Alunos organizam impressora colaborativa em Medianeira

00642_impressorafeliz_final_final_3977896805138860745Porque os desafios acadêmicos podem ser facilitados através da criatividade.

A galera do DCE do Câmpus Medianeira da UTFPR, com o apoio da diretoria do Câmpus, criou o “Cópia Honesta”, que é um espaço com impressoras comunitárias onde os alunos fazem impressões e cópias por apenas cinco centavos. Incrível, não é?!

A ideia surgiu após a empresa que disponibilizava o serviço de cópias e impressões aos estudantes não poder mais atender, fazendo com que os alunos pensassem na solução ideal para o problema. Então, resolveram entrar em contato com a diretoria do Câmpus para apoiar um projeto que, além de ser de livre uso, requer honestidade e o cuidado com os equipamentos de todos os alunos.

E o mais legal de tudo isso, é que a iniciativa tem dado certo! Os alunos têm contribuído corretamente na caixinha das moedas e levado suas próprias folhas de sulfite. Além disso, outro ponto super legal é que o Cópia Honesta despertou o senso de sustentabilidade nos alunos, que agora usam os dois lados da folha e reutilizam folhas de rascunho para imprimir.

O presidente do DCE, Vinicius Welter Goulart, conta que o foco do projeto não é somente suprir a necessidade dos alunos, mas também fomentar e incentivar a honestidade: “Se não forem honestos, todos os alunos vão ficar sem xerox pois as moedinhas servem para manter o projeto”.

Flávio Feix, diretor-geral do Câmpus Medianeira, apoiou a iniciativa desde o início e conta que o retorno tem sido positivo e gratificante. “[Os alunos] sabem da importância social deste projeto e respeitam as regras sociais impostas por eles mesmos; isto é, o projeto tem vida até que ele consiga se manter com as contribuições voluntárias. O que se percebe são alunos muito motivados com a iniciativa e dispostos a colaborar para que a proposta tenha êxito e continuidade”, conta.

E você, que tal levar essa inciativa criativa para o seu câmpus?

Coluna Persona – Exercício Físico melhora o desempenho nos estudos?

00617_colunapersonaativfisica_5157111752905723997Escutamos o tempo todo que devemos praticar exercícios físicos para evitar problemas de saúde, manter o peso, viver mais, entre outros benefícios. E para os estudos? Os exercícios físicos também ajudam?

Você sabia que a cada vez que você se exercita, a musculatura esquelética envia sinalizadores bioquímicos que atravessam a barreira do cérebro para estimular a produção de fator neurotrófico derivado do cérebro ou BDNF (Brain-Derived Neurotrophic Fator)? Esse BDNF é determinante para a melhora da atividade cerebral.

Para ficar mais fácil de entender vamos fazer uma comparação. O BDNF seria o adubo do cérebro para estimular a produção dos neurônios. Ou seja, quando mais adubo, mais neurônios serão formados. E para produção de mais adubo, os exercícios são a matéria prima. Transformando em dados, você pode aprender 20% mais rápido, imediatamente, após se exercitar.

Além disso, você já observou que uma pessoa que faz atividade física se sente tão bem que quer sempre fazer mais e continuar com o mesmo foco? A capacidade cognitiva também melhora muito com a atividade física.

Afinal, o que é cognição? A cognição é o processo de obter conhecimento através da atenção, memória, juízo, percepção, associação, raciocínio, pensamento e linguagem. Isso quer dizer que a cognição é a forma como cérebro aprende, percebe as coisas, pensa e recorda tudo o que já viu, através dos cinco sentidos que temos.

É comum vermos pessoas que precisem passar em um vestibular, em um concurso, ter uma ideia para um trabalho ou fazer qualquer outra coisa que envolva pensamento e estudo, ficar o tempo todo sentada, estudando e pensando. Parar um pouco, fazer outras atividades e praticar exercício também é importante e vai ajudar e muito na capacidade cognitiva.

“Bora” praticar exercícios?

Vem aí o Baja Sul 2017 – Equipes preparam últimos ajustes

Está chegando… Entre os dias 17 e 19 de novembro acontecerá mais uma edição da competição Baja Sae Brasil, etapa Regional Sul. A UTFPR está com quatro equipes para a competição (estamos na torcida!!!), entre as 22 inscritas nesta etapa regional. O evento será realizado na Universidade de Passo Fundo, Rio Grande do Sul.

IMPERADOR 1

Na competição, teremos as equipes: Imperador UTFPR ( foto acima – Câmpus Curitiba), Pato Baja (Câmpus Pato Branco), Gralha Azul (Câmpus Ponta Grossa) e Procobaja (Câmpus Cornélio Procópio).

A equipe Imperador aposta na continuidade que possuem, já que, desde 2008,  participam de todas as edições.

Para a Pato Baja (foto abaixo), a participação na competição é consequência de uma equipe que se mantém unida e forte para superar todos os desafios da caminhada.

PATO BAJA 1

A Procobaja investe na união de seu grupo espera para agir de forma rápida e inteligente perante aos problemas e adversidades que apareçam.

Ou seja, a frase que une essas equipes da UTFPR é: “A união faz a força!”.

Para participar, as equipes devem ser formadas por estudantes de Engenharia e objetivo é desenvolver um caso real de um veículo off road.

Vamos torcer para essa galera! Boa sorte pessoal!!

Ada Lovelace Day 2017

Vai ter mulheres na Tecnológica, SIM!

Com o objetivo de mostrar (e celebrar, é claro!) tudo o que foi conquistado pelas mulheres na tecnologia, ciências, matemática e engenharias, o Coletivo Emíli@s – Armação em Bits realizou no último dia 10, no Câmpus Curitiba, o Ada Lovelace Day, evento que apresentou uma série de palestras, oficinas e debates sobre a inserção das mulheres nessas áreas.

Oficina do Ada Lovelace Day 2017 no Câmpus Curitiba

Ada Lovelace Day 2017 no Câmpus Curitiba (Foto: Divulgação)

A iniciativa é organizada pelo Departamento Acadêmico de Informática (Dainf) do Câmpus Curitiba com o objetivo de aumentar a representatividade feminina na área da Computação, despertando o interesse de futuras estudantes e mantendo a motivação das atuais acadêmicas dos cursos de Engenharia da Computação e Sistemas de Informação.

A professora Maria Cláudia Emer, uma das organizadoras do evento, comenta que, apesar dos vários avanços vivenciados nos últimos anos, a questão cultural ainda é um empecilho para inserção das mulheres em cursos de tecnologia, uma vez que graduações nessa área ainda estão relacionados ao esteriótipo masculino.

O ponto positivo é que diversas iniciativas, como o Ada Lovelace Day, visam romper essas barreiras. “Com a realização do evento, nós celebramos as conquistas de mulheres nas ciências e pretendemos alcançar a integração e compartilhamento de experiências entre mulheres e homens nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática”, comenta Maria Cláudia.

Ada Lovelace Day 2017 no Câmpus Curitiba (Foto: Divulgação)

Ada Lovelace Day 2017 no Câmpus Curitiba (Foto: Divulgação)

Ada Lovelace Day

O Ada Lovelace Day foi criado com o objetivo de celebrar as conquistas e feitos das mulheres na tecnologia, ciência, matemática e engenharia. O nome da data comemorativa faz referência a Ada Lovelace, matemática e escritora inglesa reconhecida por ter escrito o primeiro algoritmo para ser processado por uma máquina, isso ainda no século XIX. E olha que legal, Ada é considerada a primeira programadora de todos os tempos e não apenas a primeira mulher a escrever um código.

Trabalho de aluno de graduação é premiado em workshop nacional

Mais uma conquista dos nossos alunos 😉

O trabalho de iniciação científica do aluno do Bacharelado em Ciência da Computação do Cãmpus Campo Mourão, Luiz Felipe Fronchetti Dias, recebeu o prêmio de MELHOR ARTIGO do V Workshop de Visualização, Evolução e Manutenção de Software (VEM 2017), realizado no último dia 20 de setembro, em Fortaleza, junto ao VIII Congresso Brasileiro de Software (CBSoft).

Intitulado Who Drives Company-Owned OSS Projects: Employees or Volunteers?, o artigo foi orientado pelo professor Igor Steinmacher, em parceria com pesquisador Gustavo Pinto e seu orientando Jhoylan Santos, ambos da Universidade Federal do Pará. O artigo é parte do projeto de pesquisa do professor Steinmacher, recentemente aprovado no Edital Universal CNPq.

O artigo apresenta um estudo sobre a participação de desenvolvedores pagos e voluntários em projetos de software livre que são gerenciados/mantidos por empresas. Foram analisados dois projetos que pertencem ao GitHub (atom e hubot), que são projetos ativos, e receptivos a contribuições externas. Os achados mostraram que desenvolvedores que trabalham no GitHub são responsáveis por 45,54% dos pull-requests do projeto, enquanto contribuidores externos submeteram 54,46%. Também observou-se que desenvolvedores externos submetem variadas contribuições, desde documentação até código mais complexo.

Outro trabalho do professor Igor Steinmacher, em parceria com o professor Igor Wiese e Anderson Bergamini (aluno de mestrado da UEM), foi premiado com o 3° lugar neste mesmo evento.

O CBSoft, que é o principal evento científico da área de software do Brasil, contou com a participação de outros alunos do Câmpus Campo Mourão, incluindo a apresentação de 2 artigos na trilha principal do evento . Um deles apresentado pela também aluna de graduação Mairieli Wessel, sob orientação do professor Igor Wiese.

Segundo o professor Steinmacher, a premiação mostra a inserção da UTFPR entre as grandes universidades em termos de pesquisa de ponta no Brasil. “Vale ressaltar que publicações em eventos na área de Ciência da Computação são de mesma importância que publicações em periódicos (journals) e tem grande impacto, tendo inclusive avaliação de acordo com o Qualis”, comenta.