Câmpus Cornélio Procópio desenvolve aplicativo com glossário de biologia para alunos surdos

Tecnologia e acessibilidade. O Grupo de Pesquisa em Estudos sobre a Pequena Empresa e o Empreendedorismo do Câmpus Cornélio Procópio desenvolveu um aplicativo com o objetivo de atender a necessidade de acesso aos conteúdos científico-biológicos para alunos surdos do ensino médio, o Glossário de Biologia em Libras (GlossLibras).

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Elaborado a partir de uma pesquisa de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências, Sociais e da Natureza (Câmpus Londrina), de autoria do aluno Julio César Correia, o aplicativo disponibiliza uma série de termos da área das ciências biológicas com as respectivas representações na Língua Brasileira de Sinais (Libras).

A opção de difusão do glossário via aplicativo visa atender um número maior de interessados e contribuir para a assimilação dos sinais. Segundo o professor Jair de Oliveira, coordenador-geral do projeto, o acesso móvel facilita o processo de aprendizado dos alunos, a transmissão dos conhecimentos por parte dos professores e também a tradução dos sinais pelos interpretes. “Espera-se, com esta ação, atender uma demanda latente de mecanismos de apoio para o ensino de biologia no ambiente escolar”, comenta Jair.

O projeto também contou com apoio do Programa de Bolsas para o Desenvolvimento de Recursos Educacionais Aberto, do Programa de Bolsas de Fomento às Ações de Graduação da UTFPR.

O aplicativo está disponível para aparelhos com sistema android e o download pode ser feito gratuitamente.

Projeto de extensão utiliza jogos de tabuleiro como ferramenta de ensino

Nada como aprender se divertindo, não é mesmo?

Esse é o objetivo de um projeto extensão dos Câmpus Cornélio Procópio e Londrina que utiliza jogos de tabuleiro como ferramentas de ensino. O projeto é coordenado pelo Laboratório Universitário de Desenvolvimento de Inteligências e Cognições (Ludico).

Nos eventos do projeto, além de muitos jogos, rola também debates sobre como essa prática pode auxiliar o processo de ensino-aprendizagem, história dos jogos de tabuleiro, e desenvolvimento e criação de novos jogos.

Evento realizado no último dia 25 no Câmpus Londrina (Foto: Divulgação)

Evento do Ludico realizado no último dia 25 no Câmpus Londrina (Foto: Divulgação)

Segundo o professor Mauricio Iwama Takano, um dos coordenadores do projeto, muitos estudos já comprovam que o “brincar” é uma das atividades onde as pessoas mais conseguem desenvolver suas diversas inteligências. “Durante um simples jogo de tabuleiro, o participante pode desenvolver desde sua inteligência interpessoal até sua inteligência lógico-matemática. Cada jogo ajuda a desenvolver uma inteligência diferente”, comenta. Os eventos são sempre gratuitos e abertos aos públicos interno e externo.

Evento do último dia 25 reuniu mais de 140 participantes (Foto: Divulgação)

Evento do último dia 25 reuniu mais de 140 participantes (Foto: Divulgação)

Ficou a fim de participar? Marque na sua agenda: o próximo evento será realizado no dia 29 de abril, das 10h às 20h, no Câmpus Londrina, e fará parte do Dia Internacional do Jogo de Tabuleiro. Para esta próxima edição, também estão sendo planejadas algumas atrações diferenciadas como, por exemplo, jogos em tamanho gigante, onde os jogadores poderão fazer parte do jogo como se fossem peças do tabuleiro, e um escape room, uma espécie de sala temática que funciona como jogo de imersão onde o objetivo é encontrar uma ‘saída’ dentro de um tempo pré-determinado.

Para saber de outros eventos, basta colar na fan page do Ludico 😉

 

 

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Oportunidade para a galera que tá pensando em mudar de curso!

O Departamento de Processos Seletivos da UTFPR publicou na sexta-feira (10) o edital  para o Processo Seletivo de Reopção de Cursos de Graduação para o 2° semestre letivo de 2017. As inscrições têm início nesta segunda-feira (13) e seguem até o próximo dia 19. O total de vagas e o período mínimo de cada curso estão disponíveis no Anexo I do edital.

Quem pode participar?

A seleção é destinada exclusivamente aos alunos regularmente matriculados ou com matrícula trancada no mínimo no 2º período em um dos cursos de graduação da UTFPR e que desejam fazer a mudança de curso dentro do próprio câmpus.

Como se inscrever?

Para concorrer, é preciso preencher a Ficha de Inscrição pela internet e entregar a documentação exigida no edital ao Departamento de Registros Acadêmicos (Derac) do respectivo câmpus.

Classificação e resultados

A classificação se dará por ordem decrescente de Coeficiente de Rendimento obtido no curso de origem, sendo respeitado o período mínimo exigido para ingresso no curso desejado. O resultado da 1ª chamada será publicado no próximo dia 29 e os selecionados devem entregar a Declaração de Aceite de Mudança de Curso no dia 31.

Acadêmico de Elétrica recebe certificado de Estudante Embaixador da Hungria para o Brasil

Qual seria o maior privilégio em um intercâmbio pra você? A oportunidade de conhecer outra cultura? Fazer estágio em uma grande empresa? Receber um certificado de embaixador?

Se liga só, o aluno José Campos, de Engenharia Elétrica, teve essa honra! No último mês de julho ele recebeu o certificado de Estudante Embaixador da Hungria para o Brasil, conferido pelo HRC (Hungarian Rectors Conference) que coordena o intercâmbio de alunos estrangeiros nas universidades húngaras.

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José Campos, aluno de Engenharia Elétrica (Câmpus Cornélio Procópio)

O intercâmbio foi realizado na Budapest University of Technology and Economics, em Budapeste, na Hungria, por meio do Ciência sem Fronteiras. “Eu não esperava receber o prêmio. Recebi o certificado de Estudante Embaixador da Hungria para o Brasil pois junto com outros alunos brasileiros tive destaque na universidade por representar o país e UTFPR no 2º Fórum  Hungria-América Latina na seção de educação”, conta o aluno que voltou ao Brasil em agosto.

A experiência do intercâmbio, segundo Campos, contribuiu para a formação profissional, pois teve a oportunidade de cursar disciplinas diferentes das ofertadas aqui. Além disso, ele pode realizar dois estágio: uma na própria universidade, onde aprofundou os conhecimentos em máquinas elétricas e energias renováveis; e outro na organização Greenwill, onde trabalhou com profissionais de diversas partes do mundo.

E que disse que tudo são flores? “Além da língua húngara que era uma constante barreira para interagir com as pessoas nativas, tive dificuldade para me acostumar com a rotina de estudos da universidade, que é baseada em métodos de avaliação diferentes”, comenta o estudante do 9º período.

No fim, tudo vale a pena.  Não é mesmo, José?

“Não deixem [a oportunidade] passar, pois será uma experiência única em que o aluno só tem a ganhar, tendo contato com a cultura e pessoas diferentes”, finaliza.