Mais de 12 mil plantas podem ser encontradas no herbário da UTFPR Campo Mourão

O herbário do Câmpus Campo Mourão da Universidade Tecnológica Federal do Paraná foi fundado em 2000 como laboratório de apoio ao Curso de Tecnologia em Gestão Ambiental e, atualmente, está vinculado ao Curso de Engenharia Ambiental. Além das atividades relacionadas a pesquisa científica, vem atuando como museu e recebendo visitação de escolas ou grupos.

Aproximadamente 12 mil plantas estão no acervo do Herbário HCF. Algumas espécies são de 1965, que vieram de permutas com herbários de todo o Brasil. Recentemente, foi catalogada uma espécie de Palmeira, que ainda não havia sido registrada no Paraná, e também a de uma Orquídea rara, a qual só houve registro uma vez. O trabalho desenvolvido no herbário tem ajudado a ampliar o número de espécies nativas catalogadas no Estado e o objetivo é evitar a diferença que há hoje entre os dados oficiais (5,7 mil) e os que defendem os pesquisadores (mais de 8 mil espécies).

O trabalho realizado no herbário começa no campo, com a coleta das amostras e anotação das informações nas fichas, e depois continua no laboratório onde as espécies são costuradas em papel e colocadas em um armário específico.

Ao mesmo tempo, os dados de cada coleta são acrescentados a um programa de computador, desenvolvido em 2006, e que possibilitou a informatização de todo o acervo do Herbário.

Em 2007, o herbário passou a integrar a Rede Brasileira de Herbários (RBH) ligada à Sociedade Botânica do Brasil (SBB). Além disso, desde setembro de 2008 está registrado sob o acrônimo HCF no Index herbariorum, cadastro internacional de herbários, gerenciado pela Associação Internacional para a Taxonomia Vegetal e o Jardim Botânico de Nova York, nos Estados Unidos.Conhecia este projeto? Ficou com vontade de conhecer o herbário? Para agendar uma visita em grupo ou de escolas basta ligar no Câmpus Campo Mourão da UTFPR.

UTFPR e o Mercado de Trabalho – Tecnologia em Alimentos

O Blog do Aluno começa hoje uma série que trará, toda sexta-feira, postagens com informações sobre o mercado de trabalho dos cursos oferecidos pela UTFPR, apresentando as possíveis áreas de atuação e a participação da Universidade no processo de inserção dos estudantes no mercado.

Iniciaremos a série com uma postagem sobre o Curso Superior de Tecnologia em Alimentos. Para saber mais sobre o mercado de trabalho desta área, conversamos com os coordenadores do Curso nos Câmpus Francisco Beltrão e Londrina, Cleusa Ines Weber e Cláudio Takeo Ueno, respectivamente.

Segundo Cláudio, os graduandos atuam principalmente nos seguintes segmentos: gestão de pequenos estabelecimentos alimentícios e indústria de alimentos; controle de qualidade de indústria de alimentos; desenvolvimento de marketing de alimentos e novas embalagens; estudos de tendências de novos produtos no mercado; atuação em pesquisas na área de alimentos, laboratórios de analises físico-químico, microbiológicos de controle de qualidade de alimentos; e ainda com docência na área.

Como o curso é relativamente novo na maioria dos câmpus, os tecnólogos em Alimentos da UTFPR ainda estão passando pela fase de consolidação no mercado. “O piso da categoria é seis salários mínimos, mas a média da região para início de carreira está em torno de três salários mínimos.”, esclarece a coordenadora Cleusa.

Em alguns câmpus, as vagas existentes são divulgadas pela Diretoria de Relações Empresariais e Comunitárias (Direc) – onde as empresas do setor alimentício podem anunciar ofertas de emprego, vagas de estágio, entre outros – e também através da indicação de professores.

Formado no curso em 2010, Sandro Parteca trabalha na área desde 2004 e atualmente está na BRF. “O próprio nome da universidade nos dá respaldo para ingressar no mercado de trabalho”, comenta.

O Curso de Tecnologia em Alimentos é oferecido nos Câmpus Campo MourãoFrancisco BeltrãoLondrinaMedianeira e Ponta grossa e tem a duração de 3 anos.

Para saber mais sobre os cursos da UTFPR,  confira o nosso Guia do Estudante.

Agressão virtual

Sabemos que o bullying, que consiste em humilhar ou machucar outra pessoa constantemente, podendo fazer com que a vítima se afaste da vida social, além de sofrer danos psicológicos no presente e no futuro, é um problema constante em escolas e universidades.

Além de pessoalmente, o bullying pode acontecer também pela internet, quando torna-se o chamado cyberbullying. A agressão ocorre através do envio de mensagens maldosas, fofocas, mentiras e até publicações de fotos e vídeos nas redes sociais. Dessa forma, as mensagens podem ser enviadas anonimamente de qualquer lugar, em qualquer hora e espalham-se pela web de uma forma difícil de deter.

Visto que a legislação brasileira não tem leis específicas para crimes cibernéticos, normalmente as condutas praticadas no meio digital são comparadas aos crimes já existentes na legislação vigente, deixando muitas vezes os autores do cyberbullying saírem impunes.

Percebendo essa ausência de leis específicas, foi aprovado, para a reforma do Código Penal, um projeto de lei que criminaliza esses casos. Segundo o projeto, cyberbullying é: “Intimidar, constranger, ameaçar, assediar sexualmente, ofender, castigar, agredir, segregar a criança ou o adolescente, de forma intencional e reiterada, direta ou indiretamente, por qualquer meio, valendo-se de pretensa situação de superioridade e causando sofrimento físico, psicológico ou dano patrimonial”. A pena para os condenados pode chegar a quatro anos.

Enquanto o novo Código Penal não sai, campanhas antibullying são feitas em instituições e na internet. O Facebook, por exemplo, lançou uma página com a intenção de evitar tragédias virtuais, que chegam a suicídios, oferecendo ferramentas, dicas e programas que ajudem as pessoas a se defenderem na internet.

O que acha dessa iniciativa e do projeto de lei? Conhece casos de cyberbullying? Participe!

E-Sports na UTFPR

Já ouviu falar em esportes eletrônicos? Diferente dos games, o que caracteriza um esporte eletrônico é o nível de comprometimento e a postura dos atletas em relação ao jogo e suas equipes. Os jogadores são considerados cyberatletas quando revelam um verdadeiro engajamento nos treinos para melhorar suas táticas e evoluir para participar das competições. Os esportes eletrônicos tiram os games da posição de simples hobby e os colocam como esporte de alto comprometimento. Além disso, os e-Sports se diferenciam por contarem com entidades reguladoras e gerenciadoras de campeonatos e competições, nacionais e internacionais.

Os campeonatos se dividem em online e presenciais. Nos campeonatos online, os cyberatletas se encontram em determinado lugar e disputam as partidas através de uma plataforma online. Ao final de cada partida, os resultados são registrados, definindo os vencedores. Já os campeonatos presenciais acontecem geralmente durante eventos de games e tecnologia, patrocinados por grandes marcas.

Conversamos com o diretor de Marketing e Eventos do Centro Acadêmico de Engenharia Eletrônica (CAEEL) e do UTFPR e-Sports, do Câmpus Ponta Grossa, Gabriel Fujiyama, que nos explicou um pouco sobre o universo dos e-Sports e nos falou como esses campeonatos acontecem por aqui.  “No Brasil, esse mercado ainda é baixo por não contarmos com uma estrutura de rede própria para suportar os servidores dos games”, comenta Gabriel.

“O cenário está mudando para melhor, e o país já está recebendo grandes competições, como a Intel Master Extreme, a Campus Party e a Brasil Games Show (BGS), onde os times da América Latina competem por vagas nos campeonatos mundiais”, completa. A premiação nos campeonatos mundiais chega a 1 milhão de dólares, e muitos cyberatletas recebem salários para jogar representando as melhores marcas, mas, segundo Gabriel, isso ainda é um pouco raro.

O UTFPR e-Sports acontece em parceria com a Atlética XV de outubro e o CAEEL, com o objetivo de desenvolver e organizar o e-Sport dentro das universidades, onde se concentra a maior parte dos cyberatletas. No começo desse mês foi promovido o primeiro campeonato de League of Legends do câmpus, voltado para os alunos matriculados. Futuramente, a proposta da iniciativa é que esses campeonatos aconteçam entre os demais câmpus da Universidade.

Pra ficar por dentro dos campeonatos e das novidades desse universo, é só curtir a fanpage do pessoal da UTFPR e-Sports no Facebook.

Lançamento do Portal Estágios & Empregos

Uma novidade para os bolsistas do Programa Ciência sem Fronteiras: na última quarta-feira (17), foi lançado o Portal Estágios & Empregos. O objetivo da nova ferramenta é  promover a integração dos bolsistas e ex-bolsistas do Programa com empresas do setor privado.

Novo Portal Estágios & Empregos

O aluno encontrará, no novo portal, vagas de estágios e empregos destinadas aos perfis de mão de obra altamente qualificada, previamente selecionados pelo Programa. As empresas conveniadas, por sua vez, terão fácil acesso ao Currículo Lattes dos candidatos, o que contribuirá para a seleção de alunos que se encaixem no perfil procurado pela instituição.

No mesmo evento foi lançado o Painel de Acompanhamento do Programa Ciência sem Fronteiras, de acesso público, que proporcionará maior transparência na divulgação dos dados de execução do programa.

O Portal é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e do Ministério da Educação, por intermédio de suas respectivas Agências de fomento, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES)..