Câmpus Francisco Beltrão se prepara para mais uma operação do Projeto Rondon

E mais uma vez os alunos da Tecnológica irão marcar presença no Projeto Rondon.

Os oito alunos do Câmpus Francisco Beltrão selecionados para a Operação Serra do Cachimbo já estão programando as oficinas que serão ofertadas aos moradores de Guarantã do Norte, no Mato Grosso. Os trabalhos serão desenvolvidos nos grupos de Comunicação, Meio Ambiente, Tecnologia e Produção e Trabalho. A equipe iniciará os trabalhos no dia 14 de julho. O objetivo é contribuir com soluções sustentáveis para a inclusão social e a redução das desigualdades regionais.

Integrantes da equipe do Câmpus Francisco Beltrão (Foto: Divulgação)

Integrantes da equipe do Câmpus Francisco Beltrão (Foto: Divulgação)

No mês de abril, a professora que coordena os trabalhos no Câmpus, Maici Leite, participou da viagem precursora na qual conheceu as necessidade e particularidades da região para a consequente adequação das oficinas. “Teremos um grande desafio já que o município tem um diferencial em extensão [territorial]. Há assentamentos que ficam há 45 quilômetros e a nossa equipe estará sempre se deslocando. Ao mesmo tempo, percebi que a cidade é afetiva e receptiva. A visita também auxiliou a pensar mecanismos para interagir com os moradores”, comenta a professora.

Alana Caroline Franceiskievicz, estudante de Engenharia Química e uma das integrantes da equipe, conta que viu no Rondon uma oportunidade de fazer a diferença na comunidade. “As oficinas são uma forma de melhorar a realidade das pessoas e, para mim, é uma oportunidade pessoal de exercitar a cidadania”, ressalta.

“Acho o Rondon maravilhoso. Duas colegas já participaram e os relatos delas me motivaram ainda mais. Assim que passei da metade do curso [requisito para se inscrever participei do processo de seleção. Estou animada”, conta Aloma Hancke, aluna de Engenharia Ambiental. Os estudantes integrantes da equipe foram selecionados por meio de um edital próprio.

Oficinas que serão ofertadas

COMUNICAÇÃO

– Internet e pesquisa avançada com foco nas políticas sociais do governo;
– Ferramentas OpenOffice (ou MS Office) para preparação de documentos e materiais informativos (folders, jornais, declarações etc.);
– Mídia Digital e Social (gerenciamento);
– Comunicação Comunitária;
– Assessoria de Imprensa e Comunicação Interna;
– Rádio Comunitária;
– Jornal Comunitário.

MEIO AMBIENTE

– Saneamento Básico e Fossa Séptica Biogestora;
– Captação da água e uso consciente;
– Reciclar, Reaproveitar, Reutilizar;
– Produtos de limpeza ecológicos;
– Filtro clorador de baixo custo;
– Compostagem para donas de casas e pequenos;
– Manejo Integrado de Culturas e Pragas em Olericultura Orgânica Produção de um biofertilizante.

TRABALHO

– Associativismo, cooperativismo e empreendedorismo;
– Atualização em Linux para servidores municipais;
– Ferramentas para Gerenciamento de Projetos;
– Gestão pública e de Projetos para Servidores Municipais;
– Turismo e Esportes;
– Desenvolvimento do Turismo Local;
– Educação Financeira Familiar.

TECNOLOGIA E PRODUÇÃO

– Refeição principal: reaproveitamento de alimentos;
– Sobremesa: reaproveitamento de alimentos;
– Horta orgânica (vertical);
– Higienização e conservação de alimentos.

Sobre o Projeto

O Rondon é uma ação interministerial do Governo Federal realizada em coordenação com os Governos Estadual e Municipal que, em parceria com as Instituições de Ensino Superior, reconhecidas pelo Ministério da Educação, visa a somar esforços com as lideranças comunitárias e com a população, a fim de contribuir com o desenvolvimento local sustentável e na construção e promoção da cidadania.

Tecnológica Esclarece: Auxílio Estudantil

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Sim, sabemos que estão rolando algumas dúvidas em torno do Programa de Auxílio Estudantil da UTFPR. Para respondê-las, a Assae, órgão ligado à Reitoria e que cuida especificamente desse assunto, divulgou uma nota esclarecendo alguns pontos.

Confira aqui a íntegra da nota

O primeiro é que, “o edital de 2017 foi lançado contemplando 12 meses de vigência, diferentemente dos anteriores, que eram semestrais”. Ou seja, a um mesmo aluno passou a ser garantido o dobro de bolsas, de maneira que que não seja necessário uma nova inscrição no segundo semestre. Segundo a nota, “essa mudança foi fruto de uma reivindicação dos estudantes e apoiada pelos Núcleos de Atendimento Psicopedagógicos (Nuapes) dos câmpus da UTFPR”.

Somente nesta edição, a UTFPR recebeu 1.073 novas inscrições em relação ao segundo semestre de 2016, o que totalizou 7.069 inscritos. A Assae esclarece que, no entanto, “o recurso do PNAES (Programa Nacional de Assistência Estudantil), distribuído pelo governo federal, não cresce na mesma proporção que a entrada de novos estudantes ao Programa de Auxílio Estudantil na UTFPR”.

“O recurso financeiro disponível para 2017 é de R$19.194.981,00, dividido em duas parcelas: 80% para atender à seleção do primeiro semestre e 20% para atender a do segundo semestre. Este recurso é destinado somente aos estudantes de graduação. A UTFPR auxilia os demais estudantes do ensino técnico e da pós-graduação stricto sensu com recursos de custeio não oriundos do PNAES”, acrescenta o órgão.

Com o recurso disponível para este primeiro semestre letivo, foi possível contemplar 2.201 estudantes de graduação e 30 estudantes dos demais níveis de ensino (estes, com recursos de custeio da UTFPR). Ao todo, foram 7.069 inscrições, sendo 5.224 deferidas, 1.033 não homologadas e 812 indeferidas. Já para o segundo semestre letivo, a expectativa é contemplar 600 estudante com os outros 20% dos recursos.

A seleção dos alunos bolsistas se dá em duas etapas:

1ª etapa, de deferimento – quando os estudantes entregam toda a documentação exigida.

2ª etapa, de homologação – quando as inscrições deferidas (aquelas com a documentação ‘ok’), são ordenadas por ordem decrescente do Índice de Vulnerabilidade, definido no próprio edital.

Ou seja, a condição de “inscrição deferida” não estabelece vínculo para a concessão da bolsas, uma vez que a ideia sempre foi contemplar os alunos que mais precisam das bolsas, já que o recurso disponível é menor do que a real necessidade.

Até o fim desta semana, a Assae irá publicar a Lista de Espera do Programa, constituída por estudantes com inscrições deferidas, mas não contemplados por falta de recursos financeiros. A Lista servirá para futuras convocações nos casos de alguma desistência dos alunos já contemplados ou em possíveis vagas remanescentes no segundo semestre.

Ainda está com dúvida quanto algum processo do Programa? A  Assae está disponível esclarecer, basta encaminhar e-mail para o seguinte endereço 😉 assuntosestudantis@utfpr.edu.br

Equipe UTFalcon participa de campeonato nacional de simulação

A equipe UTFalcon Aerodesign, formada por estudantes da Tecnológica do Câmpus Ponta Grossa, está em plena campanha para conquistar o Campeonato Nacional de Simulação Computacional, evento organizado pela SAE Brasil AeroDesign e que reúne universitários que projetam aeronaves controladas via rádio.

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Equipe da UTFalcon Aerodesign (Foto: Divulgação)

Nesta edição, a competição é dividida em duas etapas: votação direta por meio de likes no youtube, e avaliação de especialistas da área.

E é nessa primeira etapa que todos podem ajudar. 😀

Basta acessar, assistir e dar o famoso like ~ é claro ~ no vídeo que galera produziu explicando, de uma maneira bem didática, a aerodinâmica.

Como premiação, as equipes finalistas receberão licenças de software, que poderão ser utilizadas em outros projetos da instituição de origem, e um valor em dinheiro para aplicação no desenvolvimento e aperfeiçoamento do próprio protótipo de AeroDesign.

Boa sorte, UTFalcon! Estamos aqui na torcida 😉

Empresa incubada realiza entrega de prótese de braço feita em impressora 3D

Linda iniciativa da galera do Câmpus Guarapuava!

A Anatolab, empresa incubada do Hotel Tecnológico do Câmpus Guarapuava, produziu e entregou uma prótese de braço feita em impressora 3D para uma adolescente com deficiência da cidade de Vitória, no Espírito Santo.

A prótese foi produzida em uma impressora 3D a partir do modelo RIT ARM, que apresenta todos os parâmetros necessários para a construção da prótese. Além disso, o modelo é um projeto open source, ou seja, está disponível gratuitamente na internet.

André Luis de Abreu e Fernanda Virtuozo, membros da equipe que desenvolveu o projeto (Foto: Divulgação)

André Luis de Abreu e Fernanda Virtuozo, integrantes da equipe que desenvolveu o projeto (Foto: Divulgação)

“Na construção da prótese, são passados fios internamente, presos no encaixe do braço próximo ao bíceps, e vão até a ponta de todos os dedos, responsáveis por fazer o movimento. Os dedos são articulados para que possam se movimentar quando o usuário dobrar o cotovelo, que é quando os fios se tensionam e fecham os dedos. O movimento realizado pela prótese é o de ‘pegada’, considerado o movimento mais importante da mão humana”, explica André Abreu, aluno de Engenharia Mecânica e um dos responsáveis pelo projeto.

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Prótese em fase de teste (Foto: Divulgação)

Mas até a entrega da prótese, o caminho foi longo…

“Tínhamos começado a trabalhar com a impressora havia pouco tempo e tivemos alguns problemas com os parâmetros de impressão como, por exemplo, a adesão da peça na base da impressora, o preenchimento interno das peças etc. Perdemos muito tempo e material no início, sem contar que a primeira prótese ficou muito frágil e tivemos que descartá-la. Na hora da montagem, também tivemos dificuldades com a passagem dos fios internamente, além que alguns estavam arrebentando quando tensionados. A solução foi usar linha de pesca, que funcionou perfeitamente”, acrescenta Abreu.

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Impressora 3D utilizada para a fabricação da prótese (Foto: Divulgação)

A usuária da prótese realizará acompanhamento fisioterápico para se adaptar ao mecanismo e poder usá-lo normalmente.

A equipe, também composta pelos alunos Fernanda Virtuozo e Leonardo Janiszevski, recebeu auxílio técnico do Laboratório de Idéias da Prefeitura Municipal de Guarapuava para o desenvolvimento da prótese.

Equipe da UTFPR conquista 3° lugar no Hackathon Sesi 2017

A UTFPR foi um dos destaques da edição 2017 do Hackathon Sesi, com o 3° lugar da competição \o/

A equipe composta pelo servidor Pedro Monteiro e pelo aluno Cleiton, do Câmpus Curitiba, trouxe indicadores de 2016 para criar um software de inteligência que identifica se o trabalhador está com alguma situação ergonômica inadequada, falta de EPI ou próximo a alguma estrutura que indique perigo. A notificação é em tempo real.

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Cleiton e Pedro, membros da equipe que conquistou o 3° lugar na competição (Foto: Divulgação)

Após 36 horas ininterruptas de competição, os jurados elegeram os melhores projetos de acordo com os seguintes critérios: impacto, viabilidade da implementação, inovação para o mercado, qualidade do produto, criatividade da ideia e aplicação na indústria, sendo este último o critério com maior peso.

Confira os dois primeiros colocados:

1° lugar –  aplicativo que permite ao trabalhador solicitar auxílio caso seja vítima de um acidente de trabalho. A plataforma serve para coleta de dados, aumento da produtividade e aproximação entre empresa e trabalhador.

2° lugar – aplicativo que libera ou proíbe o acesso do trabalhador no ambiente laboral de acordo com o uso de EPIs. Com isso, eles esperam que as empresas diminuam os gastos com indenizações ou processos trabalhistas. O software funciona com um sensor que emite um alerta.

Hackathon Sesi

A maratona de inovações tecnológicas foi realizada nos 24, 25 e 26 de março e reuniu estudantes e profissionais de diversas áreas com um mesmo objetivo: propor soluções para os principais desafios em segurança e saúde nas empresas.