Câmpus Apucarana comemora 11 anos

Começar o ano com comemorações é sempre muito bom, não é mesmo? E para o pessoal de Apucarana, no Norte do Paraná, a comemoração é maior ainda, pois o Câmpus da Tecnológica na cidade completa 11 anos de funcionamento neste 10 de janeiro.

aniversario-campus-apucaranaA UTFPR Apucarana foi fundada em janeiro de 2007 com cursos técnicos relacionados à indústria têxtil, isso porque a cidade é um polo de produção industrial de vestuário, brindes e bonés. Logo, iniciaram as ofertas de cursos de graduação, consolidando as atividades da Tecnológica na cidade. Hoje, Apucarana oferece aos estudantes seis cursos de graduação (Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Têxtil, Engenharia Química, Licenciatura em Química e Tecnologia em Design de Moda), cursos de especialização e um mestrado (Programa de Pós-Graduação em Engenharia Ambiental), em parceria com o Câmpus Londrina.

Quando iniciou suas atividades em 2007, o Câmpus tinha apenas 22 servidores. Atualmente, já são mais de 200, entre docentes e técnicos-administrativos, atendendo os mais de 1 mil alunos que vieram de todos os lugares do Paraná e do Brasil para estudar na Tecnológica.

Vista aérea do Câmpus Apucarana (Foto: Ascom-AP)

Vista aérea do Câmpus Apucarana (Foto: Ascom-AP)

E durante esses 11 anos de funcionamento do Câmpus, a Tecnológica pode contar com o apoio e incentivo das entidades e instituições que movimentam a cidade, com o comprometimento da comunidade acadêmica e da comunidade em geral, transformando o Câmpus em uma referência em educação e desenvolvimento tecnológico em todo o estado.

Parabéns a todos os alunos, servidores e comunidade de Apucarana! 😉

Alunos de Francisco Beltrão constroem protótipo de avião

Durante o ano de 2017, o Blog do Aluno apresentou inúmeros projetos bem legais desenvolvidos pelos alunos da Tecnológica. E para iniciar 2018 com chave de ouro, hoje você conhece um projeto dos alunos do curso de Licenciatura em Informática do Câmpus Francisco Beltrão, que resultou numa atividade de gerenciamento e desenvolvimento de um protótipo de avião planador.

Os alunos do 3º período receberam um desafio, na disciplina de Engenharia de Software, apresentado por um “cliente” (que na realidade era o professor responsável pela disciplina, Michel Albonico). A proposta consistia em construir um avião que decolasse sem o auxílio das mãos para impulso, voasse dois metros e pousasse em pé. É tipo um aviãozinho de papel que se mota quando crianças, mas agora em nível mais hard.

O projeto visa a utilização da metodologia SCRUM, que é um método de gestão e planejamento de projetos de software, onde os ciclos de atividades, chamados de Scrim, tem suas etapas divididas mensalmente. A metodologia incentiva o trabalho em equipe e à gestão inteligente, com distribuição de tarefas, reuniões periódicas e acompanhamento do desenvolvimento passo a passo do projeto.

E a cada etapa, o projeto ganhava novas atribuições, para simular situações reais do mercado de trabalho, onde os clientes solicitam diversas mudanças e avaliam seu produto. “Após alguns Sprints, nós voltamos com uma ideia para o cliente, que, por sua vez, passou um novo requisito: usar materiais de baixo custo e não utilizar madeira nem isopor. Assim, tivemos que modificar o projeto e então buscamos um protótipo de avião feito com palitos de churrasco e papelão, e já que ele não poderia ser lançado com a mão desenvolvemos também uma espécie de besta ou catapulta feita com palitos de picolé e dois elásticos de dinheiro”, conta o aluno Lucas Peruffo, que recebeu a tarefa de gerente do projeto.

E o resultado ficou bem legal. Confere só 😉

Protótipo de avião desenvolvido pelos alunos de Francisco Beltrão (Foto: Divulgação)

Protótipo de avião desenvolvido pelos alunos de Francisco Beltrão (Foto: Divulgação)

Além do resultado em si, com o auxílio da metodologia Scrum, os alunos puderam vivenciar o trabalho em equipe, com líderes acompanhando e distribuindo tarefas, coordenando e avaliando os resultados.

Vagas para o Sisu 2018.1 \o/

Já está disponível para consulta o quantitativo total de vagas que serão ofertadas pela Tecnológica na edição 2018.1 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Ao todo, serão 4 mil e 400 vagas distribuídas em mais de cem cursos dos 13 câmpus da Universidade.

Pode se inscrever no Sisu quem fez o Exame Nacional do Ensino Médio, o famoso Enem, no ano de 2017 e obteve nota da redação diferente de zero. A inscrição, realizada exclusivamente no site do Sisu, dá ao candidato a opção de duas escolhas de cursos nas mais de 100 instituições de ensino superior participantes, de acordo com a oferta de cada uma.

Mais de 4 mil vagas serão ofertadas pela UTFPR no Sisu 2018.1

Mais de 4 mil vagas serão ofertadas pela UTFPR no Sisu 2018.1

Mas fique ligado! Na Tecnológica, os pesos das disciplinas sofreram algumas alterações, que dá pra conferir neste anexo. Também foram disponibilizados os últimos scores de maior e menor nota dos processos seletivos passados; é legal consultar essas relações pra ter uma ideia de como andam as notas pro curso que você quer ingressar.

Essas dicas possibilitam que você escolha a melhor opção de acordo com sua nota obtida no Enem e a nota de corte do curso, que é exibida todos os dias no site do Sisu durante o período de inscrição e vai mudando conforme as inscrições efetivadas.

Vale lembrar também que o Sisu adota o sistema da Lei de Cotas, que reserva 50% das vagas para as categorias que estarão listadas no edital do Sisu na UTFPR.

Agora é só ficar atento, pois as inscrições acontecem entre os dias 29 de janeiro e 1º de fevereiro de 2018 e o resultado da chamada regular é logo em seguida, dia 2 de fevereiro. Ah, é claro que existe também a listas de espera para os estudantes não convocados na primeira chamada. É fazer a adesão, também no site do Sisu, entre os dias 2 e 16 de fevereiro. Depois, basta acompanhar as chamadas complementares e cruzar os dedos 😉

Alunos de Campo Mourão criam nova fonte de Libras

Você sabia que existem mais de 10 milhões de pessoas com deficiência auditiva parcial ou total no Brasil e que a acessibilidade para essas pessoas realizarem atividades do cotidiano ainda é um desafio? Pois é, foi pensando nisso que os alunos Diego Aguiar e Alexandre Nassar, que cursam o ensino médio técnico em Informática no Câmpus Campo Mourão, criaram uma fonte tipográfica em Libras (a Linguagem Brasileira de Sinais) compatível com todos os sistemas operacionais de computador: Mac OS, Linux e Windows.

A ideia surgiu por meio de um projeto de extensão coordenado pelo professor Ricardo Sander, que visa aproveitar os conhecimentos da área de informática para contribuir com a comunidade externa, disponibilizando a fonte para o público gratuitamente. Também colaborou para a criação do projeto o fato de que a última fonte em Libras é de 2002 e já tem mais de 15 anos, ou seja, não evoluiu paralelamente à língua portuguesa.

Para criar a fonte, foi necessário um trabalho minucioso onde os alunos passaram por várias etapas, trabalhando com diversos equipamentos e softwares até sua implementação na forma de fonte tipográfica, com um sistema de formulação totalmente inédito, criado pelos próprios alunos. Olha só o resultado final:

15036625_670337776476659_7357072935229434422_nPara os deficientes auditivos, o alfabeto manual (datilologia) é muito importante na língua de sinais pois permite que palavras que ainda não tenham um sinal definido sejam soletradas, funcionando como um elo entre a língua de sinais e à língua oral.

E os resultados ao longo do ano foram melhores do que o esperado. “Estamos extremamente felizes e satisfeitos, pois já obtivemos mais de cinco mil cliques em download por todo Brasil, mais de 600 curtidas em nossa página do Facebook, diversos minicursos e aulas que utilizam nossa fonte. Além de inúmeras mensagens de agradecimento e reconhecimento do nosso projeto, sobretudo de professores de Libras de inúmeras regiões brasileiras”, destaca Diego.

Alexandre ressalta que a contribuição com um público que necessita deste recurso vale muito a pena: “Há inúmeras formas de contribuir para uma sociedade melhor, desde trabalho de caridade, políticas, qualificação, acessibilidade e inclusão. Acreditamos que o projeto Libras 2016 será uma ótima ferramenta principalmente para o ensino da língua. Sentimo-nos bem por saber que contribuímos nesse sentido”.

Quer ter a fonte em seu computador? Siga os passos para obter uma fonte leve, gratuita, inclusiva e muito fácil para instalar:
Link para download (.otf)
Link para download (.ttf)
– Abra o arquivo baixado em seu computador e clique em “Instalar”
– Pronto, agora em qualquer editor de texto você consegue utilizar a fonte do projeto Libras 2016!

Alunos organizam impressora colaborativa em Medianeira

00642_impressorafeliz_final_final_3977896805138860745Porque os desafios acadêmicos podem ser facilitados através da criatividade.

A galera do DCE do Câmpus Medianeira da UTFPR, com o apoio da diretoria do Câmpus, criou o “Cópia Honesta”, que é um espaço com impressoras comunitárias onde os alunos fazem impressões e cópias por apenas cinco centavos. Incrível, não é?!

A ideia surgiu após a empresa que disponibilizava o serviço de cópias e impressões aos estudantes não poder mais atender, fazendo com que os alunos pensassem na solução ideal para o problema. Então, resolveram entrar em contato com a diretoria do Câmpus para apoiar um projeto que, além de ser de livre uso, requer honestidade e o cuidado com os equipamentos de todos os alunos.

E o mais legal de tudo isso, é que a iniciativa tem dado certo! Os alunos têm contribuído corretamente na caixinha das moedas e levado suas próprias folhas de sulfite. Além disso, outro ponto super legal é que o Cópia Honesta despertou o senso de sustentabilidade nos alunos, que agora usam os dois lados da folha e reutilizam folhas de rascunho para imprimir.

O presidente do DCE, Vinicius Welter Goulart, conta que o foco do projeto não é somente suprir a necessidade dos alunos, mas também fomentar e incentivar a honestidade: “Se não forem honestos, todos os alunos vão ficar sem xerox pois as moedinhas servem para manter o projeto”.

Flávio Feix, diretor-geral do Câmpus Medianeira, apoiou a iniciativa desde o início e conta que o retorno tem sido positivo e gratificante. “[Os alunos] sabem da importância social deste projeto e respeitam as regras sociais impostas por eles mesmos; isto é, o projeto tem vida até que ele consiga se manter com as contribuições voluntárias. O que se percebe são alunos muito motivados com a iniciativa e dispostos a colaborar para que a proposta tenha êxito e continuidade”, conta.

E você, que tal levar essa inciativa criativa para o seu câmpus?