Aplicação de método de análise auxilia no diagnóstico de pacientes do SUS

Usar o que aprendemos na Universidade para contribuir com a sociedade é o que buscamos enquanto universitários.

Pensando nisso, o estudante de Engenharia da Computação Victor Camargo (foto abaixo), desenvolveu um método que analisa os dados de internações hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS) para ajudar em diagnósticos médicos. O objetivo é criar um banco de dados que correlacione sintomas e agilize o processo de atendimento dos pacientes.

15002270_1094369104015919_8484114149927213185_oDe acordo com Victor, com a mineração desses dados, é possível identificar semelhanças entre as doenças e, assim, sugerir possibilidades de diagnósticos sobre novos casos, colaborando com a eficiência do trabalho de médicos do sistema público. O trabalho é desenvolvido sob orientação do professor Pedro Henrique Bugatti

Essa aplicação possibilita também o cruzamento de outras informações, além dos sintomas apresentados pelo paciente, como lugar de residência, por exemplo, que pode indicar fatores externos relevantes no caso. “Está sendo possível identificar informações de fora que se relacionam com os diagnósticos, por exemplo, quais regiões de determinados estados mais possuem problemas sanitários, e em quais regiões certas doenças são mais predominantes”, completa Victor.

Segundo testes realizados, os resultados obtidos chegaram em torno de 70% de eficiência e acerto no diagnóstico. Por se tratar de uma pesquisa com colaboração significativa na área da saúde, há a intenção por parte dos pesquisadores de comercializar o projeto.

A pesquisa foi apresentada no Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica (Sicite) 2016 e escolhida como um dos melhores trabalho da categoria painéis da área de Ciências Exatas e da Terra.

Alunos de Engenharia da Computação vencem maratona Hackathon em Londrina

Sim, nossos alunos são sinônimo de criatividade e inovação! 😀

A galera de engenharia da computação do Câmpus Cornélio Procópio mandou ver e faturou o primeiro e o terceiro lugares da maratona Hackathon de Mobilidade Urbana em Londrina, realizada no fim de novembro.

A equipe CICO Solutions (foto ao lado) venceu o evento com a criação da plataforma “Move Londrina”, uma solução para controle do fluxo de pessoas dentro dos ônibus através de um sistema com NFC, Arduino e Beacons. A ferramenta fornece aos gestores da companhia de transporte público da cidade informações em tempo real, com uma visão ampla do fluxo de pessoas pela cidade a partir de dados para possíveis tomadas de decisão como, por exemplo, o redirecionamento de parte da frota para uma linha maior demanda. A equipe era composta pelos alunos Alessandro Queiroz, Ana Beatriz Sampaio, Davi Kawasaki, João Gabriel Bracaioli e Luis Eduardo Ferraz.

Já a equipe composta pelos alunos Amilton Fontoura de Camargo Júnior, Felipe Vicente Rodrigues, Luis Fernando Galonetti, Ricardo Corassa e Thayna Gimenez, desenvolveu o Sistema Inteligente de Tráfego Urbano (SITRAFO), que utiliza conceitos de inteligência artificial e análise preditiva para estimar variações causadas no trânsito devido a eventos (chuvas, alagamentos, shows, jogos de futebol) na cidade. O objetivo é fornecer informações para a tomada de decisão no replanejamento do tráfego, de modo que as ações sejam realizadas antecipadamente. O projeto rendeu o terceiro lugar aos alunos.

E claro que rolou uma premiação para a galera: R$ 5 mil e R$ 3 mil para o primeiro e terceiro lugares, respectivamente.

Sobre a maratona

A Hackathon consiste numa maratona de programação que reúne programadores, designers, empreendedores para o desenvolvimento de software que atenda a um fim específico. A proposta dessa maratona era que as equipes, compostas por até cinco participantes, apresentassem soluções para mobilidade urbana de Londrina.

Equipe da UTF se destaca na Competição Latino-Americana de Robótica

E mais uma vez os alunos da UTF se destacam em eventos científicos. Agora foi a vez da XII Competição Latino-Americana e Brasileira de Robótica, realizada entre os dias 18 e 22 de outubro na USP de São Carlos, onde a equipe UTBots se consagrou como um dos destaques da competição.

A equipe, formada por alunos dos cursos de Engenharia da Computação e Sistemas de Informação, conquistou  dois terceiros lugares nas seguintes categorias: RoboCup Simulation 3D e RoboCup@Home. E o feito é ainda maior se comparado com a quantidade de participantes: 750 pesquisadores de diversas instituições da América Latina, divididos em 144 equipes! Ah, a galera ainda competiu nas categorias Futebol de Robôs Simulação 2DSmall Size.

Membros da equipe:

Vinícius Amilgar Brenner (Engenharia da Computação);
Vanessa Schemmes Martins Pinto (Engenharia da Computação);
Emanuel Atanázio (Bacharelado em Sistemas de Informação);
Rodrigo Longhi Guimarães (Engenharia da Computação);
Rafael Jorge Trindade (Engenharia da Computação).
Coordenação: professor João Alberto Fabro, líder do grupo de pesquisa LASER – Laboratório Avançado de Sistemas Embarcados e Robótica da UTFPR.

Membros da equipe UTBots

Membros da equipe UTBots…

... e os troféus trazidos para a UTF!

… e os troféus trazidos para a UTF!

Parabéns, galera! 😀

 

UTFPR e o Mercado de Trabalho – Engenharia da Computação

Engenharia da Computação é o conjunto de atividades voltadas para o desenvolvimento de máquinas computadorizadas, periféricos e os sistemas que os integram. A atividade ganha espaço em países com economias fortes e que possuem dinâmicos parques industriais.

Geralmente, o engenheiro da computação é solicitado para trabalhar com máquinas sofisticadas, desenvolver softwares ou criar equipamentos como celulares, tablets, eletrodomésticos, etc. O profissional também pode atuar em projetos de automação industrial a partir do uso de técnicas de programação.

A UTFPR oferta a formação em Engenharia da Computação em três dos seus doze câmpus: Cornélio ProcópioCuritiba, e Pato Branco. Durante os cinco anos de curso, o aluno estuda matérias básicas das engenharias, como matemática, física, cálculo e lógica. Já na parte específica, são estudadas disciplinas de eletrônica, banco de dados, sistemas operacionais, engenharia de software, análise e projeto de sistemas, etc. 

Com essa formação, o egresso estará capacitado para projetar robôs, sistemas digitais e computadorizados; desenvolver softwares e aplicativos; projetar e construir computadores.

Os postos de trabalho para o engenheiro da computação estão concentrados nas cidades que possuem modernos parques industrias. Segundo o Conselho Regional de Engenharia e Agrimensura do estado de São Paulo (CREA-SP), o salário inicial desse profissional é de R$ 3.732,00.

Se interessou pela profissão? Já cursa ou é formado em Engenharia da Computação? Conte para a gente!