Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica 2017

Sim, muita gente quer ver o resultado da sua pesquisa!

Então, olha só esta oportunidade 😉

O Câmpus Londrina sediará, em 2017, o XXII Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica (Sicite) da UTFPR, que será realizado entre 18 e 20 de outubro. Promovido anualmente pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PROPPG), pelas diretorias de Pesquisa e Pós-Graduação e pelo Comitê Interno Pibic/Pibiti, o evento é direcionado à divulgação dos resultados dos trabalhos de iniciação científica e tecnológica desenvolvidos por alunos bolsistas e voluntários no âmbito dos programas apoiados por agências de fomento. Para participar, os alunos deverão se inscrever e submeter seus trabalhos entre os dias 11 e 28 de agosto.

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Para divulgarem seus trabalhos de iniciação científica e tecnológica, os alunos da UTFPR participantes dos programas institucionais de Iniciação Científica (Pibic), de Iniciação Científicas nas Ações Afirmativas (Pibic-AF), de Iniciação em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação (Pibiti), de Iniciação Científica para o Ensino Médio (Pibic-Jr e Pibic-EM) e de Voluntariado em Iniciação Científica e Tecnológica (PVICT) poderão se inscrever nas modalidades apresentação oral ou pôsteres. Durante o evento, os trabalhos apresentados são avaliados por uma comunidade acadêmico e os resultados são divulgados para a sociedade em geral.

Além das apresentações de trabalhos, a programação do Sicite contará com palestras.

Mais informações estão disponíveis na página do Sicite.

Aplicação de método de análise auxilia no diagnóstico de pacientes do SUS

Usar o que aprendemos na Universidade para contribuir com a sociedade é o que buscamos enquanto universitários.

Pensando nisso, o estudante de Engenharia da Computação Victor Camargo (foto abaixo), desenvolveu um método que analisa os dados de internações hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS) para ajudar em diagnósticos médicos. O objetivo é criar um banco de dados que correlacione sintomas e agilize o processo de atendimento dos pacientes.

15002270_1094369104015919_8484114149927213185_oDe acordo com Victor, com a mineração desses dados, é possível identificar semelhanças entre as doenças e, assim, sugerir possibilidades de diagnósticos sobre novos casos, colaborando com a eficiência do trabalho de médicos do sistema público. O trabalho é desenvolvido sob orientação do professor Pedro Henrique Bugatti

Essa aplicação possibilita também o cruzamento de outras informações, além dos sintomas apresentados pelo paciente, como lugar de residência, por exemplo, que pode indicar fatores externos relevantes no caso. “Está sendo possível identificar informações de fora que se relacionam com os diagnósticos, por exemplo, quais regiões de determinados estados mais possuem problemas sanitários, e em quais regiões certas doenças são mais predominantes”, completa Victor.

Segundo testes realizados, os resultados obtidos chegaram em torno de 70% de eficiência e acerto no diagnóstico. Por se tratar de uma pesquisa com colaboração significativa na área da saúde, há a intenção por parte dos pesquisadores de comercializar o projeto.

A pesquisa foi apresentada no Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica (Sicite) 2016 e escolhida como um dos melhores trabalho da categoria painéis da área de Ciências Exatas e da Terra.

Semana UTForce promove palestras e minicursos na área de mobilidade elétrica

Evento para a galera apaixonada por automobilismo!

O Câmpus Ponta Grossa sedia, entre os dias 22 e 26 de maio, a Semana UTForce 2017, evento que tem como pauta de debates e oficinas a ‘Mobilidade Elétrica e Geração Distribuída’. O objetivo é trazer para o ambiente acadêmico a discussão desta que já está sendo considerada a maior revolução na indústria automobilística desde o século XX.

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A Semana promoverá palestras e minicursos das áreas relacionadas, além de disponibilizar certificado que pode ser utilizado como hora complementar.

A UTForce e-Racing é um projeto de extensão fundado em setembro de 2015 por acadêmicos do curso de Engenharia Eletrônica. Atualmente o projeto UTForce F-SAE e-Racing é composto por mais de 40 estudantes da UTFPR e integra alunos de Engenharia Eletrônica, Engenharia Mecânica, Engenharia de Produção, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Tecnologia em Automação Industrial.

A equipe também está inscrita na competição Fórmula F-SAE, uma competição que propicia aos estudantes de engenharia a oportunidade de aplicar na prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula, desenvolvendo um projeto completo.

Para mais informações, acesse a página da equipe.

Projeto possibilita estudo de topografia por meio de realidade aumentada

Sim, a tecnologia é um dos grandes aliados da educação!

Um exemplo é o projeto SARndbox, realizado no Câmpus Campo Mourão, que faz uso de ferramentas tecnológicas para criar uma simulação de realidade aumentada de relevos topográficos.

“A ideia é integrar um sistema de realidade aumentada com modelos topográficos criados fisicamente, que têm sua superfície escaneada em tempo real. Esses modelos são usados como plano de fundo para uma variedade de efeitos gráficos e simulações”, explica a professora Maristela Mezzomo, orientadora do projeto. O sistema de simulação conta com um computador, um projetor, um sensor de profundidade e uma caixa contendo areia. Tudo bem simples e o legal é que o simulador pode ser manuseado mesmo sem a supervisão de um especialista.

SARndbox simulando um relevo de montanha (Imagem: divulgação)

SARndbox simulando um relevo de montanha (Imagem: divulgação)

A iniciativa do projeto partiu de um grupo de alunos do Curso Técnico Integrado em Informática. “Montamos a SARndbox e apresentamos em uma ação de extensão junto à Diretoria de Relações Empresariais e Comunitárias para a Feira de Ciências e ExpoUT de 2015. Em 2016, a ação virou um Projeto de Recurso Educacional Aberto ligado à Diretoria de Graduação do Câmpus”, comenta Maristela.

Atualmente, a SARndbox é utilizada como ferramenta de apoio didático para aulas que trabalham com a temática ambiental, como nas disciplinas de Geomorfologia (Engenharia Ambiental) e de Geografia I e II (Técnico Integrado em Informática).

“Os resultados têm demonstrado que a SARndbox é uma ferramenta didática interessante, que aproxima o uso de interfaces não-convencionais no ensino, permitindo que alunos, professores e profissionais tenham a oportunidade de interagir a partir da escolha e elaboração de estratégias para agir de modo autônomo. Além disso, a interface permite que o aprendiz explore de forma mais ampla o material educacional, através de uma interatividade ativa e sensorial”, avalia a professora.

SARndbox

Criada originariamente na Universidade da Califórnia (EUA), a SARndbox se popularizou por ser uma proposta interativa que facilita o ensino de temas relacionados à topografia. No Paraná, apenas o projeto do Câmpus Campo Mourão está credenciado junto à coordenação internacional da SARndbox.

Câmpus Cornélio Procópio desenvolve aplicativo com glossário de biologia para alunos surdos

Tecnologia e acessibilidade. O Grupo de Pesquisa em Estudos sobre a Pequena Empresa e o Empreendedorismo do Câmpus Cornélio Procópio desenvolveu um aplicativo com o objetivo de atender a necessidade de acesso aos conteúdos científico-biológicos para alunos surdos do ensino médio, o Glossário de Biologia em Libras (GlossLibras).

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Elaborado a partir de uma pesquisa de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências, Sociais e da Natureza (Câmpus Londrina), de autoria do aluno Julio César Correia, o aplicativo disponibiliza uma série de termos da área das ciências biológicas com as respectivas representações na Língua Brasileira de Sinais (Libras).

A opção de difusão do glossário via aplicativo visa atender um número maior de interessados e contribuir para a assimilação dos sinais. Segundo o professor Jair de Oliveira, coordenador-geral do projeto, o acesso móvel facilita o processo de aprendizado dos alunos, a transmissão dos conhecimentos por parte dos professores e também a tradução dos sinais pelos interpretes. “Espera-se, com esta ação, atender uma demanda latente de mecanismos de apoio para o ensino de biologia no ambiente escolar”, comenta Jair.

O projeto também contou com apoio do Programa de Bolsas para o Desenvolvimento de Recursos Educacionais Aberto, do Programa de Bolsas de Fomento às Ações de Graduação da UTFPR.

O aplicativo está disponível para aparelhos com sistema android e o download pode ser feito gratuitamente.