Ação arrecada 3 toneladas de lixo eletrônico em Pato Branco

O Departamento de Informática do Câmpus Pato Branco (Dainf) e a Empresa Junior de Computação (OCCAM) realizaram uma campanha de coleta de lixo eletrônico para promover o descarte consciente de componentes que contaminam o meio ambiente e prejudicam a saúde dos seres vivos, como é o caso dos eletrônicos. E o resultado: 3 toneladas de lixo!

Durante as duas semanas da campanha foram arrecadados monitores, gabinetes, teclados, mouses e outros componentes eletroeletrônicos. Os itens foram encaminhados a uma empresa especializada na reciclagem desses materiais.

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O coordenador da campanha, Gustavo Arcari, comenta que os trabalhos não para por aí: “estamos muito satisfeitos com os resultados obtidos nesta primeira campanha em conjunto, e já pretendemos tornar essa campanha periódica e ampliá-la para escolas municipais e estaduais, e buscar apoio junto a empresas privadas e a outras instituições públicas”.

Para os acadêmicos da OCCAM, o forte da ação é a preocupação em preservar o meio meio ambiente. “Através da campanha, conseguimos recolher uma quantidade enorme de lixo eletrônico, o qual as pessoas têm pouca ou nenhuma opção de locais para descartar o mesmo, o que acarreta, muitas vezes, ao descarte junto ao lixo comum, aumentando cada vez mais a poluição desenfreada de resíduos deste tipo de lixo”, explica o presidente da empresa júnior, Felipe Rodrigues Alves.

Bonita iniciativa da galera de Pato Braco! E claro que você também pode contribuir procurando na sua cidade algum ponto de coleta de lixo eletrônico 😉

 

Sancionada lei que regulamenta atividades das empresas juniores

Boa notícia para o movimento de empresas juniores da UTF! 😀

No último dia 6, a presidente Dilma Rousseff sancionou o projeto de lei que regulamenta as entidades que promovem o desenvolvimento acadêmico e profissional dos estudantes, as empresas juniores. Com a regulamentação, toda empresa júnior deve ser formada exclusivamente por estudantes matriculados em instituições de ensino superior, não podem ter ligação partidária, além de que o trabalho terá que ser voluntário e sem fins lucrativos.

Reunião de trabalho da Tetris, empresa júnior do Câmpus Curitiba

Reunião de trabalho da Tetris, empresa júnior do Câmpus Curitiba

Oriunda do PLS 437/12, a lei garante que as empresas juniores não percam o caráter de associações civis sem fins lucrativos e que possa realizar projetos  para o desenvolvimento acadêmico e profissional dos seus membros. Ela também servirá para dar mais amparo às empresas juniores, dando melhores oportunidades para os alunos construírem um ambiente semelhante ao mercado de trabalho. A nova legislação, pioneira no mundo, também determina que os valores arrecadados nos projetos sejam inteiramente reinvestidos na própria empresa.

Dessa forma, a lei passa a normatizar as mais de 1,2 mil organizações, que envolvem 11 mil estudantes universitários brasileiros, segundo dados da Brasil Júnior. Somente na UTF, são 22 empresas juniores espalhadas nos Câmpus Campo Mourão, Cornélio Procópio, Curitiba, Dois Vizinhos, Londrina, Medianeira, Pato Branco, Ponta Grossa.

A empresa júnior e o desenvolvimento profissional do aluno

Empreendedorismo é a palavra da vez, e a UTFPR não poderia ficar para trás. Através de seu Programa de Empreendedorismo, a Universidade vem colocando em prática projetos integradores que aproximam os alunos do mercado de trabalho, abrindo portas para jovens empreendedores mostrarem suas ideias. Entre os projetos desenvolvidos na UTFPR estão as empresas juniores, que são associações sem fins lucrativos, compostas por alunos de graduações que voluntariamente desenvolvem projetos e oferecem serviços para o mercado a preços significativamente reduzidos.

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Segundo o professor Ricardo Mânica, coordenador do Programa, as empresas juniores possibilitam o desenvolvimento de práticas acadêmicas no mercado, permitindo assim que os conhecimentos adquiridos na universidade ultrapassem as salas de aula. A formulação de cada empresa júnior é de responsabilidade dos alunos e dos departamentos acadêmicos, e o suporte da universidade ao projeto é realizado através da concessão de espaço físico e mobiliário e promoção de atividades de capacitação para os alunos integrantes de cada empresa.

Na UTFPR, a Tetris – Empresa Júnior de Construção Civil – é referência na área. Formada por graduandos de Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo, a Tetris realizou um total de 11 projetos em 2015, todos formulados por alunos e orientados por professores.

Mariana Hidalgo, aluna do curso de Arquitetura e Urbanismo, é atualmente assessora de Comunicação e Marketing da Tetris e conta como sua participação no projeto contribui com seu desenvolvimento profissional. “A Empresa Júnior me dá uma experiência muito mais real do que aprendo em sala de aula. Posso aplicar o que aprendo antes de me formar, posso entender e estar inserida no mercado, vivenciar meu curso ainda melhor, e aprender diversas coisas que meus colegas de sala de aula talvez nem cheguem a ver na faculdade”, conta Mariana, que também recebeu treinamentos na Empresa Júnior em softwares frequentemente utilizados em sua área de atuação profissional, tais como Autocad e Revit.

Sobre o Movimento Empresa Júnior

Criado em 1967 na França, o Movimento Empresa Júnior vem cada vez mais ganhando espaço nas universidades ao redor do mundo. Atualmente, no Brasil, são mais de 2 mil projetos realizados por mais de 22 mil universitários distribuídos em aproximadamente 700 empresas juniores, segundo a Federação de Empresas Juniores do Estado de São Paulo.

 

Empresa Jr. de construção civil recebe prêmio de excelência em gestão

Mais uma importante conquista para o movimento de empresas juniores da UTFPR! A Tetris, dos cursos de engenharia civil e arquitetura do Câmpus Curitiba, foi reconhecida pela Brasil Junior com o Programa de Excelência em Gestão (PEG), baseado no Modelo de Excelência em Gestão da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ).

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A Tetris torna-se, assim, uma das poucas empresas juniores do Brasil a atingir o nível de “compromisso em excelência em gestão”. O PEG adota, em sua análise, os seguintes critérios: liderança, estratégia e planos, clientes, sociedade, informação e conhecimento, pessoas, processos, e resultados.

“O PEG é um prêmio que nos permite uma análise profunda e bem detalhada da gestão e dos resultados da nossa EJ [empresa júnior], isso acaba nos mostrando vários pontos fortes do nosso trabalho, bem como inúmeros pontos de melhoria. Ser reconhecido nacionalmente significa que, apesar das oportunidades de melhoria encontradas por nós mesmos, estamos no caminho certo e nosso trabalho está rendendo bons frutos!”, comenta o aluno de engenharia civil e atual presidente da Tetris Ronny Alison Yu.

Sobre a Tetris

A empresa júnior de Engenharia e Arquitetura do Câmpus Curitiba foi fundada em 2005 e trabalha com projetos arquitetônicos, topográficos, regularização de projetos na prefeitura, vistoria de obras e montagem de estruturas metálicas. E nessa história de 10 anos, a empresa já realizou mais de 75 projetos.

Parabéns, galera! 😉

Empresa jr. de engenharia mecânica de Ponta Grossa abre processo seletivo

Estão abertas, até 23 de agosto, as inscrições para o processo seletivo da Vulcano, empresa jr. do curso de engenharia mecânica do Câmpus Ponta Grossa. Os interessados devem preencher o formulário online e enviar a declaração de matrícula, histórico escolar e o respectivo currículo para o e-mail vulcanoempresajr@gmail.com.

O processo de seleção contará também com outras duas etapas: dinâmica de grupo, no dia 31 de agosto; e entrevista, que será realizada no período de 03 e 09 de setembro. O resultado final está previsto para ser divulgado em 11 de setembro.

Sobre a Vulcano

A Vulcano Empresa Jr. desenvolve serviços de consultoria e prestação de serviços na área de engenharia geral e mecânica. Tem como missão promover o desenvolvimento contínuo das habilidades técnicas e gerenciais dos seus membros, com intuito de torná-los aptos aos desafios do mercado de trabalho.

Para mais informações, acesse o edital e a página da Vulcano no Facebook.