CsF: uma experiência em Seul

Você sabia que mais de 1.600 alunos** da UTFPR conseguiram realizar seu sonho de fazer um intercâmbio no exterior, através do programa Ciência sem Fronteiras?! E que ela é a segunda no estado em número de bolsas do programa?

Não?

Pois é através da experiência de Étore de Larmelina, aluno do câmpus Medianeira, que vamos te mostrar porque na próxima chamada do programa você não pode perder a oportunidade de ~agregar~ no seu diploma uma trajetória acadêmica diferenciada, assim como aconteceu com ele. 😀

Graduando do curso de Engenharia de Produção, Étore passou cerca de um ano estudando na Yonsei University (연세대학교), em Seul, capital da Coréia do Sul. Lá, ele cursou disciplinas dos cursos de Business e Engenharia, além de aprimorar o coreano, é claro. Ele destaca a facilidade que teve de interagir com os colegas, já que muitos dos trabalhos acadêmicos eram desenvolvidos em grupo. “A adaptação foi muito tranquila, os coreanos são muito receptivos e hospitaleiros”, relata.

Étore também disse contar com todo o suporte da Embaixada Brasileira instalada no país. “Dois dos estágios que fiz, fiquei sabendo do processo seletivo graças à Embaixada”, conta, enfatizando que o órgão desempenha um papel importante no contato entre os intercambistas e as empresas. Entrou para seu currículo de experiência profissional um estágio na Hyundai Glovis, responsável pela logística da Hyundai Group, e na Inbody, desenvolvedora e fabricante de produtos médicos, onde estagiou no departamento responsável pela América Latina e até apareceu no comercial do novo produto da empresa 😉

Academicamente, Étore também se destacou. Juntamente com outro universitário brasileiro, ele ganhou a medalha de ouro e o grande prêmio no concurso “21º Century Korea-Brazil Frontier Forum 2014”, com um plano de negócios voltado a um problema muito comum no Brasil: a queda de árvores motivadas por falhas no gerenciamento do plantio. Além da viabilidade, abrangência e simplicidade, o projeto também gerou repercussão e estranhamento entre os coreanos, porque, em Seul, o plantio é planejado e uniforme e a queda não intencional de árvores é praticamente inexistente. “Seul é uma ótima cidade e existe muita coisa nela a ser aprendida, como o gerenciamento de árvores urbanas ou o incrível tratamento de água do Governo Metropolitano”, ressalta.

Além de ótimas experiências, Étore também voltou para casa com uma grande bagagem cultural. “Este período foi de grande importância para minha vida acadêmica, profissional e pessoal. Aprendi principalmente que, com estudos, motivação e dedicação, todos podemos ir muito longe”, finaliza, revelando que pretende voltar muitas vezes à cidade que lhe proporcionou todos esses momentos incríveis. 😀

Gostou do relato?! 😀 Procure mais informações sobre o programa e aguarde futuras chamadas. O próximo intercambista pode ser você 😉

 

**Fonte: Site do programa Ciência sem Fronteira. Atualizado em março/2015

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One thought on “CsF: uma experiência em Seul

  1. É uma pena que o CsF só beneficia alunos de cursos de engenharia basicamente. Cursos de comunicação, por exemplo, não estão no programa. Assim como vários outros também… Seria bacana todos desfrutarem de uma experiência tao bacana quanto essa parece ser.

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