Alunos da Engenharia Ambiental implantam coleta seletiva em escola infantil

Porque todo conhecimento tem que circular!

Estudantes de Engenharia Ambiental do Câmpus Londrina implementaram um projeto de coleta seletiva em uma das escolas públicas da cidade, o Centro de Educação Infantil Eurípedes Barsanulfo.

O projeto vem desde o início do segundo semestre letivo, quando os alunos começaram a disciplina de Gerenciamento e Tratamento de Resíduos Sólidos. Após estudarem a teoria, os alunos foram desafiados a realizar na prática o que haviam aprendido. Iniciaram, assim, as atividades a partir de um diagnóstico da situação do gerenciamento de resíduos na instituição (in loco) e, em seguida, partiram para o planejamento e execução da ação:

  • confecção de lixeiras;
  • transformação de uma caixa d’água em abrigo para os resíduos recicláveis até o momento da coleta;
  • confecção de adesivos para a identificação das lixeiras;
  • produção e impressão de cartilhas para as crianças e apostilas para a orientação dos professores.

“Todo o processo de concepção e realização do trabalho foi muito interessante, engrandecedor e gratificante, principalmente porque sabemos que o resultado de nossos esforços irá acrescentar na formação das crianças da Casa do Caminho e ensiná-las um pouco da cidadania que lhes será cobrada no futuro. Fico muito feliz e satisfeita por ter aprendido o conteúdo da disciplina de forma tão maravilhosa e generosa”, comenta a acadêmica Isabela Moreira.

Alguns registros da atividade 😉

 

 

Alunos do Câmpus Medianeira participam do Projeto Rondon 2015

Conhecimento a serviço da comunidade. O Câmpus Medianeira da UTFPR participou entre os dias 10 e 26 de julho da Operação Bororos, do Projeto Rondon, em Porto Estrela (MT), às margens do Rio Paraguai.

Na cidade, com um pouco mais de 3.900 habitantes, foram realizadas oficinas em diversas comunidades rurais. Ao final da operação, a equipe de rondonistas da UTFPR capacitou 31% da população do município, maior índice em termos percentual de toda operação. Também foram realizadas diversas consultorias para administração municipal, com temáticas relacionados ao planejamento ambiental, plano diretor e ações voltadas para o desenvolvimento de trabalho e renda.

Para que a equipe estivesse preparada para enfrentar os desafios que o Rondon proporciona, os professores trabalharam com atividades prévias ainda no mês de abril. Inicialmente, foi ensinado aos alunos o Inventário de Habilidades Sociais (IHSA-DelPrette), ferramenta que serviu de base para a capacitação dos estudantes, primeiro com um curso de oratória e comunicação e depois o planejamento da realização de diversas oficinas experimentais.

E quem disse que apenas a população de Porto Estrela saiu ganhando nessa história? A comunidade de Medianeira também se beneficiou com oficinas preparatórias realizadas pelos rondonistas. Entre as atividades, a equipe realizou um curso sobre a instalação e uso da lousa digital, onde foi possível capacitar os professores da rede municipal de educação de Medianeira.

“A nossa participação superou as expectativas e com certeza o sucesso da operação em Porto Estrela foram méritos da dedicação, profissionalismo, capacidade técnica e da superação de todas as limitações por parte de nossos alunos”, comenta o professor Marlos Wander.

“A sensação que fica foi a de que estávamos preparados para tudo, que iríamos transformar as pessoas do município atendido, e acreditamos que alcançamos esse objetivo.  A camiseta amarela do Projeto Rondon pode sair do nosso corpo, mas o Rondon nunca mais sairá da nossa pele”, finaliza o professor.

Fizeram parte da equipe dois professores, Carlos Aparecido Fernandes e Marlos Wander Grigoleto, e oito alunos: Aline Cavalli, Edward Seabra Junior, Flavia Kimi Miyamoto, Flavio Piekarzewicz da Silva, Ítala Maria Gouveia Marx, Maria Luiza Piaia, Mateus Mestriner Pituco e Zayra Aparecida Frassetto, Gabriel Taccolini Papp e Leonardo Elias Franco de Lima.

Sobre o projeto

O Projeto Rondon tem como objetivo fazer com que os estudantes participem dos processos de desenvolvimento local sustentável e de fortalecimento da cidadania, ou seja, o acadêmico repassa o conhecimento adquirido na universidade para a comunidade local. A coordenação geral da iniciativa é do Ministério da Defesa.

Projeto analisa chuvas de granizo no Sudoeste paranaense

Pesquisa em prol da comunidade. Um grupo de 15 alunos dos cursos de Engenharia Ambiental (Câmpus Londrina e Francisco Beltrão) está mapeando as áreas do Sudoeste paranaense em que mais ocorrem chuvas de granizo. O experimento faz parte do projeto “Detecção, Monitoramento e Análise do Desenvolvimento de Tempestades Severas Associadas à Ocorrência de Granizo no Sul do Brasil”.

E aqui estão alguns dos alunos que desenvolvem a pesquisa

E aqui estão alguns dos alunos que desenvolvem a pesquisa

Segundo o professor Jorge Alberto Martins, um dos coordenadores da pesquisa, nesta primeira campanha estão sendo instalados cerca de 200 detectores. Nos próximos três anos, serão realizadas outras campanhas com o intuito de alcançar a instalação de outras 1 mil unidades dos aparelhos. A princípio, serão contemplados os municípios de Bom Jesus do Sul (PR), Barracão (PR) e Dionísio Cerqueira (SC). Para o ano de 2015, estão previstas as instalações nos municípios da província de Misiones, na Argentina.

Uma das 200 placas que já estão em funcionamento. A coleta dos materiais é feita também com a ajuda de agricultores da região :D

Uma das 200 placas que já estão em funcionamento. A coleta dos materiais é feita também com a ajuda de agricultores

A pesquisa irá coletar informações sobre frequência das tempestades, a estação do ano e os horários que mais ocorrem e as características de intensidade dos fenômenos. Como esses dados reunidos será possível, por exemplo, prever o momento da chuva de granizo e ajudar órgãos de defesa civil no alerta das populações que possam ser afetadas pelas tempestades.

A pesquisa também conta o apoio de secretarias municipais de agricultura, associação de agricultores e do Consórcio Intermunicipal da Fronteira (CIF).

Laboratório de Eventos Atmosféricos Extremos (Câmpus Londrina). Aqui as atividades são planejadas...

Laboratório de Eventos Atmosféricos Extremos (Câmpus Londrina). Aqui as atividades são planejadas…

…. E já um pouco mais longe da Universidade, na zona Rural dos municípios, a galera põe as ‘mãos na massa’, ou melhor, ‘os pés na terra’, para fazer a instalação das placas. 😀

Gostou? Pois olha que legal! A partir deste mês agosto, as informações coletadas já começarão a ser disponibilizadas no site do projeto.

 

 

Empreendedorismo na UTF: Gaia Jr.

Nesta semana, a série “Empreendedorismo na UTF” chega à região Norte do Paraná. O Blog do Aluno conversou com o pessoal da Gaia Jr. –  empresa júnior de Engenharia Ambiental do Câmpus Londrina. Criada em 2011, a empresa atua na realização de estudos, elaboração de diagnósticos e relatórios sobre assuntos da área de engenharia ambiental, além de prestar assessoria à implantação de soluções dos problemas constatados.

Atualmente, a Gaia Jr. conta com uma equipe formada por cinco membros efetivos, distribuídos entre diretoria Administrativa, Financeira, de Marketing, de Recursos Humanos e  de Desenvolvimento e Qualidade. O histórico de trabalhos da empresa é marcado principalmente por ações desenvolvidas em parceria com instituições privadas na realização de planos de gerenciamento de resíduo sólidos. Ainda, cabe à empresa júnior organizar e promover a Semana de Tecnologia e Meio Ambiente da UTFPR Câmpus Londrina desde 2012, quando com o auxílio de uma comissão de alunos resgatou o evento.

Vinícius Higashi, estudante do sétimo período de engenharia ambiental e na Gaia Jr desde 2012, exalta a importância da empresa para a sua vida profissional. “Os benefícios que a Gaia Jr. têm me proporcionado com certeza são um diferencial que eu possuo no mercado de trabalho futuro, uma vez que fui exposto ao dia a dia das atividades empreendedoras e pude vivenciar experiências práticas muito educadoras e que com certeza farão diferença em minha carreira profissional”, conta.

Equipe Gaia Jr. e alunos da Comissão Organizadora da V Semana de Tecnologia e Meio Ambiente

Equipe Gaia Jr. e alunos da Comissão Organizadora da V Semana de Tecnologia e Meio Ambiente

Hoje presidente administrativo, Higashi já passou por duas gestões e destaca os desafios enfrentados pela empresa. Segundo ele, a falta de conscientização da população acerca das atribuições do engenheiro ambiental e a pouca informação sobre o que são e como atuam as empresas juniores dificultam os trabalhos e exigem esforço da equipe. “Mas esses desafios acabam contribuindo para o nosso crescimento, certamente”, pondera.

Se você gostou da Gaia Jr, pode acompanhar suas ações pela sua fan page. E se você é estudante de engenharia ambiental da UTF Londrina com vontade de empreender, não perca os próximos editais de contratação!

UTFPR e o Mercado de Trabalho – Bacharelado em Engenharia Ambiental

Com o crescimento acelerado do consumo, a preocupação com o meio ambiente é muito discutida nos dias de hoje e se tornou um item de grade importância em todos os setores do mercado. Para cuidar dessa parte sustentável das empresas, surgiram os profissionais de Engenharia Ambiental.

Oferecido nos câmpus Londrina, Campo Mourão, Medianeira e Francisco Beltrão, o objetivo do curso da UTFPR é formar profissionais que contribuam para a redução dos efeitos negativos que as atividades produtivas exercem no meio ambiente. Além disso, o egresso deve oferecer soluções em tempo real para as mais diferentes demandas empresariais e governamentais.

“Os alunos podem atuar em diferentes segmentos do mercado: em empresas de consultoria e prestação de serviços na área ambiental, em órgãos ambientais, em empresas públicas e privadas com potencial poluidor, pois a grande maioria delas necessita de profissional especialista na área ambiental”, comenta a professora Eliane Gomes, coordenadora de Engenharia Ambiental do Câmpus Medianeira.

O engenheiro ambiental deve ser apaixonado pelo meio ambiente, criativo e habilidoso em resolver problemas, ter afinidade com tecnologia e gostar de trabalhar em equipe. A média salarial pode variar entre R$ 3 e 5 mil reais, dependendo da carga horária de trabalho.

Gostou do curso? Comente!