Estudante da UTFPR desenvolve plataforma para empréstimo de livros

Mais que uma tendência de mercado, as plataformas colaborativas têm se popularizado pela vasta oferta de produtos e serviços. E é claro que elas também têm espaço para os nossos companheiros de todas as horas, os livros!

É o caso do Matchbook. Desenvolvida pelo aluno da MBA em Gestão de Negócios do Câmpus Curitiba, Leonardo Teixeira, em parceria com Lucas Teixeira e Marcelo Gomes, a plataforma permite o empréstimo de obras literárias entre seus usuários garantindo a entrega do exemplar físico até o cliente.

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Site disponibiliza diversos gêneros, desde as romances até livros acadêmicos

Com um valor fixo mensal de R$ 19,90, o Matchbook garante ao usuário a opção de escolher um título do catálogo e, no prazo de 24 horas, recebê-lo no local desejado. O empréstimo dura o tempo que o assinante desejar e, após a leitura, o livro é recolhido. Cada usuário pode solicitar um exemplar por vez, mas não há um número máximo de empréstimos mensais.

E tem gênero para todo gosto: suspense, romance, policial, autoajuda, biografia, história, literatura internacional, administração, ciências sociais, gastronomia e por aí vai. Ah, o site também funciona como uma rede social, que possibilita a interação entre os usuários para debates e classificação das obras.

Quer conhecer mais ou assinar os serviços do Matchbook? Acessa aí a página dos caras: http://www.matchbook.com.br/

 

Alunos de Cornélio Procópio conquistam 1° lugar em competição de startup

Olha só como essa galera tá arrasando no empreendedorismo!

A equipe Cognitiva, formada por empreendedores da Incubadora de Cornélio Procópio conquistaram o 1º lugar na edição anual da Startup Weekend. O evento de empreendedorismo internacional, que é o maior entre os de startups no mundo, aconteceu nos dias 24, 25 e 26 de junho, no Sebrae de Londrina.

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A equipe desenvolveu um aplicativo, o GeoPromo, que recomenda promoções de restaurantes e bares para pessoas próximas a esses estabelecimentos, nomeado como GeoPromo. A ideia foi desenvolvida para a participação no evento e está, agora, em fase de protótipo.

“Este tipo de evento é de extrema importância na minha formação acadêmica e profissional, pois eventos relacionados à empreendedorismo fazem com que se possa ver além do que é ministrado dentro de uma sala de aula, com situações reais”, comenta Thayna Gimenez, aluna do 7º período de Engenharia de Computação e integrante da equipe.

Parabéns, galera!

Francisco Beltrão e Ponta Grossa abrem seleção para o Hotel Tecnológico

Sim, a UTF respira empreendedorismo!

Estão disponíveis dois editais de seleção para os hotéis tecnológicos dos Câmpus Francisco BeltrãoPato Branco Ponta Grossa. O objetivo do projeto é fomentar o espírito empreendedor, subsidiando e apoiando inovações, e é voltado aos alunos e egressos que desejam desenvolver um produto, processo ou serviço moderno de base tecnológica.

O Hotel Tecnológico oferece por até dois anos infraestrutura física bacana e benefícios como: treinamento para os hóspedes, orientação para abertura da empresa, assessoria, participação em eventos para inserção mercadológica e consultoria técnica especializada.

Para participar, as equipes precisam ter de três a quatro integrantes, com pelo menos um aluno regularmente matriculado ou egresso da UTF sob a orientação de um professor permanente. Dependendo do câmpus, há algumas regras específicas. Em Francisco Beltrão, os alunos podem admitir sócios investidores desde que estes não tenham participação majoritária. As inscrições vão até esta quinta-feira, dia 19, para o Ponta Grossa, e até o próximo dia 25 para Francisco Beltrão. Para Pato Branco, as inscrições estão abertas desde 17 de junho.

Incubadora de Inovações

Agora, se você ainda não possui um plano de negócios maduro, uma boa oportunidade é buscar a Incubadora de Inovações dos câmpus. Em Curitiba, por exemplo, a admissão de novos projetos é contínua, sendo limitada apenas à capacidade física da IUT, a Incubadora de Inovações. O lance, então, é ficar de olho nas vagas ofertadas nas chamadas públicas no site do Câmpus. Assim como no HT, o tempo do projeto na Incubadora é de dois anos, renovável por até outros dois.

Sancionada lei que regulamenta atividades das empresas juniores

Boa notícia para o movimento de empresas juniores da UTF! 😀

No último dia 6, a presidente Dilma Rousseff sancionou o projeto de lei que regulamenta as entidades que promovem o desenvolvimento acadêmico e profissional dos estudantes, as empresas juniores. Com a regulamentação, toda empresa júnior deve ser formada exclusivamente por estudantes matriculados em instituições de ensino superior, não podem ter ligação partidária, além de que o trabalho terá que ser voluntário e sem fins lucrativos.

Reunião de trabalho da Tetris, empresa júnior do Câmpus Curitiba

Reunião de trabalho da Tetris, empresa júnior do Câmpus Curitiba

Oriunda do PLS 437/12, a lei garante que as empresas juniores não percam o caráter de associações civis sem fins lucrativos e que possa realizar projetos  para o desenvolvimento acadêmico e profissional dos seus membros. Ela também servirá para dar mais amparo às empresas juniores, dando melhores oportunidades para os alunos construírem um ambiente semelhante ao mercado de trabalho. A nova legislação, pioneira no mundo, também determina que os valores arrecadados nos projetos sejam inteiramente reinvestidos na própria empresa.

Dessa forma, a lei passa a normatizar as mais de 1,2 mil organizações, que envolvem 11 mil estudantes universitários brasileiros, segundo dados da Brasil Júnior. Somente na UTF, são 22 empresas juniores espalhadas nos Câmpus Campo Mourão, Cornélio Procópio, Curitiba, Dois Vizinhos, Londrina, Medianeira, Pato Branco, Ponta Grossa.

A empresa júnior e o desenvolvimento profissional do aluno

Empreendedorismo é a palavra da vez, e a UTFPR não poderia ficar para trás. Através de seu Programa de Empreendedorismo, a Universidade vem colocando em prática projetos integradores que aproximam os alunos do mercado de trabalho, abrindo portas para jovens empreendedores mostrarem suas ideias. Entre os projetos desenvolvidos na UTFPR estão as empresas juniores, que são associações sem fins lucrativos, compostas por alunos de graduações que voluntariamente desenvolvem projetos e oferecem serviços para o mercado a preços significativamente reduzidos.

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Segundo o professor Ricardo Mânica, coordenador do Programa, as empresas juniores possibilitam o desenvolvimento de práticas acadêmicas no mercado, permitindo assim que os conhecimentos adquiridos na universidade ultrapassem as salas de aula. A formulação de cada empresa júnior é de responsabilidade dos alunos e dos departamentos acadêmicos, e o suporte da universidade ao projeto é realizado através da concessão de espaço físico e mobiliário e promoção de atividades de capacitação para os alunos integrantes de cada empresa.

Na UTFPR, a Tetris – Empresa Júnior de Construção Civil – é referência na área. Formada por graduandos de Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo, a Tetris realizou um total de 11 projetos em 2015, todos formulados por alunos e orientados por professores.

Mariana Hidalgo, aluna do curso de Arquitetura e Urbanismo, é atualmente assessora de Comunicação e Marketing da Tetris e conta como sua participação no projeto contribui com seu desenvolvimento profissional. “A Empresa Júnior me dá uma experiência muito mais real do que aprendo em sala de aula. Posso aplicar o que aprendo antes de me formar, posso entender e estar inserida no mercado, vivenciar meu curso ainda melhor, e aprender diversas coisas que meus colegas de sala de aula talvez nem cheguem a ver na faculdade”, conta Mariana, que também recebeu treinamentos na Empresa Júnior em softwares frequentemente utilizados em sua área de atuação profissional, tais como Autocad e Revit.

Sobre o Movimento Empresa Júnior

Criado em 1967 na França, o Movimento Empresa Júnior vem cada vez mais ganhando espaço nas universidades ao redor do mundo. Atualmente, no Brasil, são mais de 2 mil projetos realizados por mais de 22 mil universitários distribuídos em aproximadamente 700 empresas juniores, segundo a Federação de Empresas Juniores do Estado de São Paulo.