Alimento: do prazer à angústia

00647_colunapersonaconsumo_3861542987845778788Se voltarmos a época do homem pré-histórico, perceberemos o quão comum era viver em períodos de escassez alimentar. Toda forma de comida animal ou vegetal era fonte imprescindível para cobrir as demandas energético-proteicas do indivíduo. Além disso, a necessidade de acumular energia corporal para sobreviver por longos períodos de inverno ou seca rigorosos era fundamental.

Após esse período, a humanidade ainda passou por muitos conflitos regionais e mundiais e que condenaram populações inteiras à fome severa. Isso fez com que as pessoas fizessem estoques de energia no organismo pelo medo da fome.

Por milhares de anos a obesidade foi associada a uma doença que afetava apenas os mais ricos. Alimentos – especialmente os mais saborosos e ricos em calorias – eram simplesmente caros demais para que o cidadão comum pudesse obtê-los. Poucos podiam se dar ao luxo de serem gordos e demonstrar sua prosperidade.
Em pleno século XXI, vivemos o oposto. Com a oferta facilitada a uma imensa variedade de alimentos e num período em que muito se esclarece sobre a importância em ter uma alimentação consciente e saudável, aumentam os índices de obesidade e anorexia associados à forma como as pessoas lidam com o alimento quando o entendem como objeto supridor de carências ou de culpa por não se ter um corpo idealizado.

Alimentos estão mais baratos e mais disponíveis. Os mais calóricos podem ser encontrados nos mais variados locais. Hoje, sabemos que obesidade e anorexia matam e a melhor estratégia para o combatê-las é a informação.

Vemos o homem contemporâneo tentando “lutar” com um leão por dia ou “fugir” dele armado de consciência, informações e tecnologias em seu benefício, mas, em vão, já que seu maior combustível, a energia obtida pelo alimento, padece pela sua falta ou excesso.

As pessoas parecem estar tomadas pelo gene do Homem primitivo que, sem escolhas, transitava pelos extremos alimentares.

Coluna Persona

Vem novidade por aí no Blog do Aluno!

A partir desta quinta-feira (19), o Blog irá publicar semanalmente Coluna Persona em parceria com a Assistência de Assuntos Estudantis (Assae) abordando diversas temáticas relacionadas à vida acadêmica. Acompanhe!

Dá só uma olhada no vídeo que a galera da Assae produziu 😉

 

Nota de Esclarecimento: Auxílio Estudantil

Alguns questionamentos e dúvidas têm surgido em torno das bolsas de Auxílio Estudantil da UTFPR. Nesta segunda-feira, dia 4, a Assae, órgão ligado à Reitoria e que cuida especificamente desse assunto, divulgou uma nota esclarecendo alguns pontos.

auxilio_estudantil_faceConfira aqui a íntegra da nota

O primeiro é que, “em nenhum momento, houve a suspensão do Programa aos estudantes da Universidade”. Ocorre, no entanto, que o pagamento de algumas bolsas do último edital sofreram atrasos por conta do “descompasso de repasses financeiros por parte do Governo Federal”.

A Assessoria também afirma que o pagamento das bolsas do período 2015.2 foi finalizado neste mês de março e o deste semestre letivo terá início em maio, retroativo a abril. Para que os dependentes do auxílio alimentação não sejam prejudicados pelas datas, a Assessoria prorrogou até 30 de abril o direito ao auxílio nos Restaurantes Universitários dos câmpus”.

O cronograma de seleção também é outro ponto de dúvida dos alunos esclarecido pela Assessoria. Segundo o órgão, “o número de inscritos vem crescendo gradativamente, o que exige um esforço redobrado dos servidores para que todas as inscrições sejam minuciosamente analisadas e pontuadas conforme os critérios estabelecidos no edital. Na última seleção, mais de 4.800 estudantes solicitaram algum tipo de auxílio”.

A Assae conclui o documento informando o compromisso da UTFPR em “aperfeiçoar as rotinas de trabalho para que todo o processo seletivo seja realizado da maneira mais rápida possível, garantindo, sobretudo, uma análise justa de todas as inscrições”.