Semana Nacional da Ciência e Tecnologia em Guarapuava, Santa Helena e Toledo

Nesta semana, de 19 a 25 de outubro, em todo o País, é comemorada a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. E é claro que a UTF não vai ficar de fora dessa! 😉

Atividades mais específicas estão sendo realizadas nos Câmpus Guarapuava, Santa Helena e Toledo, com a já tradicional Exposição da Universidade Tecnológica – ExpoUT. O objetivo é trazer a comunidade externa para dentro da Instituição, popularizando, assim, a ciência e a tecnologia.

As programações são bem diversificadas e abrangem exposições de cursos, pesquisas, oportunidades de estágios e empregos e uma série de palestras.

Em Guarapuava, por exemplo, a galera do Câmpus já está mandando ver (confira as fotos aqui do post) e, desde cedo, recebe visitas de alunos de escolas públicas para várias oficias e palestras. Junto com o evento, o Câmpus também realiza o I Fórum Empresarial e Comunitário (Forec), que receberá convidados de diversas frentes de atuação de Guarapuava e região para discutir o papel da UTFPR no desenvolvimento regional. Confira aqui a programação completa.

Em Santa Helena, o evento teve início ontem e segue até a quarta, dia 21. A programação conta com feiras de Profissões, de Empresas e Negócios, de Estágios e Empregos, além da Semana Acadêmica de Ciência da Computação.

Já no Câmpus Toledo, o evento começa no dia 21 e vai até a sexta, dia 23. Dentro da programação, estão o Festival de Talentos Musicais, uma palestra com o tema “Empreendedorismo – mitos, verdades e a confiança em criar e inovar”, mesa redonda com profissionais egressos ainda, além da Feira de Estágios e Profissões.

Mais um pouco do que está rolando em Guarapuava :)

 

Mostra de Ilustração dos alunos de Design em Curitiba

A Sala de Exposições do Câmpus Curitiba recebe até esta quinta-feira, dia 26, uma mostra de ilustrações dos alunos do Bacharelado em Design e de Tecnologia em Design Gráfico da UTF.

“Montamos a exposição com as ilustrações suspensas, para que no conjunto se pareça com uma grande instalação, onde o visitante pode passear entre os desenhos, traçando a sua rota e contemplando os trabalhos livremente”, comenta a professora Graciela Campos.

Esta é a terceira edição da Mostra. A apresentação já no início do semestre, completa a professora, é bem intencional: inspirar, informar e animar os calouros de Design e das disciplinas de ilustração.

Bonita recepção, né? 😉

 

Trabalho da UTFPR é exposto em mostra internacional de design

No último domingo, dia 28, chegou ao fim a edição 2015 do maior evento de cenografia do mundo, a Quadrienal de Praga: Espaço e Design Cênico. E entre os trabalhos expostos, criados por profissionais do mundo inteiro, estava o livro Sinal Fechado, projeto desenvolvido por alunos da UTF Câmpus Curitiba. :)

Equipe (esq. p/ dir): Paulo Abreu, Maiara Donadoni, Jonatas Nascimento, Maíra Fernandes e Luiz Castro

Para conhecer o projeto e saber como ele alcançou a República Checa, conversamos com os alunos de design Jonatas Carvalho e Maíra Fernandes Costa, que fazem parte do grupo criador do projeto. Confira:

Blog – Como surgiu e como vocês definem o Sinal Vermelho?

Maíra – Bom, fomos convidados pelo Professor Ismael Schefller para o II Programa de Extensão e Cenografia que consistia em um projeto de cenografia para a Mostra de Escolas Brasileiras na Quadrienal de Praga. O tema abordado dessa edição foi política, interação das pessoas e da cidade podendo resultar em cenografias ou instalações.

Jonatas – O Sinal Fechado é um projeto de cenografia em que se tentou retratar os mecanismos do convívio num espaço compartilhado. É uma forma de mostrar que a relação entre as pessoas ocorre de formas diferentes num determinado espaço, oscilando entre sua individualidade e o coletivo.

Blog – Como foi o desenvolvimento do projeto?

Jonatas – Foi uma boa experiência, tanto no sentido de desenvolver um novo projeto fora do habitual como no de viver aquilo que estava sendo estudado. O tema proposto pela Quadrienal foi espaço compartilhado. Foi um projeto coletivo, assim, o próprio desenvolvimento do trabalho demonstrou o que queríamos retratar. Houve um grande compartilhamento de ideias desde o início, criando esse jogo entre a visão de cada um dos integrantes e o que todos viam no projeto coletivo.

Começamos com exercícios propostos por nosso professor Ismael, que acompanhou o projeto, no intuito de aprender e identificar melhor o espaço e suas relações, algo que descobri não conhecer tão bem como acreditava. E só a partir daí começamos a analisar de forma mais profunda nossas ideias.

Resolvemos partir da letra da música “Sinal Fechado”, de Paulinho da Viola, que trata do tema abordado de forma brilhante. Tentamos expandir o sentido da letra, não criar uma cenografia para a música, mas sim tentar mostrar o sentimento mais interno retratado nela, aquilo que é nativo a todas as pessoas. Decidimos que o espaço criado colocaria em prática seu conceito, um labirinto de relações, sem plateia, os próprios observadores deixariam sua posição passiva e criariam vínculos com outras pessoas a partir de nossa estrutura, intensificando a briga entre espaço individual e público nas interações que ocorrem lá dentro.

Quando definimos a forma e o que o projeto iria comunicar, passamos ao que considero a parte mais difícil do percurso, que foi traduzir este conceito ao suporte que a Quadrienal de Praga delimitou, que seria um livro. Por fim, conseguimos criar um livro que personifica esse labirinto social, criando múltiplos caminhos e relações com quem o manuseia. Posso dizer que o livro apresentado na Quadrienal traduz com precisão o conceito que queríamos passar.

Blog – Para vocês, qual o significado de ter um trabalho exposto da Quadrienal de Praga?

Maíra – O projeto já valeu a pena por todo o processo, mas ver o resultado dele exposto, sendo selecionado na mostra de Brasília e estando hoje exposto junto a outros projetos representando as escolas brasileiras que estudam cenografia é ótimo! A Universidade deve cada vez mais incentivar seus alunos nesses projetos, oferecer apoio e até para projetos futuros incentivar financeiramente a ida desses alunos para representar pessoalmente seus projetos.

Jonatas – Pessoalmente, esta seleção me mostrou que estamos no caminho certo, produzindo algo com conteúdo, que merece ser visto e faz diferença. Por alguns momentos a ideia de ter um trabalho exposto fora do Brasil me assustou, tudo parece grande e fora de alcance, mas a seleção confirmou que não é bem assim. A exposição é grande, mas o que desenvolvemos também é. Encontro importância também no cenário brasileiro, como um dos representantes nacionais na mostra, reforçando que queremos nosso lugar no quadro internacional.

Além de Jonatas, Maíra e do professor orientador Ismael Schefller, são também criadores do projeto os alunos de design Maiara Donadoni e Paulo Abreu, e Luiz Ricardo Castro, de arquitetura. Você pode conhecer mais o trabalho do grupo acessando a página o livro.

Parabéns, pessoal!

Alunos da UTF reconstroem projetos do inventor Leonardo Da Vinci

Estão em exposição no Museu Campos Gerais, em Ponta Grossa, maquetes de invenções de Leonardo Da Vinci. As réplicas foram desenvolvidas por alunos de engenharia mecânica da UTFPR Câmpus Ponta Grossa.

Podem ser vistas peças recriando inventos como o Tanque de Guerra, o Paraquedas e a Bicicleta. Além das obras, a exposição apresenta ao público cartazes que contam um pouco da história de Da Vinci.

Segundo Laercio Javarez Junior, professor e coordenador do curso, os objetos foram construídos em atividades extracurriculares na disciplina mecânica dos sólidos. O exercício  foi proposto como uma forma de mostrar aos alunos as diversas facetas de Leonardo Da Vinci e incentivá-los a desenvolver a criatividade.

Além dos estudantes de UTF, a exposição é estendida agora à comunidade. Entre os objetivos desta fase, Junior cita a tentativa de alcance de alunos de baixa renda no ensino médio. “Quem sabe não descobrimos um Leonardo Da Vinci entre eles?”, diz o professor.

A exposição fica em cartaz até o dia 5 de maio no Museu Campos Gerais – Rua Engenheiro Schamber, 686, Centro.  As visitas são aberas  das 8h às 11h45 e das 13h30 às 17h15, de terça à sexta. Agendamento de monitorias pode ser feito pelo telefone (42) 3220-3470 ou pelo e-mail museucamposgerais@uepg.br.

Exposição PerDonas comemora os 105 anos da UTF

Em comemoração aos 105 anos da UTF, o Ateliê de Cerâmica do Departamento de Desenho Industrial do Câmpus Curitiba (Dadin) está realizando, no pátio central da Sede Centro, a exposição ‘Perdonas’, que reúne peças em cerâmica produzidas com a temática “Universidade e Universalidade”.

O objetivo dos trabalho é representar toda a diversidade que compõe um ambiente acadêmico. É o que explica a professora Marilzete Nascimento, supervisora do projeto: “[a universidade] é um espaço que, por natureza, deve ser democrático, abrigando todas as crenças, ideias e ideais e permitir a livre expressão, sem censura, sem opressão”.

Confira aí uma pequena amostra da Exposição:

Legal, né? O pessoal do Ateliê também gravou um making of do processo de produção das peças:

A Exposição permanece no pátio central do Câmpus Curitiba até 24 de outubro. Passa lá! 😉