Semana UTForce promove palestras e minicursos na área de mobilidade elétrica

Evento para a galera apaixonada por automobilismo!

O Câmpus Ponta Grossa sedia, entre os dias 22 e 26 de maio, a Semana UTForce 2017, evento que tem como pauta de debates e oficinas a ‘Mobilidade Elétrica e Geração Distribuída’. O objetivo é trazer para o ambiente acadêmico a discussão desta que já está sendo considerada a maior revolução na indústria automobilística desde o século XX.

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A Semana promoverá palestras e minicursos das áreas relacionadas, além de disponibilizar certificado que pode ser utilizado como hora complementar.

A UTForce e-Racing é um projeto de extensão fundado em setembro de 2015 por acadêmicos do curso de Engenharia Eletrônica. Atualmente o projeto UTForce F-SAE e-Racing é composto por mais de 40 estudantes da UTFPR e integra alunos de Engenharia Eletrônica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Tecnologia em Automação Industrial.

A equipe também está inscrita na competição Fórmula F-SAE, uma competição que propicia aos estudantes de engenharia a oportunidade de aplicar na prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula, desenvolvendo um projeto completo.

Para mais informações, acesse a página da equipe.

Equipe Pato a Jato na Shell Eco-marathon Américas 2017

A galera da Pato a Jato voando cada vez mais alto 😀

A equipe de eficiência energética Pato a Jato, do Câmpus Pato Branco, representou a UTFPR e o Paraná pela terceira vez na maior competição de eficiência energética do mundo. A competição Shell Eco-marathon Americas aconteceu na cidade do automóvel, Detroit (EUA), no período de 27 a 30 de Abril.

E a participação veio com excelentes resultados \o/

1° lugar entre as equipes brasileiras que competiram na categoria protótipos movidos por motores à combustão interna;
2° lugar entre os protótipos movidos a etanol;
19° lugar entre os 86 protótipos inscritos.

Equipe da Pato a Jato na Shell Eco-marathon Américas 2017 (Foto: Divulgação)

Equipe da Pato a Jato na Shell Eco-marathon Américas 2017 (Foto: Divulgação)

O fato é que a galera ralou muito para conquistar esses resultados. O primeiro desafio foi chegar aos EUA. Afinal, levar um carro como volume que se adeque nos limites de uma bagagem despachada na companhia aérea não é nada fácil.

Vencido o primeiro, outros desafios estavam por vir…

“Competir em condições climáticas adversas, considerando chuva e frio, ao mesmo tempo em que se tentava manter o motor na temperatura adequada e se gerenciava o consumo da bateria durante a fila de espera para entrada na pista; além de passar por uma inspeção técnica severa, tendo que carregar ou comprar ferramentas e peças em um país estrangeiro para se adequar às exigências dos inspetores”, completa o professor Bruno Bellini Medeiros, um dos orientadores da equipe.

Na avaliação do aluno Matheus Alberto Bordignon, capitão da equipe, a participação da Pato Jato nesta edição da Shell Eco-marathon Americas evidenciou o amadurecimento dos acadêmicos em relação a 2015, ano de estreia na competição.

“Os membros souberam lidar e contornar situações árduas, algo que só com a dedicação e experiência poderia ser possível de se alcançar. Outro ponto a destacar foi a interação com equipes de diferentes países, quando todos estavam dispostos a ajudar outros times a solucionar problemas, emprestando materiais, discutindo sobre como melhorar os projetos e até mesmo a maneira como cada um trabalha e recebe seus apoios de patrocinadores. É muito gratificante poder representar a instituição UTFPR e o estado do Paraná”, destaca.

Confira mais algumas fotos da Pato a Jato na competição:

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Protótipo de Pato Jato nas pitas de Detroit (Foto: Divulgação)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Projeto possibilita estudo de topografia por meio de realidade aumentada

Sim, a tecnologia é um dos grandes aliados da educação!

Um exemplo é o projeto SARndbox, realizado no Câmpus Campo Mourão, que faz uso de ferramentas tecnológicas para criar uma simulação de realidade aumentada de relevos topográficos.

“A ideia é integrar um sistema de realidade aumentada com modelos topográficos criados fisicamente, que têm sua superfície escaneada em tempo real. Esses modelos são usados como plano de fundo para uma variedade de efeitos gráficos e simulações”, explica a professora Maristela Mezzomo, orientadora do projeto. O sistema de simulação conta com um computador, um projetor, um sensor de profundidade e uma caixa contendo areia. Tudo bem simples e o legal é que o simulador pode ser manuseado mesmo sem a supervisão de um especialista.

SARndbox simulando um relevo de montanha (Imagem: divulgação)

SARndbox simulando um relevo de montanha (Imagem: divulgação)

A iniciativa do projeto partiu de um grupo de alunos do Curso Técnico Integrado em Informática. “Montamos a SARndbox e apresentamos em uma ação de extensão junto à Diretoria de Relações Empresariais e Comunitárias para a Feira de Ciências e ExpoUT de 2015. Em 2016, a ação virou um Projeto de Recurso Educacional Aberto ligado à Diretoria de Graduação do Câmpus”, comenta Maristela.

Atualmente, a SARndbox é utilizada como ferramenta de apoio didático para aulas que trabalham com a temática ambiental, como nas disciplinas de Geomorfologia (Engenharia Ambiental) e de Geografia I e II (Técnico Integrado em Informática).

“Os resultados têm demonstrado que a SARndbox é uma ferramenta didática interessante, que aproxima o uso de interfaces não-convencionais no ensino, permitindo que alunos, professores e profissionais tenham a oportunidade de interagir a partir da escolha e elaboração de estratégias para agir de modo autônomo. Além disso, a interface permite que o aprendiz explore de forma mais ampla o material educacional, através de uma interatividade ativa e sensorial”, avalia a professora.

SARndbox

Criada originariamente na Universidade da Califórnia (EUA), a SARndbox se popularizou por ser uma proposta interativa que facilita o ensino de temas relacionados à topografia. No Paraná, apenas o projeto do Câmpus Campo Mourão está credenciado junto à coordenação internacional da SARndbox.

Câmpus Cornélio Procópio desenvolve aplicativo com glossário de biologia para alunos surdos

Tecnologia e acessibilidade. O Grupo de Pesquisa em Estudos sobre a Pequena Empresa e o Empreendedorismo do Câmpus Cornélio Procópio desenvolveu um aplicativo com o objetivo de atender a necessidade de acesso aos conteúdos científico-biológicos para alunos surdos do ensino médio, o Glossário de Biologia em Libras (GlossLibras).

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Elaborado a partir de uma pesquisa de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências, Sociais e da Natureza (Câmpus Londrina), de autoria do aluno Julio César Correia, o aplicativo disponibiliza uma série de termos da área das ciências biológicas com as respectivas representações na Língua Brasileira de Sinais (Libras).

A opção de difusão do glossário via aplicativo visa atender um número maior de interessados e contribuir para a assimilação dos sinais. Segundo o professor Jair de Oliveira, coordenador-geral do projeto, o acesso móvel facilita o processo de aprendizado dos alunos, a transmissão dos conhecimentos por parte dos professores e também a tradução dos sinais pelos interpretes. “Espera-se, com esta ação, atender uma demanda latente de mecanismos de apoio para o ensino de biologia no ambiente escolar”, comenta Jair.

O projeto também contou com apoio do Programa de Bolsas para o Desenvolvimento de Recursos Educacionais Aberto, do Programa de Bolsas de Fomento às Ações de Graduação da UTFPR.

O aplicativo está disponível para aparelhos com sistema android e o download pode ser feito gratuitamente.

Projeto de extensão utiliza jogos de tabuleiro como ferramenta de ensino

Nada como aprender se divertindo, não é mesmo?

Esse é o objetivo de um projeto extensão dos Câmpus Cornélio Procópio e Londrina que utiliza jogos de tabuleiro como ferramentas de ensino. O projeto é coordenado pelo Laboratório Universitário de Desenvolvimento de Inteligências e Cognições (Ludico).

Nos eventos do projeto, além de muitos jogos, rola também debates sobre como essa prática pode auxiliar o processo de ensino-aprendizagem, história dos jogos de tabuleiro, e desenvolvimento e criação de novos jogos.

Evento realizado no último dia 25 no Câmpus Londrina (Foto: Divulgação)

Evento do Ludico realizado no último dia 25 no Câmpus Londrina (Foto: Divulgação)

Segundo o professor Mauricio Iwama Takano, um dos coordenadores do projeto, muitos estudos já comprovam que o “brincar” é uma das atividades onde as pessoas mais conseguem desenvolver suas diversas inteligências. “Durante um simples jogo de tabuleiro, o participante pode desenvolver desde sua inteligência interpessoal até sua inteligência lógico-matemática. Cada jogo ajuda a desenvolver uma inteligência diferente”, comenta. Os eventos são sempre gratuitos e abertos aos públicos interno e externo.

Evento do último dia 25 reuniu mais de 140 participantes (Foto: Divulgação)

Evento do último dia 25 reuniu mais de 140 participantes (Foto: Divulgação)

Ficou a fim de participar? Marque na sua agenda: o próximo evento será realizado no dia 29 de abril, das 10h às 20h, no Câmpus Londrina, e fará parte do Dia Internacional do Jogo de Tabuleiro. Para esta próxima edição, também estão sendo planejadas algumas atrações diferenciadas como, por exemplo, jogos em tamanho gigante, onde os jogadores poderão fazer parte do jogo como se fossem peças do tabuleiro, e um escape room, uma espécie de sala temática que funciona como jogo de imersão onde o objetivo é encontrar uma ‘saída’ dentro de um tempo pré-determinado.

Para saber de outros eventos, basta colar na fan page do Ludico 😉