáveis para as tecnologias utilizadas atualmente por agências de pesquisa para colocação de satélites em órbita. “Criamos soluções sustentáveis, não tóxicas e ecologicamente corretas para a produção de foguetes à base de gás hilariante e parafina de vela. Esta tecnologia é inovadora e de alto valor e retorno comercial”, comentou o professor José Aécio Gomes de Sousa, coordenador do Projeto, em uma entrevista ao Jornal de Londrina.

Despertando novos talentos

O Projeto já conta com 18 integrantes, estudantes da UTF das engenharias de materiais, mecânica, ambiental e computação, mas já pensa mais na frente…

No último dia 03, quando foi comemorado o Dia da Tecnologia Aeroespacial, o Gravidade Zero recebeu cerca de 100 alunos do 3° ano do ensino médio de escolas públicas e privadas de Londrina para uma apresentação da tecnologia e dos objetos. Durante todo o dia, foram oferecidas palestras e uma oficina prática de construção de um “foguete de água” – modelo bem simples e construído a base de garrafas PET e papelão.

Ah, o projeto ainda possui um viés empreendedor. Dentro do Hotel Tecnológico do Câmpus Londrina, a galera já desenvolve minifoguetes comerciais para venda. O objetivo é atender ao mercado de amantes do segmento e também popularizar a prática, ainda pouco difundida no Brasil.

 

 

 

Crianças superdotadas participam de projeto de extensão no Câmpus Toledo

Já pensou que legal seria se crianças superdotadas tivessem um contato mais próximo à academia? Esse é o objetivo do projeto de extensão “Ensino de Eletrônica Básica para Alunos de Escolas Públicas com Altas Habilidades”, realizado no Câmpus da UTFPR na cidade de Toledo.

A ideia é bem simples: identificar alunos com excelentes desempenhos escolares e trazê-los para o Câmpus, para que possam ter contato com o universo da ciência e da pesquisa desde cedo.

Dentro do projeto, quatro alunos do sexto e sétimo ano do ensino fundamental de escolas públicas de Toledo têm aulas teóricas e práticas de circuitos elétricos, eletrônica digital e programação para Arduino (plataforma de programação livre), por exemplo. Eles também aprendem como funcionam os sinalizadores, sensores e atuadores diversos. E, além disso, são instruídos na montagem de robôs!

Ainda cursando o ensino fundamental, os alunos do projeto já iniciam seus estudos sobre robótica

Ainda cursando o ensino fundamental, os alunos do projeto já iniciam seus estudos sobre robótica

Segundo Cristina Favaro, pedagoga que acompanha essa turminha, os alunos foram diagnosticados com altas habilidades no inicio do ano e, então, foram incluídos no Projeto. “As aulas estão proporcionando-lhes um crescimento rápido na área de eletrônica e robótica”, comenta.

A opinião dos alunos é unânime, as aulas são realmente interessantes e úteis. “Em minha casa, já consigo montar e desmontar carrinhos e helicópteros de controle remoto.”, diz Luis Gustavo Gozzi, aluno do 7° ano do ensino fundamental.

Essas quatro pequenas feras serão acompanhadas até o fim de 2015 pela equipe do Projeto, formada por professores e alunos da UTF.

Vamos aguardar… Quem sabe esses prodígios não viram nossos nerds favoritos? 😉

Câmpus Londrina desenvolve projetos para inclusão digital da terceira idade

Foram retomadas, em Londrina, as atividades dos projetos de extensão “Vivenciando a Inclusão Digital” e “Alfabetização Digital e Internet na Terceira Idade”. Iniciativa da UTF em parceria com a Secretaria Municipal do Idoso, os dois projetos têm como propósito capacitar idosos com noções básicas de informática, comunicação digital e utilização da internet.

Os cursos, realizados desde 2013, contam com 15 alunos voluntários em cada turma, que se prontificam ao auxílio individual de cada idoso, além de servidores da UTF. O projeto “Vivenciando a Inclusão Digital” está em sua segunda turma, e é ministrado pela professora da UTF Regina Sayuri Kainuma Yamada. Já o “Alfabetização Digital e Internet na Terceira Idade”, está finalizando o curso com a sua primeira turma e é liderado pela professora Nazira Hanna Harb.

A ideia do projeto nasceu da necessidade de responder as demandas da sociedade em que o câmpus está inserido, explica a professora Andréa Maria Baroneza, coordenadora do projeto. Segundo ela, o vínculo com o Centro de Convivência do Idoso da Zona Leste de Londrina trouxe a visão da necessidade de ações por parte de servidores e alunos que pudessem oferecer apoio à inclusão digital dos idosos atendidos pelo Centro de Convivência.

A professora conta que os projetos proporcionam uma excelente atividade mental para os idosos, por auxiliar na manutenção da memória, proporcionar a apreensão de algo novo, valorizar a vida, suas experiências e interesses. “Meu sentimento e de todo grupo envolvido, professores e alunos voluntários, é de que estamos tornando a vida dessas pessoas mais significativas. Estamos contribuindo para a sua inserção no ambiente familiar e social”, completa.

A intenção dos envolvidos é dar continuidade aos projetos após o término das duas turmas atuais. Assim, se você é ou conhece idosos que queiram ficar por dentro das novas tecnologias, fique ligado na abertura de novos grupos! Ah, e os projetos também estão de portas abertas para o pessoal que quiser trabalhar como voluntário. 😉