Equipe do Câmpus Curitiba é uma das vencedoras do Festival de Minifoguetes

A equipe de espaço-modelos do Câmpus Curitiba foi um dos grandes destaques da terceira edição do Festival de Minifoguetes da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A galera conquistou dois pódios: 1° lugar na categoria ‘Apogeu 50 m’ e 3° lugar na ‘Classe 1/2A’.

A equipe foi criada no final de 2014 e competiu no festival de 2015, com cinco membros e três projetos, alcançando a segunda colocação na categoria ‘Apogeu Máximo A’, com um alcance exato de 100 metros. Já na edição deste ano, que ocorreu no feriadão de Tiradentes, a equipe chegou com sete membros e oito minifoguetes para a disputa em quatro diferentes categorias.

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Equipe de minifoguetes do Câmpus Curitiba (Foto: Divulgação)

O processo de confecção dos minifoguetes ocorre em três etapas: projeto, construção e verificação. A etapa do projeto é feita por meio de um software de simulação e a construção é realizada em grande parte manualmente. “Com os minifoguetes já construídos, são verificados e recalculados diversos parâmetros, levando em conta fatores novos como imperfeições no processo de manufatura. Com isso, são feitos alguns ajustes finais para atingir um resultado aceitável”, explica Lawrence Samburgo, líder da equipe.

Futuramente, a equipe deseja otimizar as etapas de confecção dos minifoguetes. “A ideia é ampliar a equipe gradualmente para que seja possível competir em todas as categorias possíveis com um excelente desempenho e, em um futuro próximo, até competir internacionalmente”, completa Samburgo.

Essa UTF só arrasa, heim? 😉

UTF Games desenvolve projeto de inclusão digital em Cornélio Procópio

Tecnologia a serviço da inclusão social. É com esse objetivo que o Laboratório de Games do Câmpus Cornélio Procópio, UTF Games, realiza um projeto que utiliza ferramentas e tecnologias digitais para auxiliar na inclusão social de adolescentes em situação de vulnerabilidade.

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O “Game Cidadão”, nome oficial do projeto, já teve, inclusive, financiamento aprovado pelo Criança Esperança em 2014 – com execução em 2015. E tudo começou com a ONG Espaço Jovem Evolução, por conta de uma preocupação com o futuro de jovens em situação de vulnerabilidade social ou pessoal, vítimas de negligência familiar ou em conflito com a lei. Assim, em maio de 2014, a ONG realizou uma visita ao Câmpus Cornélio Procópio, e este foi o primeiro contato entre a Universidade e os adolescentes. A partir disso, a UTFPR passou a ser a parceira executora do projeto. Com os recursos investidos, foi possível realizar a compra de livros, celulares, tablets, e até uma impressora 3D.

O coordenador do projeto, professor Alexandre Paschoal, conta que a execução do projeto só foi possível graças à colaboração de alunos e professores que trabalharam de forma voluntária. Foram mais de 15 alunos do Campus Cornélio Procópio envolvidos durante um ano, além de professores e empresários da região.

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Criação de personagens para games ainda no papel

Segundo Paschoal, as habilidades desenvolvidas durante o processo foram desde planejar aulas e conteúdos até aprender técnicas de ensino e aplicá-las em sala de aula. “Os alunos participaram efetivamente no desenvolvimento do conteúdo e aulas do projeto como monitores, o que foi um grande aprendizado, dado que o público atendido foi totalmente diferente do público universitário”, ressalta o professor.

Após as férias de 2015, o projeto volta com tudo já neste mês de abril. Legal, né? Uma ótima oportunidade para os alunos aplicarem e disseminarem os conhecimentos adquiridos.

Aluna de Comunicação Organizacional acompanha feira esportiva no RJ

A acadêmica Ana Paula Robert, do bacharelado em Comunicação Organizacional da UTFPR, participou, no inicio do mês de abril, da feira Arnold Classic 2016. O evento ocorreu no Rio de Janeiro e a estudante obteve uma credencial de imprensa para observar as atividades de comunicação desenvolvidas durante a mostra, em especial a ativação de patrocínios. A observação, em caráter de pesquisa acadêmica, teve como objetivo a produção de um artigo científico que está sendo produzido para a disciplina Projeto 2, do curso. O relato da aluna demonstra que a experiência foi gratificante.

Feira esportiva Arnold Classic 2016, no Rio de Janeiro

Feira esportiva Arnold Classic 2016, no Rio de Janeiro

“No início estive apreensiva por estar pela primeira vez numa sala de imprensa, sob pressão quanto as metas que deveriam ser atingidas por meio das entrevistas que deveria fazer para produção de artigo. A calma começou a se estabelecer quando conheci a assessora de imprensa da ZDL (empresa responsável), que me tratou com paciência e foi solícita, tanto por e-mail quanto pessoalmente. Com estes contatos, no decorrer da feira pude ter respaldo para fazer a pesquisa sobre patrocínio e obter contatos, desta forma fortalecendo que produções acadêmicas também devem estar nesse veio para mostrar uma visão científica desvinculada de interesses capitais.”

Ana Paula, que já conhecia o evento de uma outra edição, preparou-se durante várias semanas para desenvolver a pesquisa. “Outra coisa que auxiliou foi organizar dados previamente para já chegar com pautas, isto foi indicação de professores e também aprendemos em sala de aula em matérias como Projeto I, Jornalismo Organizacional e etc. O curso traz uma gama de possibilidades de atuação, e fica a encargo do aluno optar e focar em áreas de seu interesse. Me interesso por marketing esportivo e aprecio muito a organização/dinâmica da feira. Para acompanhar o ramo mais a fundo, descobri um acervo grande sobre comunicação esportiva na biblioteca da UTFPR, Sede Centro”.

A professora Elza Oliveira Filha elogiou a iniciativa da estudante. “É gratificante quando percebemos esta disposição para o desenvolvimento de um trabalho. A Ana Paula deslocou-se até o Rio de Janeiro, arcando com as despesas da viagem, para desenvolver uma pesquisa que resultará em um artigo científico. Mesmo reconhecendo que trata-se de uma área de interesse na qual ela pretende atuar como profissional, trata-se de uma atitude que merece elogios. Confio que o artigo corresponderá ao esforço da acadêmica”, disse a professora, acrescentando que os profissionais formados em Comunicação Organizacional podem atuar em áreas variadas e nos mais diversos segmentos.

Sancionada lei que regulamenta atividades das empresas juniores

Boa notícia para o movimento de empresas juniores da UTF! 😀

No último dia 6, a presidente Dilma Rousseff sancionou o projeto de lei que regulamenta as entidades que promovem o desenvolvimento acadêmico e profissional dos estudantes, as empresas juniores. Com a regulamentação, toda empresa júnior deve ser formada exclusivamente por estudantes matriculados em instituições de ensino superior, não podem ter ligação partidária, além de que o trabalho terá que ser voluntário e sem fins lucrativos.

Reunião de trabalho da Tetris, empresa júnior do Câmpus Curitiba

Reunião de trabalho da Tetris, empresa júnior do Câmpus Curitiba

Oriunda do PLS 437/12, a lei garante que as empresas juniores não percam o caráter de associações civis sem fins lucrativos e que possa realizar projetos  para o desenvolvimento acadêmico e profissional dos seus membros. Ela também servirá para dar mais amparo às empresas juniores, dando melhores oportunidades para os alunos construírem um ambiente semelhante ao mercado de trabalho. A nova legislação, pioneira no mundo, também determina que os valores arrecadados nos projetos sejam inteiramente reinvestidos na própria empresa.

Dessa forma, a lei passa a normatizar as mais de 1,2 mil organizações, que envolvem 11 mil estudantes universitários brasileiros, segundo dados da Brasil Júnior. Somente na UTF, são 22 empresas juniores espalhadas nos Câmpus Campo Mourão, Cornélio Procópio, Curitiba, Dois Vizinhos, Londrina, Medianeira, Pato Branco, Ponta Grossa.

Equipe da UTFPR disputa o desafio sul-americano em simulação computacional

Um projeto elaborado pela ProEvolution, equipe formada por alunos da UTF do Câmpus Ponta Grossa, está na disputa do Desafio Sul-Americano em Simulação Computacional, competição anual que reúne equipes de graduação e de pós-graduação das principais universidade da América do Sul.

Além de toda a parte técnica, que será julgada por especialistas da área, um dos critérios de avaliação é a opinião dos internautas sobre o vídeo da equipe, que demonstra todas as etapas do projeto. Ou seja, vencerá esse critério o vídeo que ganhar mais ‘likes’ da galera.

“A equipe desenvolveu um trabalho muito interessante e conseguimos ótimos resultados. Se conseguirmos ficar entre as 3 primeiras equipes, conseguiremos um grande apoio por parte da empresa nas pesquisas envolvendo simulação computacional e ainda, traz um grande prestígio e visibilidade para a UTFPR enquanto universidade tecnológica”, comenta Ederlan Dias, um dos membros da equipe.

Então, tá esperando o quê? Confira o ⬇ vídeo ⬇ e dê seu joinha para a ProEvolution! 😉