Aplicação de método de análise auxilia no diagnóstico de pacientes do SUS

Usar o que aprendemos na Universidade para contribuir com a sociedade é o que buscamos enquanto universitários.

Pensando nisso, o estudante de Engenharia da Computação Victor Camargo (foto abaixo), desenvolveu um método que analisa os dados de internações hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS) para ajudar em diagnósticos médicos. O objetivo é criar um banco de dados que correlacione sintomas e agilize o processo de atendimento dos pacientes.

15002270_1094369104015919_8484114149927213185_oDe acordo com Victor, com a mineração desses dados, é possível identificar semelhanças entre as doenças e, assim, sugerir possibilidades de diagnósticos sobre novos casos, colaborando com a eficiência do trabalho de médicos do sistema público. O trabalho é desenvolvido sob orientação do professor Pedro Henrique Bugatti

Essa aplicação possibilita também o cruzamento de outras informações, além dos sintomas apresentados pelo paciente, como lugar de residência, por exemplo, que pode indicar fatores externos relevantes no caso. “Está sendo possível identificar informações de fora que se relacionam com os diagnósticos, por exemplo, quais regiões de determinados estados mais possuem problemas sanitários, e em quais regiões certas doenças são mais predominantes”, completa Victor.

Segundo testes realizados, os resultados obtidos chegaram em torno de 70% de eficiência e acerto no diagnóstico. Por se tratar de uma pesquisa com colaboração significativa na área da saúde, há a intenção por parte dos pesquisadores de comercializar o projeto.

A pesquisa foi apresentada no Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica (Sicite) 2016 e escolhida como um dos melhores trabalho da categoria painéis da área de Ciências Exatas e da Terra.

Semana UTForce promove palestras e minicursos na área de mobilidade elétrica

Evento para a galera apaixonada por automobilismo!

O Câmpus Ponta Grossa sedia, entre os dias 22 e 26 de maio, a Semana UTForce 2017, evento que tem como pauta de debates e oficinas a ‘Mobilidade Elétrica e Geração Distribuída’. O objetivo é trazer para o ambiente acadêmico a discussão desta que já está sendo considerada a maior revolução na indústria automobilística desde o século XX.

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A Semana promoverá palestras e minicursos das áreas relacionadas, além de disponibilizar certificado que pode ser utilizado como hora complementar.

A UTForce e-Racing é um projeto de extensão fundado em setembro de 2015 por acadêmicos do curso de Engenharia Eletrônica. Atualmente o projeto UTForce F-SAE e-Racing é composto por mais de 40 estudantes da UTFPR e integra alunos de Engenharia Eletrônica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Tecnologia em Automação Industrial.

A equipe também está inscrita na competição Fórmula F-SAE, uma competição que propicia aos estudantes de engenharia a oportunidade de aplicar na prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula, desenvolvendo um projeto completo.

Para mais informações, acesse a página da equipe.

Equipe Pato a Jato na Shell Eco-marathon Américas 2017

A galera da Pato a Jato voando cada vez mais alto 😀

A equipe de eficiência energética Pato a Jato, do Câmpus Pato Branco, representou a UTFPR e o Paraná pela terceira vez na maior competição de eficiência energética do mundo. A competição Shell Eco-marathon Americas aconteceu na cidade do automóvel, Detroit (EUA), no período de 27 a 30 de Abril.

E a participação veio com excelentes resultados \o/

1° lugar entre as equipes brasileiras que competiram na categoria protótipos movidos por motores à combustão interna;
2° lugar entre os protótipos movidos a etanol;
19° lugar entre os 86 protótipos inscritos.

Equipe da Pato a Jato na Shell Eco-marathon Américas 2017 (Foto: Divulgação)

Equipe da Pato a Jato na Shell Eco-marathon Américas 2017 (Foto: Divulgação)

O fato é que a galera ralou muito para conquistar esses resultados. O primeiro desafio foi chegar aos EUA. Afinal, levar um carro como volume que se adeque nos limites de uma bagagem despachada na companhia aérea não é nada fácil.

Vencido o primeiro, outros desafios estavam por vir…

“Competir em condições climáticas adversas, considerando chuva e frio, ao mesmo tempo em que se tentava manter o motor na temperatura adequada e se gerenciava o consumo da bateria durante a fila de espera para entrada na pista; além de passar por uma inspeção técnica severa, tendo que carregar ou comprar ferramentas e peças em um país estrangeiro para se adequar às exigências dos inspetores”, completa o professor Bruno Bellini Medeiros, um dos orientadores da equipe.

Na avaliação do aluno Matheus Alberto Bordignon, capitão da equipe, a participação da Pato Jato nesta edição da Shell Eco-marathon Americas evidenciou o amadurecimento dos acadêmicos em relação a 2015, ano de estreia na competição.

“Os membros souberam lidar e contornar situações árduas, algo que só com a dedicação e experiência poderia ser possível de se alcançar. Outro ponto a destacar foi a interação com equipes de diferentes países, quando todos estavam dispostos a ajudar outros times a solucionar problemas, emprestando materiais, discutindo sobre como melhorar os projetos e até mesmo a maneira como cada um trabalha e recebe seus apoios de patrocinadores. É muito gratificante poder representar a instituição UTFPR e o estado do Paraná”, destaca.

Confira mais algumas fotos da Pato a Jato na competição:

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Protótipo de Pato Jato nas pitas de Detroit (Foto: Divulgação)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Equipe UTFalcon participa de campeonato nacional de simulação

A equipe UTFalcon Aerodesign, formada por estudantes da Tecnológica do Câmpus Ponta Grossa, está em plena campanha para conquistar o Campeonato Nacional de Simulação Computacional, evento organizado pela SAE Brasil AeroDesign e que reúne universitários que projetam aeronaves controladas via rádio.

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Equipe da UTFalcon Aerodesign (Foto: Divulgação)

Nesta edição, a competição é dividida em duas etapas: votação direta por meio de likes no youtube, e avaliação de especialistas da área.

E é nessa primeira etapa que todos podem ajudar. 😀

Basta acessar, assistir e dar o famoso like ~ é claro ~ no vídeo que galera produziu explicando, de uma maneira bem didática, a aerodinâmica.

Como premiação, as equipes finalistas receberão licenças de software, que poderão ser utilizadas em outros projetos da instituição de origem, e um valor em dinheiro para aplicação no desenvolvimento e aperfeiçoamento do próprio protótipo de AeroDesign.

Boa sorte, UTFalcon! Estamos aqui na torcida 😉

Empresa incubada realiza entrega de prótese de braço feita em impressora 3D

Linda iniciativa da galera do Câmpus Guarapuava!

A Anatolab, empresa incubada do Hotel Tecnológico do Câmpus Guarapuava, produziu e entregou uma prótese de braço feita em impressora 3D para uma adolescente com deficiência da cidade de Vitória, no Espírito Santo.

A prótese foi produzida em uma impressora 3D a partir do modelo RIT ARM, que apresenta todos os parâmetros necessários para a construção da prótese. Além disso, o modelo é um projeto open source, ou seja, está disponível gratuitamente na internet.

André Luis de Abreu e Fernanda Virtuozo, membros da equipe que desenvolveu o projeto (Foto: Divulgação)

André Luis de Abreu e Fernanda Virtuozo, integrantes da equipe que desenvolveu o projeto (Foto: Divulgação)

“Na construção da prótese, são passados fios internamente, presos no encaixe do braço próximo ao bíceps, e vão até a ponta de todos os dedos, responsáveis por fazer o movimento. Os dedos são articulados para que possam se movimentar quando o usuário dobrar o cotovelo, que é quando os fios se tensionam e fecham os dedos. O movimento realizado pela prótese é o de ‘pegada’, considerado o movimento mais importante da mão humana”, explica André Abreu, aluno de Engenharia Mecânica e um dos responsáveis pelo projeto.

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Prótese em fase de teste (Foto: Divulgação)

Mas até a entrega da prótese, o caminho foi longo…

“Tínhamos começado a trabalhar com a impressora havia pouco tempo e tivemos alguns problemas com os parâmetros de impressão como, por exemplo, a adesão da peça na base da impressora, o preenchimento interno das peças etc. Perdemos muito tempo e material no início, sem contar que a primeira prótese ficou muito frágil e tivemos que descartá-la. Na hora da montagem, também tivemos dificuldades com a passagem dos fios internamente, além que alguns estavam arrebentando quando tensionados. A solução foi usar linha de pesca, que funcionou perfeitamente”, acrescenta Abreu.

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Impressora 3D utilizada para a fabricação da prótese (Foto: Divulgação)

A usuária da prótese realizará acompanhamento fisioterápico para se adaptar ao mecanismo e poder usá-lo normalmente.

A equipe, também composta pelos alunos Fernanda Virtuozo e Leonardo Janiszevski, recebeu auxílio técnico do Laboratório de Idéias da Prefeitura Municipal de Guarapuava para o desenvolvimento da prótese.