Projeto analisa chuvas de granizo no Sudoeste paranaense

Pesquisa em prol da comunidade. Um grupo de 15 alunos dos cursos de Engenharia Ambiental (Câmpus Londrina e Francisco Beltrão) está mapeando as áreas do Sudoeste paranaense em que mais ocorrem chuvas de granizo. O experimento faz parte do projeto “Detecção, Monitoramento e Análise do Desenvolvimento de Tempestades Severas Associadas à Ocorrência de Granizo no Sul do Brasil”.

E aqui estão alguns dos alunos que desenvolvem a pesquisa

E aqui estão alguns dos alunos que desenvolvem a pesquisa

Segundo o professor Jorge Alberto Martins, um dos coordenadores da pesquisa, nesta primeira campanha estão sendo instalados cerca de 200 detectores. Nos próximos três anos, serão realizadas outras campanhas com o intuito de alcançar a instalação de outras 1 mil unidades dos aparelhos. A princípio, serão contemplados os municípios de Bom Jesus do Sul (PR), Barracão (PR) e Dionísio Cerqueira (SC). Para o ano de 2015, estão previstas as instalações nos municípios da província de Misiones, na Argentina.

Uma das 200 placas que já estão em funcionamento. A coleta dos materiais é feita também com a ajuda de agricultores da região :D

Uma das 200 placas que já estão em funcionamento. A coleta dos materiais é feita também com a ajuda de agricultores

A pesquisa irá coletar informações sobre frequência das tempestades, a estação do ano e os horários que mais ocorrem e as características de intensidade dos fenômenos. Como esses dados reunidos será possível, por exemplo, prever o momento da chuva de granizo e ajudar órgãos de defesa civil no alerta das populações que possam ser afetadas pelas tempestades.

A pesquisa também conta o apoio de secretarias municipais de agricultura, associação de agricultores e do Consórcio Intermunicipal da Fronteira (CIF).

Laboratório de Eventos Atmosféricos Extremos (Câmpus Londrina). Aqui as atividades são planejadas...

Laboratório de Eventos Atmosféricos Extremos (Câmpus Londrina). Aqui as atividades são planejadas…

…. E já um pouco mais longe da Universidade, na zona Rural dos municípios, a galera põe as ‘mãos na massa’, ou melhor, ‘os pés na terra’, para fazer a instalação das placas. 😀

Gostou? Pois olha que legal! A partir deste mês agosto, as informações coletadas já começarão a ser disponibilizadas no site do projeto.